domingo, 8 de setembro de 2013

Ah !. Autárquicas... autárquicas - para te quero !...

Uma exposição fotográfica, suportada por duas colunas férreas, implantada  perto de um  cruzamento automóvel (Rotunda do Cubo), onde circulam, a todo o momento, milhares de  viatura de todo o tipo, incluindo gigantescas transportadoras de gás, gasolina, etc, em cujo espaço circundante foi construída uma estatueta, conhecida  como sendo "o Cubo", em Olhão,  fez-me transportar, a um período, que em Angola (Luanda), numa fase construtiva, se vivia, quanto à edificação de novos prédios,  e outras,   para habitação popular.


Não é com nenhuma intenção partidária, mas somente com o objectivo de alicerçar a "historieta"  que pretendo contar, que faço a reprodução da presente foto, sem querer subestimar  qualquer actividade politico/partidária que a todas dedico o maior respeito e dignidade.

O que pretendemos, no fundo, com as eleições, é que todos NÓS vivamos com tranquilidade, sossego, respeito e fraternidade, numa  base  em que cada um possa contribuir, com a sua comparticipação, nesse  objectivo.

A historieta:

O distinto Oficial , Capitão Magro Romão, chefiava , na altura, e em simultâneo, o Comando da Polícia Territorial e a Presidência da Câmara Municipal de Luanda, em Angola.

Era um  fervoroso defensor da Verdade, muito estimado pela População e odiado pelos criminosos e "mal-feitores", que também por lá existiam....

Defendia sempre o  lado da Justiça, e, conta-se, até, que, em determinada situação conflituosa e desentendimento feminino, tomara a audaciosa decisão, de, na sua própria viatura, à ultima hora, conduzir  ao Hospital, uma Senhora prestes a abortar um bebé, salvando, pelo menos, a Paciente. 

Em época de desenfreada construção de edifícios e outros tipos de construção, previamente autorizados,  por  contractos assumidos, conta-se que certa vez,  pelas cinco horas da madrugada, como era seu hábito dar inicio as suas actividades oficiais, ele próprio, com um machadão, derrubou parte de uma  obra que ilegalmente começara a ter inicio.!...

Segundo opinião que correra,  o Distinto Oficial,  fora deposto, mais tarde, por influência de poderosas forças, provavelmente corruptas.

Este exemplo de dignidade e de Justiça, é o que se espera dos Futuros Obreiros que virão a tomar conta  dos destinos do País.


Tá?!...

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Instituto de Odivelas .

Ao ser lembrado, num recente programa  "bloguista", "O meu primo Zéca" um saudoso primo que foi aluno do Colégio Militar, com quem convivi desde os tempos em que, para  se ir de Carnide  até à baixa de Lisboa, era o "eléctrico"  o meio de transporte mais comum , e económico,  que a grande maioria  da população  trabalhadora utilizava, até porque o uso do automóvel, privado,  restringia-se a um pequeno numero de proprietários dos Fords, marca de automóvel, na altura, mais  apetecível.

Veio-me, "a talhe  de foice", a ideia de, já que reportei algo relacionado com o meu saudoso primo Zéca, que foi Aluno do Colégio Militar, de, igualmente, recordar velhos e saudosos tempos em que, o conceito familiar era tido como um dos pilares mais nobres, para uma sã convivência entre Avós, Pais, Irmãos, Primos, Tios, Padrinhos, Sobrinhos, Cunhados e Amigos (tanto velhos como novatos).

Assim, lembro-me que, para além do meu primo, Zéca, que envergou o fardamento do Colégio Militar, as suas Irmãs, portanto minhas querida Primas, sempre foram, também, minhas grandes Amigas. Muitas vezes acompanhei-as  ao local  onde  lhes eram atribuídos cursos ministrados pelo Instituto de Odivelas,  de que eram  igualmente distintas Alunas, e frequentavam, com êxito, a missão estudantil, naquele Digno  Estabelecimento de Ensino, e porque eram  filhas de  um distinto Militar no seio  da famosa  família  Lampreia.

Não tenho bem  presente as suas actuais localizações, pois já lá vão tantos e tantos  anos de separação, e contactos...

A foto que anexo a este blog dá conta da boa camaradagem e respeito que sempre existiu  no meio familiar , e, ao que me dizem , nesta foto também está  presente, a digníssima Doutora Maria Barroso.

A todos, as minhas sinceras saudações ...



Tá?!...

Nas areias do tempo...

Tudo começou com uma zanga de família. O jovem Afonso, desejoso de ter a sua própria casa, com jardim e quintal com vista para o Oceano Atlântico, entrou em  conflito com a sua Mãe, Dona Teresa, vindo a conseguir a independência do então Condado Portucalense.

Mais ou menos 250 anos depois, entre 1383 e 1385 estalou a guerra civil no Reino de Portugal. Com a morte do Rei D. Fernando, sem deixar herdeiro masculino, instalou-se o caos,  com o Rei D. João I de Castela a tentar anexar este nosso rectângulo à beira mar plantado. Tudo acabou com a retumbante vitória na batalha de
Aljubarrota,  onde D. Nuno Álvares Pereira comandou, ao serviço de D. João I mas de Portugal, um exército em  menor número  do que o Castelhano mas em que a famosa táctica do quadrado deu os seus frutos. Depois disto,  D. João I achou Portugal demasiado pequeno e deu início, em grande escala,  à expansão de território para África e para o Mundo.

A morte de D. Sebastião, à porrada com os árabes em Alcácer Quibir,  em 1578, abriu caminho à dinastia Filipina e à integração  no Reino de Espanha. Tal durou até 1640,  ano da
Restauração da Independência.

Em 1910 acabou a monarquia, instaurou-se a República.  Em 1926 começa uma ditadura,  que teve a partir de 1933 Salazar como figura principal. Este regime prolongou-se até 25 de Abril de 1974.


Hoje, vivemos em democracia, pelo menos assim nos querem fazer crer. Hoje, tal como como há 50 anos muitos passam fome. Escolas fecham. O acesso à saúde parece cada vez mais difícil. Instituições seculares desaparecem. As pessoas, tristemente, fazem fila no
Centro de Desemprego. Parecemos estar a regredir, a despeito dos telemóveis que cada português parece ter, dos Ronaldos pagos com salários imorais e da abundância que a publicidade televisiva pretende transmitir.

Ó D. Afonso Henriques, volta e faz lá as pazes com a Mãe. Tenho aqui um ramo de flores que posso dar-te e de que a Mamã vais gostar. É que, se calhar, a zanga familiar não valeu a pena...




quinta-feira, 5 de setembro de 2013

(Sem fins propagandistas...)

Mede-se  a graduação de qualquer  temperatura, com  termómetros adequados, que assinalem   o  nível de calor  ou de frio deixado pelo contacto corpóreo.

A imprensa, tanto escrita ou televisionada, anuncia frequentemente o nível de interesse mais elevado  e superior que chegam a atingir, certos programas, por parte do público, comparativamente a outros mais generalizados

A Internet, igualmente expõe, no capitulo "bloguista" no nível de  principais fontes de tráfego, o numero de visualizações de página que cada programa chega a atingir. Com esta particularidade, verifica-se que há programas que mereceram  um nível de maior  interesse, por parte dos Leitores, em relação a outros, no mesmo contexto.

Para que não fique a  pensar em coisas tristes, e aéreas, resolvi  preencher o tempo vazio, que a   solidão e isolamento provocam, proveniente de recente viuvez, a dedicar as minhas horas a escrever, neste cantinho "bloguista", memórias do passado e contos de alguma evidência.

À medida que vão sendo "escriturados" os melhores momentos que vivi, vou notando que o número de visualizações oscilam, entre si, em períodos curtos, numa média  entre 10 e 30 Leitores interessados nas minhas  narrações, vividas até aos actuais 86 anos de idade.

Todavia, um recente programa, que actualizei "Constrangimentos" tem sofrido uma rápida e impressionante subida de visualizações, em tão pouco tempo, que me impressionou o número de interessados na leitura de tal "blog", que se reporta ao histórico Colégio Militar.

As melhores saudações, Queridos (as) Leitores !... 

Colégio  Militar 1936/7

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O meu primo Zéca ... (foi aluno Colegio Militar)

O Zéca, tinha, aproximadamente, a mesma idade  que a minha, quando  ingressou nos quadros do prestigioso COLÉGIO MILITAR, em Lisboa.

As noticias que rodeiam, presentemente, a hipótese de desintegração deste inolvidável  Estabelecimento  Militar, provocaram-me uma certa sensibilidade, e êxtase, porque, exaltaram-me  acontecimentos ocorridos na minha  infância,  na altura em que se procedia a admissão de Jovens, na idade escolar, nos quadros daquela Instituição Militar.

No meio familiar, havia a presunção de eu  poder vir a ser  enquadrado,no Colégio, como aluno, no inicio  do ensino lectivo, mas, tal não foi possível, porque não tinha  nenhuma descendência , directa, de Pais Oficiais do Exército, o que era  fundamental para a admissão de novatos. Coube esta feliz particularidade, ao meu Primo Zéca (José Fernando Pinto Lampreia), de ter sido admitido logo ao principio do curso, dado  ser filho de um Oficial do Exército, que coordenava  e comandava postos de administração militar, em Lisboa..

Não houve, por isso, problema grave nenhum, até porque, posteriormente, após alguns anos, por vicissitudes ligadas a uma situação  surgida no meio familiar, acabei por ter de embarcar com destino a Luanda, terra da minha naturalidade.

No entanto,  no período em  que  vivíamos sob o mesmo tecto, eu e o meu primo Zéca, chefiávamos  a  "Pandilha" que era constituída pelos restantes membros da família, da nossa idade. Sobretudo nos períodos de férias e feriados. Por isso, enraizou-se entre todos Nós, uma franca amizade, em que considerávamos sermos todos irmãos uns dos outros.

A disciplina e respeito  que era incutido aos Novos Alunos Militares, espraiava-se até, cá fora, no âmbito  das nossas  brincadeira juvenis. Até existia uma espécie  de  "prisão celular" no próprio Colégio, para os menos bem comportados.

Os anos foram passando, e, por duas vezes, de visita à Capital, Lisboa,  tivemos oportunidade de nos abraçarmos, até que,  estando em Luanda,  a certa altura,  recebo a noticia do falecimento deste meu primo, que eu considerava como um patriótico  irmão.

Digo "patriotico" porque num dos últimos e curtos encontros, o Zéca deu-me a entender que continuava  a ser o mesmo apreciador de sempre... as viagens  e aventuras pelos mares distantes, dos nosso grandes Navegadores, Pedro Álvares Cabral, Vasco da Gama... etc.etc.. Sempre foi um  "fanático" pelas proezas dos nossos mareantes.

Alguém, do nosso meio familiar,  mais tarde,  deu-me a  funesta noticia do seu falecimento, e que o seu ultimo desejo, em vida, não foi possível  satisfazê-lo, que era o  de que as suas cinzas fossem atiradas, a milhas, no Oceano Atlântico.

Faço notar, que foi assim que me contaram  ter sucedido, o que,  não tenho bases para  realmente confirmar a verdade de todo o sucedido, porque já não tenho presente nem o, ou a. transmissor(a) da noticia,  veiculada há já longos anos, ainda residindo em Angola.

É com um  grande  fervor de amizade e grande senso patriótico, que alinhavei estas  palavras homenageando um Grande e Verdadeiro  Amigo - o primo  Zéca.

... e  que foi  um brilhante aluno do COLÉGIO MILITAR

  Alunos do 6º ano - 1936/37




Tá?!

Reminiscências...

Iniciei o meu programa neste cantinho bloguista no  passado dia 4 de Setembro do corrente ano, 2013, em que publiquei esta fotografia, tirada na parte traseira da Enfermaria do Colégio Militar, na qual  foram fotografados, na Luz, no ano escolar  1936/37, os Alunos do 6º ano do referido  Colégio Militar, situado  no  Largo da Luz (Carnide) - Lisboa.

Neste imponente Grupo, salvo melhor opinião, está integrado um  Primo meu, com quem lidei desde a minha infância, que me leva a recordar, com muita saudade, os belos tempos em que andávamos sempre "à porrada", mas, apesar disso, a nossa amizade era  tão franca, leal e sincera, que não  passávamos um dia  sem que nos encontrássemos, pois os estudos estavam sempre em primeira linha. Excepção  quanto a encontros de futebol, pois enquanto um defendia as cores do Benfica, o outro era feroz defensor do Sporting, e aí a "coisa"  já era outra !....

Ambos residíamos no mesmo  conjunto residencial, e, como  havia uma quinta agrícola, não muito distante da nossa casa, propriedade da Família, na época das colheitas, lá nos reuníamos com o fim de ajudarmos  os trabalhadores nas suas actividades agrícolas. Até "kamaradas" do meu Primo, José Fernando Pinto Lampreia (o Zeca), assim se chamava,  que envergava o uniforme de  Aluno do Colégio Militar, um outro nosso Amigo, também  vinha  ajudar-nos, a pesar de envergar o Uniforme de Aluno dos Pupilos do Exército (já extinto), conforme se pode observar  pela foto anexa:

Esta fotografia foi obtida em momentos em que a nossa comparticipação, auxiliar,  nas lides agrícolas, era muito activa e com o pesar dos anos (que foram muitos)  ficou semi-destruida.

Infelizmente, o meu saudoso Primo, Zéca - que julgo ter tido uma patente elevada  no Exército Português,  bem como alguns dos figurantes, que na época eram jovens, já faleceram.

E, é em homenagem, a essas Grandes Almas, que  já partiram rumo ao acolhimento Celestial, que me atrevo a dar corpo a este singelo programa bloguista.

Eterna Saudade...

Anedota do dia...

Governo muito católico

Passos Coelho encontrou-se com o Papa, pergunta este:
- O seu governo é muito católico?
E responde o Passos Coelho:
- Claro que sim… Tudo o que fazemos levamos um terço.

in Anedota do dia

Em jeito anedótico se dizem coisas sérias. A brincar, a brincar, se dizem as verdades.

Este cantinho, porta de entrada, ou de saída, da velha Europa, tem sido fonte de vasto anedotário versando os nossos queridos e imaginativos políticos.

São documentos confidenciais que misteriosamente desaparecem, são políticos presos, na prisão, que se candidatam a cargos públicos, ou ainda outros que entram pobres e saem  milionários. As fontes de inspiração são quase inesgotáveis.

O que vale é que, como dizia o outro, "o povo é sereno" ... pelo menos enquanto continuar embrutecido pelo calmante futebolístico e novelístico com que é diariamente bombardeado. E assim, por não serem necessários, se despedem professores e se encerram Colégios... Vamos rindo, pois,  para não chorarmos...


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Provérbios... são provérbios...

Já dizia a minha muito querida e saudosa Esposa ..."Quem boa cama  faz, nela se deita"...  E é bem verdade !...

Dos 31.390 dias de vida que, até ao momento tenho vindo a perdurar, só aos 21.900 dias, é que sobrevivi sem ter tido a preocupação de fazer a cama, tranquilamente, porque a minha Santa Companheira, que partiu para o Céu, após  sessenta anos de feliz convívio matrimonial, tinha por  natural missão, de, sozinha cobrir os lençóis e travesseiros do sagrado leito onde carinhosamente, dormíamos.

Dos restantes dias de solteiro, ou seja 9.490,  desses nem vale a pena falar!... Salvo erro ou omissão, estou crente que esta contabilização compõe os 86 anos que alcançarei dentro em breve, se Deus quiser...

Este "epilogo" surgiu-me , em consequência de situações que parece serem inverosímeis.

Já lá vão decorridos muitos anos, quando as posses financeiras  assim o permitiam, tínhamos resolvido comprar um automóvel, que, ao longo de vários anos, serviu de suporte a saudosas deslocações dispersas  pelo País fora, sobretudo em épocas natalícias e primaveris.

E passou-se o seguinte:

Uma cláusula importantíssima na questão de Seguro da viatura, se não tivesse sido a intervenção da minha saudosa Mulher, que a adicionou, em tempo oportuno, sem que eu me tivesse disso apercebido, evitou que tivesse tido  agora, alguns problemas,  relacionados com a circulação automóvel.

Por isso eu digo sempre: bem haja, quem, atempadamente, faça uma boa cama ... para afugentar os maus sonhos, num incerto futuro. ..





 Tá?!...

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Constrangimentos...

A turma do 6º ano do Colégio Militar, 1936/37
Tempos houve em que se ouvia  o riso saudável e espontâneo das crianças no pátio da escola. No Largo da Luz podíamos assistir aos fantásticos desfiles dos alunos  do Colégio Militar.  Todo o povo olhava maravilhado aquelas crianças emproadas  nos seus lustrosos uniformes. A Escola associava-se à  disciplina militar,  procurando formar Homens e Cidadãos, ao mesmo tempo que ensinava.

Dirão "eram outros tempos ...". É verdade,  os tempos eram
diferentes, as mentalidades diversas mas os valores e os ideais são os mesmos que hoje políticos e faladores gostam de apregoar aos quatro ventos apenas para entreter. Dizem uma coisa mas fazem outra...

O Governo pretende, ao que parece, encerrar o Colégio Militar, uma Instituição secular que ajudou a formar o carácter de tantos valorosos Homens.  A ideia não é de hoje,  há já alguns anos que se fala nisso. Mas nunca,  como agora,  tal pareceu tão inevitável. Constrangimentos económicos,  dizem eles, ditam a perda desta Instituição da vida portuguesa em geral e lisboeta  em particular.

Em âmbito semelhante, dezenas de milhares de Professores correm sério risco de desemprego. Mais constrangimentos, afirmam, obrigam a aumentar o número de Alunos por turma, o que faz diminuir o número de turmas em cada Escola e, consequentemente,  o número de Docentes necessários.

Apesar do aumento da escolaridade obrigatória, dizem que o número de alunos diminuiu,  um paradoxo que se poderá explicar pelo facto de a taxa de natalidade ter vindo a diminuir. Mas, a estatística pode ser muito flexível e é fácil mostrar que a diminuição de alunos é bem menor que a razia que os Professores sofreram nos últimos anos...

A continuar assim, antevejo um País de analfabetos e analfabrutos, incapazes de pensar pela própria cabeça e entorpecidos pela dose maciça  de futebolices e novelices com que são diariamente bombardeados, qual lavagem cerebral. Será esse, afinal, o verdadeiro objectivo ?

domingo, 1 de setembro de 2013

A política no seu melhor ...

Manhã de 1 de Setembro de 2013. Foi com o maior agrado, que,  de entre  o volumoso  monte de jornais,  que acabavam de ser postos à venda,  numa papelaria local (Olhão), retirei o nº 166 do "Jornal Brisas do Sul".

Este jornal dá conta de  entrevistas a  candidatos aos diversos órgãos do poder autárquico,  às próximas eleições, a realizar no mês corrente.

Com todo o respeito e com a devida vénia , reproduzo partes de alguns textos, inseridos no respeitável jornal.

"APRESENTAÇÃO PÚBLICA DOS CANDIDATOS DO PS EM OLHÃO".

"Foram apresentados os candidatos à presidência da Câmara Municipal de Olhão,  António Miguel Pina,  Assembleia Municipal, Francisco Leal,  à União das Freguesias de Moncarapacho e Fuzeta, Joaquim Botinas,  Junta de Freguesia de Olhão,  Luciano de Jesus, Junta de Freguesia de Pechão, Paulo Salero, e Junta de Freguesia de Quelfes, Miguel Dimas.


"APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS DO PSD NO CONCELHO DE OLHÃO"

" Durante o evento... foram apresentados os candidatos à União das Freguesias de Moncarapacho e Fuzeta, Manuel Sousa, Junta de Freguesia de  Olhão, Vitor Matias, Junta de Freguesia de Pechão, Herlander Barros, e Junta de Freguesia de Quelfes,  Manuel Candeias, assim como o candidato à Assembleia Municipal de Ohão, Daniel Santana. "...

"APRESENTAÇÃO PÚBLICA DOS CANDIDATOS DA CDU EM OLHÃO"

"...realizou-se no dia 9 de Agosto, pelas 21,30, no espaço entre mercados em Olhão, a apresentação pública das candidaturas da CDU às Assembleias de Freguesia de Olhão e de Quelfes, assim como dos primeiros candidatos à Câmara e Assembleia municipais de Ohão. Esta iniciativa contou entre outras, com a intervenção de Sebastião Coelho, candidato da CDU à  Presidência da Câmara Municipal de Olhão. "

O mesmo jornal "Brisas do Sul", em destaque, publica entrevistas a candidatos, separadamente, com títulos  que seguidamente se transcrevem:

Pág. 9 - "Entrevista com Joaquim Botinas Fernandes, candidato do PS para Presidente da União das Freguesias de Moncarapacho e Fuzeta" (segue-se a entrevista, com fotografia).

Pág. 10 - "Entrevista a Manuel Carlos, candidato do PSD  à Presidência da União de Freguesias Moncarapacho e Fuzeta" (segue-se a entrevista com fotografia).

Não pretendo protagonizar, com esta publicação "bloguista", qualquer inclinação ou PROPAGANDISMO  de coloração de ordem política, pois estou convicto que todas as Entidades aqui  enunciadas, farão todo o possível, ao seu alcance, para que TODOS NÓS  VIVAMOS EM PAZ, SOSSEGO E QUE NOS ABRACEMOS COM RESPEITO E FRATERNIDADE !...

E observem só... neste turbilhão de gente, pacificamente reunida, todos se estão a entender, independentemente das suas convicções de ordem politico/partidárias !... Que acham ?!...




Tá?!...