Num curto intervalo de tempo, notou-se que, numa área onde o espaço para a circulação de viaturas, é relativamente curto, por circundar uma "bolacha", onde há repuxos fontanários a funcionar,com regularidade, e convergência de caminhos , suportando muito movimento automóvel, onde , não raras vezes, gigantescos camions quase que se "de gladiam" numa confusão permanente , nos circuitos das próprias vias , encruzilhadas com as passadeiras para os utentes pedestres. Dentro do elevado numero de transito automóvel, que transita por estas "encruzilhadas", assiste-se que, há cargas transportadas, em viaturas gigantescas, apropriadas, é certo, suportando contudo matérias que poderão ser consideradas, de certa maneira, perigosas, como por exemplo, botijas com conteúdo, sujeito a explosões, como o gás natural.A razão deste afluxo constante de viaturas "gigantescas" virem a circular, no meio de cidades muito populosas, prende-se com as recentes decisões de sobrecarregarem ,com elevadas taxas, as portagens da única via que atravessa o Algarve em toda a sua dimensão., e que , para economia de custos, preferem ver desviado o percurso dos seus "pesados" , circulando por meio de cidades muito densas em matéria populacional.
E, pergunta-se, se um dia houvesse um problema, no meio da cidade, com uma única botija de gás, circundada por outras tantas, a seu lado, por vezes em numero aproximado de duzentas, não seria o rastilho para uma catástrofe?
E com que resultados assustadores !!!...
Haja bom senso na "contabilização" de efeitos nocivos e, restabeleça-se, pelo menos, uma isenção de portagens para estes Gigantes da Estrada.
Tá?....

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