segunda-feira, 10 de março de 2014

A cápsula do tempo


Como será o mundo daqui a cinquenta anos ? E daqui a cem  ? Ainda por cá andaremos ? Há quem diga que a humanidade caminha a passos largos para o Apocalipse.  Há cientistas que afirmam  que devido às alterações do clima o verão poderá  ter seis meses dentro de cinco décadas.  Outros,  mais à frente  no tempo prevêem  a possibilidade de,  dentro de cem anos,  podermos controlar a meteorologia,  comunicar através de pensamento ou,  imagine-se,  viver para sempre. Até Deus parece querer enviar sinais e avisos através dos seus Arautos,  via, por exemplo,  aparições de Santos e Santas. Há  quem veja o Terceiro Segredo de Fátima como a previsão do fim do Mundo.

Independentemente do que vier a acontecer,  será o destino,  pouco ou nada  poderemos fazer.  Apenas tentar que a nossa contribuição para o Mundo seja a melhor possível.  Pode ser que o Destino mude...

Tá?!...

domingo, 9 de março de 2014

Dia internacional da Mulher - 8 de Março...

Comemora-se, internacionalmente, a 8 de Março, o dia do "diamante" mais puro que há na Terra...

       
  A  MULHER  !

Há várias razões para isso. Consultando as enciclopédias e estando atento aos programas televisivos,   damos conta da existência actual, e no passado, de Grandes Vultos Femininos que se destacaram, gloriosamente, na história, por acções patrióticas e/ou de fervor religioso, que permanecem registadas nos instrumentos acima definidos.

O "Diamante" que me acompanhou em todas as vicissitudes ligadas ao longo do percurso da vida matrimonial, durante sessenta anos, perdi-o, numa chuvosa manhã, enquanto sentada a meu lado, sorrindo  meigamente, e nos seus  lindos olhos pressenti o Adeus Eterno da ... despedida...


Repercutindo o sentimento contido nos versos acima, a experiência dos meus oitenta e seis anos de permanência, enquanto viva, na Terra, não foge da verdade se disser que, ao Homem não lhe poderá ser cultivada uma feliz vivência, se lhe faltar a Mulher que, com o seu Amor (quando é franco), lhe cuida das lides diárias, como acertar os lençóis da cama onde pernoitou e teve sonhos  delirantes, tratar do mata-bicho e o cafézinho da ordem, telefonar para o emprego avisando que o carro não pegou e que  só o "maximbombo" é que virá salvar a pátria, que a camisa luxuosa perdeu um botão e que terá que ser cosida,
que aos barulhentos filhos, e netas, não faltem as beijocas e recomendações à sua partida para as Escolas,  que no Natal, á mesa não faltassem as deliciosas "rabanadas" que só as Mulheres sabem fazer, dada a sua experiência  e poder natural de saber conduzir os caminhos certos e felizes da Vida, com a ternura e   beijinhos herdados de Progenitores Divinos.

           "Valeu a pena ter pensado o que pensei.
Valeu a pena ter sentido o que senti,
Valeu a pena ter amado a quem amei,
Valeu a pena ter vivido o que vivi "..........

Domingo, 9 de Março de 2014 - 10h00 - ouvindo a Sacra Missa transmitida pela RTP1.
Tá?!...

sexta-feira, 7 de março de 2014

Convergências...

Em complemento de algumas  considerações efectuadas em blogs antecedentes ao presente,   acerca do   volumoso   espaço  vegetativo , tipo mato,  adianto que  se tem mantido, há anos, situação análoga,  não obstante terem sido construídos,  no local,   modernos e grandes  edifícios  em   zonas  livres  disponíveis ,  em consonância com os dispositivos  que norteavam, na época,  a construção civil.

Com isto, a cidade de Olhão da Restauração,  ficou mais enriquecida com o acréscimo de um novo e  grandiosos Bairro,modernizado com a implementação das novas regras de circulação automóvel, novas  Instituições Escolares,    Escritórios,   Estabelecimentos comerciais, (muitos deles chineses) , Restaurantes, instalações modernas  de Delegações Bancárias. etc. etc.


Monumento em homenagem aos Heróis do Ultramar.

Nesta área,-  Rua dos Restauradores- ,  foi muito recentemente inaugurada uma Edificação Histórica  em memória  e homenagem  aos  Combatentes do Ultramar que se bateram  heroicamente e faleceram  em defesa  da  sua Pátria Portuguesa.

Em toda a extensão lateral que une a Avenida D. João VI ( ex  125) e o recinto, a norte,  onde se situa um  Posto de Assistência Medico-Social,   lado-a-lado  ao moderno  super mercado Ria Shopping, , a meio da subida ( ou descida, conforme o caso), existe uma árvore,  muito esguia,  com uma altura que deve ja atingir os cem (100) metros, que a  comparo à resistência dos bravos heróis que cultivaram em África a língua portuguesa.  É que nem os ventos a cem à  hora, nem as tempestades atmosféricas., nem os ventos da historia que nos dão cabo da paciência em relação a impostos e subsídios, conseguiram derruba-la. E lá continua, firme e  "altiva" ,  na expectativa de bons ares que a deixem viver muitos anos   sem sobressaltos...

A árvore dos cem metros de altura...corajosa !

Tá?!...

Hortas comunitárias...

Venho repetir o que alinhavei  no meu blog anterior, titulando-o ... "Sol para que te quero", nos termos seguintes:

"... Admiro muito aqueles que, por motivos vários, se vêem obrigados a partir, em direcção a destinos bem mais frios e, quiça deprimentes, a troco de melhores salários mas nem sempre de melhor qualidade de vida.  Se não podemos ter tudo o que queremos, pelo menos aproveitemos tudo o que temos...!..

Nesta minha interpretação, não deixo  igualmente de  incluir, e compreender,   os que, também  por motivos vários, se aventuram a trocar o nosso belo clima ( do Minho ao Algarve),  e  acolherem-se  a    territórios  onde os mosquitos são mais abundantes ,  "espingardistas",   clima  arduamente  mais  quente e ,  raramente   primaveril -  como seja, por exemplo ,  Angola....

E também presenciamos o inverso, isto é,  pessoas que, embora  de pele escura, provavelmente oriundas de  antigas províncias ultramarinas,  lançarem-se a aventuras, extraordinariamente benéficas, como seja, aproveitamento de  áreas  onde só havia  capim passarem a ser cultivadas e mantidas por braços humanos, criando as ditas  "hortas comunitárias"  onde passaram a ser cultivadas alfaces, couves, milho e outros  géneros horticulas , . para bem da saúde publica: Eis  exemplos  do género:
:





Ora bem ...inteligentemente sempre existe quem aproveite  o que temos aqui, de belo,  no nosso cantinho à beira mar  plantado .. PORTUGAL. !... 


Panorama geral -  Prédios altíssimos - e vastíssimo capim  à  sua volta ...

Tá?!



Sol para que te quero...

Finalmente o Sol ! Fartos de água, frio e ventos, é com gosto que acolhemos o Astro Rei e o calor que,  por esta altura,  dá já um ar da sua graça.

Aproveitando a benesse, decidi a empreender um passeio pelas pitorescas ruas de Olhão da Restauração. A cara das gentes parece outra,  contagiada pela boa disposição solarenga. Segundo sei há estudos científicos que mostram uma relação entre o estado do tempo e a disponibilidade das pessoas para estarem bem dispostas. Portugal,  e mais concretamente o Algarve,  pode ter os seus problemas e as suas limitações,  impostas por um clima restritivo de origem superior,  leia-se governamental. Mas este céu azul ninguém nos tira,  esta luz que nos entra pelos olhos e nos enche a alma.

Admiro muito aqueles que,  por motivos vários,  se vêem obrigados  a partir,  em direcção a destinos bem mais frios e, quiçá,  deprimentes,  a troco de melhores salários mas nem sempre de melhor qualidade de vida. Se não podemos ter tudo o que  queremos,  pelo menos aproveitemos tudo o que temos...

Tá?!...

quinta-feira, 6 de março de 2014

Há lendas e lendas...

Como tenho vindo a programar em meus blogues anteriores,  acabei por vir parar , acidentalmente,    de "para quedas",  nesta acolhedora cidade de Olhão, depois de muitas lutas por uma sobrevivência  digna e honrosa,  em Angola (terra onde nasci),   que  por motivos  de saúde ,  só com  o recurso a actos Clinicos especializados em Portugal, na altura das "descolonizações" encontraria  alguma   salvação.

Como a idade foi pesando,  o recurso à ajuda da "moleta" permite deslocações  na via publica, pelo que, a maior parte do tempo é passado  no cantinho da saleta onde "matraqueio" as teclas do meu  computador..

Uma encantadora Senhorinha, minha vizinha,  Sónia,  apercebendo-se que sou um "apaixonado" pelos acontecimentos históricos renascidos aqui em Olhão,  como a  epopeia que afugentou as  tropas  francesas invasoras do nosso País,  comandadas por Junot, subalterno de  Napoleão ,  e que motivou que valentes pescadores/marinheiros,  olhanenses,  no caíque "Bom Sucesso", atravessassem o oceano Atlântico,  em toda a sua extensão, para levar ao Rei D. João VI, exilado no Brasil, a noticia da independência de Portugal,  fez-me a oferta, de um disco,  em que vem gravada uma lenda que apaixonou muita gente,  e, que, apoiando-me numa programação que o Jornal " O Olhanense" acaba de publicar, com a devida vénia, e respeito,  passo a
transcrever:

A LENDA DA MOURA FLORIPES

"No sítio do Moinho do Sobrado, havia antigamente uma casa,  onde aparecia â janela, noite fora, uma formosa mulher vestida de branco. O único que se atrevia a andar por aquelas bandas â noite era um sujeito de meia idade - o compadre Zé - que se embriagava e adormecia na rua, sem receio. A mulher de branco aproximava-se do bêbado,  fazia-lhe meiguices e até se sentava a seu lado.
O compadre Zé contava a sua hist+oria sem convencer ninguém a deslocar-se ao local para a comprovar. No entanto, o compadre Zé tinha um amigo mais jovem que se iria casar brevemente. Aproveitando-se do evento, promete ao amigo oferecer-lhe um seu terreno como prenda de casamento, caso ele tivesse a coragem de o acompanhar a ver o fantasma.
Este transido de medo, lá foi à aventura  atendendo ao grande jeito que lhe fazia a prenda.
Sentou-se numa pedra, junto ao Moinho do Sobrado, e esperou pelas doze badaladas. Nesse momento surge da porta do Moinho uma mulher vestida  de branco até  aos pés. O vestido terminava numa bainha esfarrapada,  a cobrir-lhe os pés descalços A mulher aproximou-se com a face envolta num véu e uma flor nos cabelos loiros..
Julião, assim se chamava o amigo do compadre Zé,  pergunta-lhe quem era e donde vinha.
-Sou a desditosa Floripes-  respondeu, numa expressão  triste.
-O que faz por aqui ?
-Sou uma moura encantada. Quando a minha raça foi expulsa da província, viu-se  o meu pai obrigado a partir, sem poder prevenir-me. Eu tinha um namorado que também fugiu   e aqui fiquei sozinha, à espera a cada momento que o meu pai me viesse buscar.  Numa noite em que esperava, vi ao longe a luz de uma embarcação. A noite era de tormenta e o barco escangalhou-se de encontro aos rochedos. Não era o meu pai que ali vinha, era o meu namorado, que foi engolido pelas ondas. Soube o meu pai deste funesto acontecimento e vendo que não lhe era possível vir buscar-me,  encantou-me de lá.
Julião,  penalizado com a triste história, logo pensou em oferecer-se para salvar a moura e perguntou:
 -Existe algum meio de a salvar?
-Há sim-  respondeu a moura.
-Que meio ?
-É necessário que um homem me dê um abraço,  à beira de um rio,  e me fira no braço contíguo ao coração.  Logo que tal aconteça, irei de imediato para junto dos meus familiares. Mas existe uma dificuldade.
-Que dificuldade - perguntou Julião, quase resolvido a ser o seu libertador.
-O homem que me abraçar e me derir terá de me acompanhar até África,  atravessar o oceano com duas velas acesas e casar comigo à chegada.
-Isso é que eu não poderei fazer.  Já tenho casamento marcado com a minha Aninhas.
-Então continuarei novamente encantada - respondeu a moura soluçando - - Até agora, ninguém se atreveu a tanto sacrifício!
A moura continuou o seu encantamento durante muito tempo ainda,  sentada no cais com os pés na água,  esperando o seu pai voltar de África. Era por vezes vista no cais, sempre de noite,  a conversar com um menino de olhos grandes e com gorro encarnado.  Seria o menino algum mouro que ali também ficou encantado ? Ninguém sabe responder.


Alguns olhanenses mais antigos acreditavam tanto nesta lenda que diziam que a Floripes era vista também durante o dia a fazer compras em lojas, onde pagava com uma moeda de ouro e sempre desaparecia sem receber o troco.  Ainda hoje,  quando alguém por qualquer razão  não recebe o troco, se diz "és como a Floripes, não queres a  torna".

A Floripes foi também a personificação do medo do transcendente.  Quando se quer acautelar alguém,  ainda se diz "vê lá se te aparece a Floripes!".

                                                                ****************
Este trecho foi copiado, não até ao seu final, mas, quem tiver a oportunidade de  ver e escutar a gravação  completa em disco DVD,  ficará a conhecer mais pormenores, sucintos a esta lenda, como por exemplo, a lenda  dizer que Floripes chegou a comer ao coração de um interveniente nos seus amores falidos.
..


Aqui fica,  uma vez mais, um agradecimento. à encantadora Vizinha  SÓNIA, pela oferta de um  precioso disco DVD relatando uma das  velhas  Lendas   Algarvias...

quarta-feira, 5 de março de 2014

O corropio vertente da vida...

Era com este material e papelada que no meu tempo desempenhava  funções laborais directivas em   inúmeras empresas exercidas,  sempre com honra e dignidade (documentalmente comprovado),
 numa Terra, onde o "Escudo" era  a moeda  corrente, e posteriormente veio o "Escudo Angolano".                              


E, até certa altura, nada se podia fazer, sob o ponto de vista oficial, se não fosse utilizado o célebre papel selado, pelo  qual haveria que se desembolsar, por cada folha, uns escuditos..



 Linearmente, com o progresso, vieram então novas "invenções" - com o decorrer dos tempos - pelo que, em sua substituição, começou-se  a lançar mão a alterações em sistemas de tecnologia produtiva,  abrangente a todo o tipo de trabalho, com características muito especificadas, que  modificou em profundidade, sobretudo o antigo sistema de contabilização comercial, e, essencialmente, na actividade bancária, com o surgimento dos Computadores (Informática, via Internet)
.

Com  um curriculum  laboral, sempre distinguido e documentalmente comprovado pelos serviços prestados com a maior honestidade e zelo, em diversas Empresas (nacionais e estrangeiras), onde dediquei grande parte  da minha actividade, incluindo a Bancária, (tanto em Angola como em Portugal Continental), por vicissitudes ligadas ao processo da "exemplar descolonização", estatutária e regulamentado pelo Governo na época, em relação aos que tinham vindo do Ultramar, foi-me concedida uma única pensão de reforma, a mínima no sector bancário, equivalente à de  nível de Aprendiz  da Banca!

Apesar da idade,  não muito longe dos 90 (noventa) e para que  a passagem à situação de Reformado (Bancário) não me conduzisse a um isolamento  significativo de ter sido  atirado para a prateleira dos "Anónimos e Ignorados", recorri a uma mais profunda aprendizagem do manuseamento dos  novos Computadores, a Informática, e... aí está o produto da  benéfica  descoberta de como passar o tempo  da solidão que nos afecta nesta altura, antes de irmos parar a nova morada, como esta:


E, assim ,  martelando no teclado, e... como a Internet é um Mundo,  fui descobrindo cenários que me fizeram relembrar acontecimentos há muito tempo vividos, em Angola (terra de naturalidade), como por exemplo, um certo dia, estando sentado à secretária de trabalho, um colega, dirigiu-se-me fazendo  a seguinte  pergunta: "O Colega sabe o que se está passando  neste momento em Lisboa ?". Respondi, "Não, diga-me o que se passa ?..."  A notícia  era  esta ..." Um posto de Comando Revoltosos, está  a levar a efeito  uma Revolução em Portugal.."   

 ...  Era o 25 de Abril, de 1974.

Agora, com os meios posta à nossa  disposição na busca de relatos e comentários expostos na Internet,   relativos a cenários de um passado distante, uma foto, por se relacionar com Bancários, despertou a  atenção, por se enquadrar na época que decorria o célebre 25 de Abril ...

   A  Grande  Classe  Bancária ...
Capítulos históricos..

Tá?!...

segunda-feira, 3 de março de 2014

Novidade ?...


Com todo o respeito, e sem qualquer tom de  sentido depreciativo, e total ausência de propaganda  com fins lucrativos ,  exponho aqui uma parte fotografada da  publicação "DICA da semana,  colocada, esta manhã , na minha caixa de correio,  cuja leitura , em pagina interior, muito me surpreendeu, na medida
 em que vem inserido uma explicação, de que ressalto o seguinte:


"Estatuto Editorial Jornal Dica da Semana

1- O Jornal Dica da Semana é um semanário de distribuição gratuita, porta-a-porta, que tem como principal objetivo assegurar ao leitor o direito de ser informado com verdade, rigor e isenção.  A Dica da Semana pretende ser uma publicação autónoma e independente do seu proprietário em termos de conteúdos e publicidade, de maneira a ir ao encontro de um público mais abrangente, criando uma maior proximidade e afinidade com os leitores.!"...

De seguida, uma série de "instruções"  estatutárias , que, poderão ser acompanhadas pela leitura do jornal agora distribuído, porta-a-porta.

Assim sendo,  passamos a  ser beneficiados,   com a distribuição "gratuita", ( segundo o Estatuto) de mais  uma nova fonte de informações,  que  poderão vir a ser  de muita utilidade para  aproveitamento do  "Zé Povinho"-

As melhores felicitações por tal  "benéfica" iniciativa..

Tá?!....



domingo, 2 de março de 2014

A esperança é grande consoladora...

Vai a caminho de  três meses, que, acerca da catástrofe que levou  Estudantes Universitários para o fundo dos oceanos,  desaparecidos , de tal maneira,   em que só  dias  mais tarde  foram encontrados, prodigiosamente,  os seus corpos , após intensas  buscas levadas a efeito,  por Agentes da Marinha  Portuguesa, que  publiquei este blogue, " esperançoso":»

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Ouço, agora, a todo o momento, pela televisão,  e leio nos jornais, que algo de muito preocupante,-  acções beligerantes -  estão  a passar-se  no  Mundo, que nos pode  "empurrar" para  uma  situação análoga à  que conduziu à  eclosão de uma guerra mundial,  em que bastou, numa altura ,a deflagração de um bomba atómica, para em segundos,  acabar com a vida   de inocentes  seres  humanos, como , aliás, é do conhecimento generalizado.

A crença no sentido de virem a ser encontradas, nas buscas, os cadáveres dos Estudante....resultou  no que toda a Gente ja´sabe-  apareceram , dias depois,  todos os corpos, que depois, foram sepultados em Terra Firme.
                                                                      ************

Faltam , agora, 3 anitos para atingir  os  meus  90  (noventa) anos de idade .. ( se lá chegar !...).

Vivi,  ao longo dos tempos, como aliás, é natural,  períodos bons , menos bons, alguns cheios de mel e, não rara vezes,  outros, um tanto  "avinagrados.".

 Um dos  momentos mais belos e felizes  da vida,  foram os que me levaram ao altar, em Luanda (Angola) para  colocar a aliança matrimonial,  no maior Tesouro, que tive - a encantadora Esposa, -chamava-se Alvarina Teresa..-  Foram Sessenta anos da aliança  dourada,  matrimonial,   encaixada  nos dedos das mãos.....
 E o momento mais  caustico , . foi... sentada serenamente  a meu lado, olhando-me  um pouco  sorridente, directamente   nos meus  olhos, e, fechando-os de seguida... "desejou.me"  um  ETERNO ADEUS., porque  Nossa Senhora  acabava  de a vir  buscar, para  a  transportar   para junto de Deus. no Céu.  Seria perto das 12 horas do dia 12 de Novembro de 2010. Que Deus a descanse em Paz.

A despeito do turbilhão dos  sucessivos e enfadonhos  acontecimentos  mundiais que a toda  a hora nos vai apavorando,  como a expectativa  de eventuais deflagrações  de  "declarações de guerra",  mantenhamos a Esperança  nos homens do poder para agirem de forma intencional para  que não prejudiquem  os que ainda  mantém a  Fé em Nossa Senhora   no sentido  de permanência de clima de

                                                       PAZ, e SOLIDARIEDADE 

ente os  Homens ( e Mulheres) de BOA VONTADE... - Que Nossa Senhora nos livre  do  Inferno ..



                                               Imagem centenária...

                          Olhão,  02 de Fevereiro de 2014...- Domingo.
 Tá?!..


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sábado, 1 de março de 2014

Alcatruzes benéficas na vida...


Uma vez mais, ao passar junto das bancas que expõem os seus artigos à vista do publico,  notei que de entre os  imensos  jornais , e revistas, expostos,  destacava-se o jornal regional "Brisas do Sul"..  Adquirido o numero 171 deste jornal,  após descansada leitura,  em casa,  numa página do seu  interior conteúdo literário,  verifiquei a inclusão de um artigo meu "bloguista",  titulado " O clarão das recordações". Obrigado pela gentileza!.

Uma curiosa particularidade, que me despertou francamente, a atenção,  foi um artigo subscrito por Sandra Santos, acerca dos 38 Anos de actividade jornalística do Director e Editor,  Luís Gerardo Viegas.


Notei a história  do seu  grande  percurso nas lides jornalísticas, e reparei  numa circunstância descrita no seu curriculum, que nascido em Olhão,  "viveu a sua adolescência e juventude na então aldeia piscatória da Fuzeta, concelho de Olhão,  onde fez a instrução primária e as suas funções profissionais exerce-as, em paralelo desde  desde sempre com a pesca profissional e o jornalismo profissional."

Sucedeu-lhe, a certa atura,  o mesmo que  eu próprio  também senti, quando me vi, por razões emergentes do processo da "exemplar  descolonização" de Angola, a sensação de ter sido atirado para a "prateleira"..

Como relata  Sandra Santos, no seu artigo, que "Como não era homem para ficar parado, à espera de outras oportunidade..."  acabou por  sair  vitorioso  das " outras oportunidades..."

Porém,  a "rábula" desta minha programação assenta no seguinte:

. Sendo uma Pessoa que eu desconhecia inteiramente, quando caí de "pára-quedas", nesta linda cidade de Olhão, não deixo de reconhecer ,  efectivamente,  a  sua  capacidade de visão que abrange muitos aspectos construtivos, pois, lá foi descobrir que um velhote, que eu sou,  com  86 anos de idade, que  se  entretém  a publicar algumas "aventuras" no seu cantinho "bloguista", na Internet, com 40.264 visualizações de página e com 19.931 (dezanove mil, novecentos e trinta e um) visitantes de outras galáxias), por todo o mundo, neste preciso momento,  serviu de base  para ter a honra de ter sido  publicado no número do jornal acima fotocopiado, de que é Digno Director.  Bem  haja  !...

Tá?!....