terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Um acenar do Adeus à Vida......

Aos noventa anos, é natural que na memória dos  Idosos, se misturem, a qualquer momento, os bons momentos felizes que já tiveram na vida, com os maus com que foram causticados, e que, agora, é-lhes facilitada a capacidade, dada  a sua longa experiência, de analisarem os efeitos que se lhes  reproduzem, quanto a tudo que se lhes passa, agora, pelos seus olhos, pelo corpo, ouvidos e observam, e que, devido à idade, a sua consciência leva-os, muitas vezes, a não acreditarem em nada e... em ninguém !....
Assim, por vezes pensa, o criador deste blog, não obstante estes factos, em muitos casos não tem  a mínima  razão de pôr em dúvida, as boas e felizes ideias que brotam dos que com ele convivem ou  conversam amigavelmente... É da idade e de tanta velhice..

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O Autor, acompanhado com a imagem da saudosa Esposa,  Alvarina Teresa, já  falecida 

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A solidão e isolamento provocados pelo afastamento, devido à morte da que mais amei na vida, com  quem me casara, em Luanda - Angola, há 60 anos, provocam por vezes imaginações provenientes de  leituras jornalísticas, que nos empurram para pensamentos e ideologias que muitas vezes relembram os belos tempos, vividos na terra onde nasci (Luanda), e que agora se repetem, na feliz perspectiva de que as minhas Compatriotas, abaixo fotografadas, dediquem a sua actividade legislativa, para que a um "Velho do Restelo Grisalho", reformado bancário, e a Todos, jamais não lhes falte o que nunca me faltou, no tempo dos meus saudosos Avós.
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,                   ..Refeições numa mesa de refeições repleta de boa e saudável alimentação e que
                       a um bebé, nunca  lhes falte um bom e saboroso leitinho...

O Jornal hoje emitido "I", publica estas fotografias, pelas quais se reconhece a grande capacidade que têm  as Grandes Figuras, Legislativa, e administrativas, que consolidam a capacidade de virmos a beneficiar de um clima de Paz, Tranquilidade e de Fraternidade... e que Deus as proteja, pois todos sabemos que vêm por bem.


Ilustríssima Ministra da Justiça, Dra.Van  Dunem


                                                               Sejam Bem-Vindas...

E agora, eis um relato sobre a minha existência...















Mais tarde poderia surgir  um LIVRO com relatos do que Deus quis que acontecesse, a partir do interrompido... mas estou mais confiante no...

                                           "Adeus para Sempre "...

Fui protagonista da inauguração deste Banco, onde chefiei, com êxito, a Contabilidade.  
Hoje,  reformado bancário, com direito a uma pensão, de reforma, igual à de um Aprendiz da Banca. (a mínima no sector bancário...).

The End ...

Tá?!...

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

O que eu me rio do Carnaval do Rio !...

Noutros tempos   o Carnaval era vivido com alegria,  por via das festas organizadas por pretos e brancos pelas ruas de Luanda. Dizem que no Carnaval ninguém leva a mal,  por isso era uma época em que aquilo que durante o resto do ano não era permitido era então autorizado.  Homens vestidos de mulheres,  mulheres vestidas de homem,  brancos com a cara preta,  pretos com a cara branca,  enfim tudo  um  pouco se via  e,  de facto,  ninguém parecia levar a mal.

Olha que alegria ! É o Carnaval do Rio de Janeiro

Era uma loucura saudável,  em que partidas inesperadas eram como pão para a boca,  mas,  mais uma vez,  ninguém parecia levar a mal, pois,  logo a seguir,  tinha direito a saborosa  vingança,  servida bem quente, pois,  ao contrário do que aqui acontece,  o Carnaval em Angola acontecia em pleno verão.

Hoje vem isto a propósito das reportagens diárias que as televisões não se cansam de apresentar relativas aquele que dizem ser o maior  Carnaval do mundo,  o do Rio de Janeiro.  Nisso, realmente,  os brasileiros  são imbatíveis.  Podem estar em crise,  como quase sempre estão,  apesar da sua enorme riqueza,  a corrupção  é cada vez  mais um problema, mas durante quatro ou cinco dias (há quem diga que é  o ano inteiro...) tudo fica suspenso,  dando lugar a um estado de loucura colectiva  que atinge tanto os  indígenas  como  os milhares de estrangeiros que visitam a cidade que chamam maravilhosa.

Como invejo esta gente  e a sua capacidade para esquecer as tristezas. A vida são dois dias e o Carnaval  são  três.  Na sua loucura, os foliões parecem viver toda uma vida durante estes dias. Milhares desfilam nas ruas ao som de músicas tropicais,  mulheres semi-nuas atentam  à seriedade  do mais sisudo dos homens e todos parecem viver como se não houvesse amanhã.


Se pudesse voltar setenta anos atrás,  também eu gostaria de experimentar viver a vida num  só  dia. Mas não posso,  o tempo só anda para a frente. Por isso,  vou vendo as reportagens com sabor a Carnaval de outros  tempos...

Tá?!...

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Recapitulando fases inglórias de um glorioso passado...

Hoje, Domingo, 11h09 do dia  04/02/2018, ouvindo a Missa, em casa, que a RTP está emitindo, por qualquer razão, surgiram-me, de novo, no meu cansado cérebro, episódios que se passaram na  minha vida, há muitos anos, e que, não se desprendem da minha memória, talvez por  um cansaço resultante  de situações de um isolamento e solidão, que a recente viuvez me matraqueou.

Eis alguns factos, que passo aqui a  divulgar, na base de fotos que  estão patentes na prateleira da estante, na sala de estar.


Na realidade, dias antes da Independência de Angola,   por motivo de força maior, devido a grave doença, surgida quase ^à ultima da hora,  fui obrigado a deslocar-me, urgentemente,  de avião,  com destino a um Hospital em Lisboa, para tratamento, inexistente, na altura em Luanda..
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...Fui,  em Angola, terra onde nasci, um dos Trabalhadores que compareceu na inauguração do Banco Totta-Standard de Angola, onde cheguei a assumir a chefia contabilística e parte directiva, deste ex-Banco, e que, agora, decorridos longos anos, de um trabalho exemplar, fui catapultado para um forçoso estado de "exílio" mercê de causas e atributos provenientes  da  "Exemplar Descolonização".

Hoje, estou reformado, em Portugal, auferindo uma mísera pensão de reforma,  que só foi conseguida porque, em 4 de Junho de 1982, fui obrigado a aceitar condições que me foram impostas pelas Direcções Bancárias, onde estava exercendo actividade laboral. As razões pela qual não tive outro remédio senão ter sido obrigado a aceitar, para adquirir, em condições especiais, o direito à reforma, que me foram impostos pela entidade bancária patronal (B.P.S.M), dado que, face a deliberação que a Junta Médica, constituída pelos Dignos Médicos Especialistas, Drs. Cruz,  Serrano e Lima das Neves, na base do que me sucedera de ter  sido no local de trabalho, na filial do Banco onde estava exercendo  actividade profissional, vitima de maus tratos e ofensas, que me causaram  um estado de saúde muito débil e perigoso. Foi, então, assim, que passei a ser reformado bancário, com limitações de diuturnidades - entre outros casos - que me levam , agora, a  sustentar a vida até ao dia em que irei ser transportado até à Cova...

Estou em crer ter sido a causa de tudo isto o facto de ter sido um dos Retornados vindo do Ultramar, onde exerci cargos de Topo, constituindo razão para a não aceitação de maneiras diferentes de  comportamentos laborais, e não só.







Em resumo, e para que a memória não seja ceifada, de vez, com o andar dos tempos, aqui fica mais uma prova de que o problema não teve outro final, do que o que foi relatado em publicações anteriores, pois, já decorrido o prazo legal, recorreu-se a Justiça  internacional, com o objetivo de se chegar a um fim, sem obstáculos.... mas o que  veio a suceder, foi isto: Assunto entregue   ao Ministério da  Justiça... mas... mas nada se conseguiu...



A minha vinda de Angola, por razões já explicadas, veio a criar, quando readmitido no campo da actividade bancária, em Portugal, um certo tipo de desigualdades, mercê de ter vindo de Angola, com base num tipo de racismo (embora eu seja  de tez branca), sobretudo entre os  Colegas de Categoria superior à minha, com quem  cheguei a ter  discussões bem acesas, apesar de ter tido uma  boa aceitação e feliz convívio com os Colegas de categoria igual a que com fui admitido nos quadros bancários. Lembro-me da carga negativa que transportava consigo a palavra "RETORNADO". Tratar alguém por esta designação era quase como chamar-lhe FILHO DA P#%@ !!! Por via disso, cheguei, às vezes, a ser tratado como um cão raivoso...

Mas, os tempos agora são outros.... e com  toda a Gente dou-me tão bem, como Jesus Cristo me ensinou. Apesar de, ao contrário de Cristo, não gostar muito de dar a outra face depois de ter levado uma chapada....

Não nos esqueçamos,  porém,  que  uma das principais bases em que  tudo se assentou  quanto  às decisões assumidas por parte das Administrações que governavam a superior actividade dos Bancos, a fim de me atribuírem o direito de reforma, mercê dos maus tratos e agressividades a que eu constantemente estava sendo vitimado, comprovadamente declarado,  foi,  sob a palavra de honra. do distinto médico Psiquiatra, Carneiro do Santos, em que  num Atestado Médico oficializado,  declarara que o meu  grave estado de saúde tinha a sua principal  origem  na forma   agressiva, e grave, como era tratado  no meu próprio local de trabalho, causador da gravidade do meu estado de saúde e incapacidade de poder continuar a trabalhar,  pelo que aconselhava que me fosse dada, de imediato, a Reforma, por inteiro, sem deduções, com todas as disposições legais, o que não sucedeu... pois acabei  por ser Reformado, apenas com direito a uma simples pensão de Reforma...a mínima dos mínimos, prevista no sector bancário...



Original deste documento (Atestado Médico subscrito por  Especialista Psiquiatra), foi entregue, na devida altura à Direcção Bancária, em Lisboa,  para efeitos legais. Serviu de base para todo o processo envolvente, quando as decisões então assumidas.

Tá?!...

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Mais uma historieta que não saiu da memória de um Velho...

De entre as duas dezenas de fotos que inclui  no meu blog que ontem emiti, acerca dos movimentos  laborais que fui exercendo ao longo da minha vida, tanto em Angola, como em Portugal Continental,  não inclui estas duas transcrições fotográficas, o que vou fazer, para contar mais uma  história,  que me parece vir a merecer o interesse e  curiosidade por parte de alguns dos meus saudáveis Leitores, que neste momento  a Net anuncia que já  ultrapassa uma centena....
Eis as fotos novas:


Quando vim de Angola, por ter sido  forçado a submeter-me  a um "exílio",  a  Família residente em Lisboa, albergou-me, tal como à  minha saudosa  Esposa (Alvarina Teresa), já falecida, e,  no decorrer de certas  situações  emergentes da procura  de   uma  nova vida perspectivada, para sobrevivência, encaminharam-se-me oportunidades de emprego, por parte de empresas sediadas em Lisboa, e arredores,  que fui aceitando,  até que me fora  surgida  uma  admissão na Banca, por despacho ministerial,  tendo mais tarde sido Reformado, com direito a uma mísera pensão no sector Bancário.

Uma das empresas para a qual fui convidado a  vir a ser Chefão Contabilista, foi a Nacional Rádio, na Cruz Quebrada, negociante dos produtos da General Electric, e outro material de constrição civil, que, na altura fora confiada ao Sector Bancário.

Historiando, agora,  o que se passou, conforme   a leitura dos textos das fotocópias reproduzidas,  acabei por ser convidado a prestar trabalho profissional, na actividade financeira,  na dita Nacional Rádio, e.... logo ao primeiro dia  no inicio do exercício profissional para que fora convidado,  ao  entrar na sala que me fora confiada, para começar a trabalhar, exigi que retirassem todos os luxuosos apetrechos que enfeitavam o gabinete que  me fora confiado,  porque todo o luxo que rodeava o salão fora por ordem do Chefe que eu iria substituir, a partir daquele momento.  A explicação que me fora dada era a de que o Chefe demitido, e que eu  vim a substituir, era muito vaidoso,  muito pouco honesto e que fora preso por falsificações que cometera,  de elevados valores.

Claro que tudo isso, a partir daquele momento, fora passado a simplicidade. Diziam-me até que para se chegar ate ele, mesmo em matéria serviço, era necessária prévia autorização, algo que comigo `»a frente das tropas ficara facilitado...

Organizei e administrei métodos de trabalho adequados,  fui bem recebido pelo Pessoal, e pela a Administração da Banca, que me confiara o exercício administrativo ,  de harmonia   com todos os efeitos legais.

Calculem só, que cheguei a registar, contabilista e financeiramente, chegada de camionistas dos camióes que tinham saído carregados com material para venda, e que, no regresso alguns deles até tinham vendido material até ao montante de  cinco mil contos, cada um(ainda o Escudo).

Mas... (há sempre um "mas"...)

Tempos depois, isto é,  cerca de  poucos anos se passaram, certo dia, recebo a seguinte comunicação:

Senhor Armando Baptista, tem que  regressar ao seu antigo posto de trabalho, na filial do Banco, de onde partira, no seu antigo posto, onde  exerceu uma actividade bancária, porque..


UM TAL IMPORTANTE DIRECTOR QUE ESTAVA EXERCENDO FUNÇÕES NO MESMO BANCO  ONDE  EU ESTIVE,  ALEGOU QUE ERA ELE QUE TINHA O DIREITO DE VIR A OCUPAR O  MESMO LUGAR QUE ME FORA CONFIADO.

PORQUE EU TINHA VINDO DE ÁFRICA... E QUE ELE NUNCA TINHA  SAÍDO  DE PORTUGAL.... 

E PRONTO... FUI DE NOVO EMPURRADO, NAQUELA ALTURA, PARA A AGÊNCIA DE MOSCAVIDE, TENDO A COMISSÃO DE TRABALHADORES ACCIONADO UM PROTESTO, QUE RESULTOU EM... NADA !....


(Mais uma acontecida a este  Angolano de Portugal) ...

Igualmente quanto  ao que vem relatado  nos  documentos que se seguem,  há um pormenor  que, se fosse hoje, teria tido uma diferença de decisões, por parte da Entidade Bancária  onde acabei por ser admitido, em Lisboa,  na altura, e em  que as decisões justiceiras foram  quase posta de parte...

O Atestado Médico, subscrito pelo Dr.  Psiquiatra, José António Alves Carneiro  dos Santos,  licenciado em  Medicina pela Faculdade no Porto,  especialista em Psiquiatria Pela pela Ordem dos Médicos, prestando serviço de assistencial Médico-Social do Sindicato dos Bancários do Norte, tinha declarado, sob palavra de honra que, "...tem vindo a observar regularmente o Sr. Armando José Carmo Ferreira Baptista (que sou eu), apresentando um quadro depressivo ansioso de evolução arrastada e que a referida patologia tem causas reactivas ligadas ao local de trabalho e o impede de normal exercício das suas funções, sob pena de agravamento da sua saúde, e que está sujeito a uma morte instantânea, pelo que uma Reforma imediata seria  o aconselhável...". Pela resposta que a Direcção  prestara, ao aconselhamento muito grave, do médico... como a pouca importância que  foi dada ao  meu estado de saúde, agravado,  derivado e devido  aos  maus tratos, e insultos,  comprovados,  a que estive sujeito, naquela filial do Banco Pinto & Sotto Mayor, em Moscavide, só porque era um Português nascido em Angola..

Resultado...

Hoje estou Reformado, na actividade bancária, com direito a uma misera e simples pensão de reforma....  aos 90 anos de idade... !...



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C'est la vie.... de um honrado passado, que já não volta mais...

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Por um punhado de euros...até morrer !...

Nunca pensei ver um Juiz a ser acusado, como  o Juiz Rangel, de crimes tão graves  como corrupção,  tráfico  de influências,  crimes  económicos,   entre outros.  Na confusão aparece o Senhor Salgado do Espírito Santo,  um cliente habitual das autoridades  nos últimos tempos,  bem como o presidente do Benfica, o tipo dos pneus.   De resto o Benfica parece ter o denominador comum em todo este  enredo. O futebol é mesmo uma merda e serve   cada vez mais   para negócios escuros e vigarices  diversas,  e cada vez menos para o jogo da bola. Ouve-se falar em dívidas de milhões ao Banco,  perdões fiscais e parece que até o ministro das finanças já foi  metido ao barulho.

Realmente nunca como agora se ouviu falar nos julgamentos e processos de gente tão importante, mas, no final,  o que vemos ? Processos gigantes, julgamentos sem fim e no final tudo fica essencialmente na mesma. Dizem que o inferno está cheio de boas intenções...

Entretanto,  o trabalhador comum,  como eu próprio,  honesto e honrado, dedicado ao trabalho e à Família,  amigo do seu amigo,  esse está-lhe reservado a uma cadeira no Céu mas o purgatório na terra. Como eu,  muitos há,  que  após dezenas de anos de trabalho  apreciado,  conforme atesta documentação diversa,  têm como prémio uma mísera reforma que mal dá para os gastos. Haverá pior, mas uma injustiça não justifica ou compensa outra injustiça. Será caso para dizer "o crime compensa" ?
















Documentos guardados..


A justiça dos homens não é justiça, mas a Fé,  que move montanhas e mundos,  faz-me crer a Justiça Divina, e essa pode tardar mas não falta.  Por isso,  esperem pela pancada e eu vou estar no meu cantinho do Céu a rir disto tudo...Estou tranquilo, pois nunca fui  vigaristas nem  corrupto.  Sempre tive louvores, mesmo até aos meus actuais 90 anos de idade...

(Adicional - 02/02/2018 - 22h13)


Não pretendo ser pretensioso nem  super Vaidoso, com tanta publicidade, mas o que é certo, é que para alem desta documentação, comprovativa dos êxitos que sempre obtive  no decorrer da minha actividade laboral, possuo mais documentos originais emitidos por Entidades onde estive empregado, tanto em Angola como em Portugal, em que fui sempre  louvado.

Em Angola, fui um dos componentes na inauguração do Banco Totta-Standard de Angola,  no qual fui considerado como principal   elemento coadjuvante na constituição dos valorosos  resultados financeiros,  cujo Banco,  foi, devido â "Exemplar Descolonização",  às escondidas,  deitado para o "Caixote do Lixo" da Nova Angola...

Tá?!...

Linda manhã,  aqui em Olhão - 09h21 - 03/02/2018 ...O Sol  brilha, que  nem   um encanto, mas...  .   a temperatura friorenta deste inverno,   transforma-me  num  "Velho do Restelo Grisalho"    que, a0s 90 anos,   desobedece  a ser cumpridor  as normas   conducentes  ao  uso do chapéu de coco...

Vamos ver o que nos espera hoje, sobre a "nudez forte da verdade" , quanto ao  equilíbrio das "esferas" em que assentam as decisões  governamentais, para o nosso sossego  e tranquilidade,  e para que  possamos, todos nós, termos o mesmo direito de podermos  apreciar  um bom bacalhau com batatas às nossas mesas, tanto  ao   almoço  como  ao  jantar, e que a um bebé não lhe  falte o delicioso leitinho de amamentação !...

Tenho dito...e  espero que a "cova" ainda  esteja  a muitos  quilómetros de distância....