segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Profeta da desgraça ?... NÃO !... OPTIMISTA ...


Ao abrir a janela do quarto onde passo a noite a fingir que durmo, fiquei deslumbrado com o espectáculo que a natureza entendeu prendar-no ao amanhecer nesta  primeira madrugada do  período  do Outono, de que o mês de Setembro se despede, tendo "afortunado" ainda mais  as algibeiras de uns tanto felizardos, e, quanto ao não contemplados com a sorte, mantenha-se a esperançazinha de que melhores dias ainda poderão estar para vir !

As nuvens que se vão aproximando, anunciar-nos-ão se os tempos nos darão a boa espiga de milho, centeio, e o trigo que moldará o Pão Nosso de Cada Dia, ou se, contrastando, nos mergulhará num clima em que só usamos chapéus de chuva (para protecção) idas às Farmácias para tratamentos  causados por um clima de mau humor, solicitações socorristas para acesso a Hospitais e/ou outras Organizações para salvamento de vidas.

Há uns tempos atrás, aproveitando umas ramificações, ainda da cor verde, fresquinhas e bonitas, tipo palmeira, que alguém deitara para  os contentores de lixo,  idealizei um santuário em que coloquei uma imagem de Nossa Senhora,  de que muita gente apreciou.

Como disse, a edificação foi realizada com os tais ramos espinhosos, muito verdinhos, por serem novos, embelezando o quadro que pretendi dar cor, saudável e abrangente.

Semanas decorridas, quis aproveitar as mesmas ramificações, para nova experiência.

Só que, com o tempo, elas  envelheceram, de tal forma que as cores passaram  de verde a serem  acastanhadas. E o que mais me custou, agora, foi a mudança, pois, ao pegar nelas, os seus picos  passaram a ser tão dolorosos, ao ponto de produzirem feridas nos dedos, e sangramento na ponta  dos dedos da mão.Mas a Imagem da Virgem Santíssima não teve qualquer alteração, devido ao tempo, continuando calma e serenamente a contemplar os homens e mulheres deste mundo, que, entretidos na sua mundana vida, parecem esquecer o que há de mais importante, a Fraternidade e Solidariedade entre os Homens.



Tá?!...

domingo, 22 de setembro de 2013

Gentilezas...

Faço aqui uma excepção ao meu projecto de, quando emitisse os meus blogs, não personalizar, em particular, a origem  de quem me endereça, ou recados ou quaisquer tipos de conversações, de âmbito particular e/ou  familiar,  por esta via, mas, o meu elevado grau de sensibilização, e agradecimento, ultrapassa o que acaba de me ser enviado, por parte de uma respeitável Leitora, em consonância,  com um recente blog, há minutos publicado.

Respeito,por omissão, o nome da autora, mas reproduzo,  o texto que me acaba de enviar, que muito agradeço:

"Compreendo-o tão bem! Se soubesse a quantidade de documentos, velhas fotos, pequenos objectos,  que  guardo em caixas, gavetas, sacos... Desde certidões de nascimento, casamento, óbitos, até desenhos e bonecos de plasticina e gesso, feitos por filhos e netos. Às vezes, vem-me à ideia desfazer-me deles e, não consigo. Ficarão cá. Um dia, quando eu for cinza, alguém encarregará disso. Tá?"

Bem haja, Grande Senhora. As minhas melhores saudações, e os meu respeito pela liberdade de transcrição textual.

Tá?!...

O "apagão" das memórias...

Creio que não haja  ninguém, neste planeta,  que não se tenha confrontado  com  problemas, de vária ordem , que ao longo da nossa existência  terrena, vão surgindo, desde  o berço, e,  mesmo até após o dia em que o coração deixa de bater de vez.

É  a legalização  documental do nascimento,  a  certidão para isto e para aquilo, o atestado  comprovativo de que se está ainda vivo, o diploma do curso que vai  ser suporte para admissão de lugares bem remuneráveis em direcções de Empresas e outros diversos Organismos, fotos renovadas para os BI`s caducados, a carta de condução,  etc. etc. até que surge  a necessidade, final,   de comprovar  de que o individuo morreu - o  atestado de óbito!...

A minha longa experiência do que já tive  que  passar  para, ao fim da vida, conseguir ainda ter capacidade mental e física  para  poder alinhavar estes blogs,  martelando um teclado do computador, informático,  advém  daquilo  que  quase sempre vem expresso através  do  que vem  registado  e prescrito  em  papelada, e mais papelada-documental.

Mais tarde, damos conta  da montanha de papeis e documentos, que foram indispensáveis,  e que  agora "repousam la nas prateleiras" eternamente !... Como recordação !

Eis  um exemplo:





Foram muitas as  situações  e casos  "ferruginosos" que foram tratadas, e  na maioria  obtive  pleno `êxito.  Reclamações,  de pratica de injustiças, não tinham mãos a medir.  Valeu a pena ter sempre posto "mãos à obra", pois de um modo geral,  sempre saí Vencedor  naquilo em  que me metia.

Agora, sou um Velho, para aqui atirado para um canto  à frente de uma secretária envidraçada,  a escrevinhar factos de um longo passado, a fim de afugentar a solidão motivada por   recente viuvez, que completou  sessenta anos de uma feliz convivência  nupcial.

Dos perto de meio milhar  de documentos, arquivados, há  um, que me emociona, dada a  natureza e a distancia  temporal, dos factos; vou então reproduzir, somente uma parte do teor do documento em causa:

Datado de Novembro de 1972, extraí o seguinte:

"República Portuguesa
UNIVERSIDADE DE LUANDA. 
Gabinete Psicotécnico

Nessa data, requeri um exame sobre  o traumatismo causado a um estudante (meu filho) por professores "desatentos", que o deveriam proteger (e não agredir). O "drama" escolar,  que  amedrontava o estudante, meu filho,  de tenra idade,  era o "terror" das provas, ultrapassado  posteriormente.

E o texto que muito apreciei, inserido no dito  documento, subscrito pela Direcção do Gabinete Psicotécnico, da Universidade de Luanda - Província de Angola, tem a seguinte redacção:

...Se nos é permitido um elogio, ele vai para os pais, que excluíram (inteligentemente) a punição física. De resto, pelo teste de CORMAN, verifica-se que o ambiente familiar é bom".


Alguma documentação fotocopiada, remonta já, aproximadamente, a 1940.

Tá?!...

sábado, 21 de setembro de 2013

Imutáveis memórias...

Saudosos Progenitores - Carmo Ferreira.
Surpreendeu-me  o numero de contactos que me tem sido solicitados, a partir de vários  pontos do País  (e do Estrangeiro) em razão dos meus recentes blogs, nos quais tenho desenvolvido simples narrações históricas  familiares, de quem, entre um grande número,  nunca mais tive noticias ,  desde que passei à   maioridade - 18 anos. A disseminação de  uma  grande Família,   levou-me  a ,pesquisar,   por via Net,  por  onde anda  espalhada o "monumental"  seio familiar... os...

CARMO   FERREIRA  ?....

 Esta foto não está muito longe de completar já um século de existência. Nem tampouco conheço o local exacto,   nem a  data, pois seriam dados que só os  adultos,  nela incluídos (já  falecidos),  poderiam   prestar esses dados.

Pousaram para esta,  (quase centenária),  fotografia,  a minha Mãe ( Maria Helena), o meu Pai (Domingos),  o meu tio (Rogério), o  meu tio (Ricardo), o meu tio (Fernando) e mais outros  membros  da família, de quem  já  não consigo  lembrar-me  dos respectivos  nomes..

 Os "pequerruchos" ao colo, dos Tios (Rogério e Ricardo), sou eu (Armando) e o meu irmão (José Duarte- o Zé Bate), ambos de tenra idade na altura.

Observando esta película fotográfica, quem diria, naquela data, rondando ainda a ponta final do Século IX, que os dois "irmãos", pequenitos, viriam a ter netos(as) e bisnetos, com o estimulo de Avós, já bem perto do inicio do Século XXI .

Eis, agora,  apenas alguns descendentes que , de quase todos aqui fotografados,  nasceram  em várias  localidades do  nosso Globo Terrestre, em Continentes diversos .

Paula e  o  Álvaro (Lito).
As quatro Nétas (Ana Cláudia, Ana Teresa,  Carolina e  Mariana).



Avós e Netas(foto obtida em Pombal-Portugal).

Álvaro (Lito), Kikas,  Paula e Ricardo..


O sobrinho Zézinho e... Netinhas ...

Saudosa  Maria João......
Paulo ( e Mãe Maria João)











O Mandinho e o Zé Bate.
















Acreditando numa sondagem que, "ardilosamente", mas com a  melhor das intenções, alguém  levou a efeito, por estes dias, pretendendo  saber quem é, actualmente,  o mais idoso na Família  que atinge o  vértice superior da pirâmide, ainda  vivinho da costa...  eis o resultado !!!...


         Sou eu,  Armando - o "Mandinho" - quando  era tratado, carinhosamente, enquanto  "Gentleman"...

Tá!...

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Memórias imutáveis...

Imbuído pelo terno preconceito de que devemos respeitar saudosamente  todos os entes-queridos que  Deus já  tenha chamado à sua Divina presença, e sem  sentido  de querer desprestigiar  quem quer que seja,  ou  subestimar este ou aquele, venho dar  prioridade a um acontecimento, que  na vida muito me emocionou, não há muito tempo.

Já reportei, em blog antecedente, que do enlace matrimonial de um  tio meu - Carmo Ferreira - realizado, religiosamente, em Lisboa,  nasceu, mais tarde, a minha muito querida e saudosa Prima, Maria João.   Curiosamente, lembro-me ainda, que, como esse meu tio tinha elevadas divisas militares, no acto em que os "camaradas" cruzavam, em respeitosa saudação, as suas espadas, à passagem pelo corredor dos nubentes, engalfinhar-me com   um saudoso primo, infelizmente já falecido, por insistir saudar  os noivos, à semelhança dos militares, usando um  bastão infantil, que era minha pertença.

A vida foi correndo e, por determinação do Comando do Exército, devido ao elevado posto do meu Tio,  toda a Família foi depois residir, em Goa, Estado da Índia, ainda portuguesa, onde nasceu então a minha Prima, Maria João (também já falecida, infelizmente).

Muitos percursos se deram, antes do posterior regresso a Lisboa.

Certo dia, emotiva mente, foi-me dada a noticiai, que o segundo dos quatro irmãos, nascidos do Casal, tinha falecido .

Como o tema principal deste meu bloguismo assenta na vivência dos Carmo Ferreira, no Mundo, vou tomar a liberdade, emocionalmente, de publicar a foto recebida do JOÃO PAULO DO CARMO FERREIRA  BOLÉO  TOMÉ, efectuada em Lourenço Marques - 24/1/66.

Seguem igualmente fotos da Querida Mãe,  Maria João Carmo  Ferreira Boléo Tomé.

Eterna saudade...


Em tempo oportuno, tenciono adiantar  algo mais sobre  o posterior  "crescimento", familiar, que disponho...

Tá?!...

... Não apaguem a memória ... aos "valerosos"..

 ...  que ... "se vão além da morte libertando..."
         
Luís de Camões - Lusíadas

 ... Recordando a numerosa  e digna família ... CARMO FERREIRA !




Mantendo o que assumi num dos meus últimos blogs, o compromisso de reviver, através destes alinhavados, uma retrospectiva da passagem por este Mundo, de Pessoas que  marcaram para sempre, na minha alma (já perto em vias de extinção) os seus sábios ensinamentos de conduta honrada e digna na vida, que me impregnaram, o que sempre cumpri e conduzo  os mesmos sentimentos de honradez e solidariedade aos meus descendentes que comigo  ainda convivem...

Foram  impulsionadores nestes sãos princípios, os meus saudosos e queridos  Avós, Helena e Joaquim  Carmo Ferreira. (V. foto).

Um  glorioso quadro que,  fotografado pelo próprio Pai, na época,  transmite-nos uma  sensação, tal modo emotiva, que, no meu caso pessoal,  até as lágrimas me  assolam aos olhos.

A Progenitora Mãe, Helena,  rodeada dos filhos ascendentes do Casal, Carmo Ferreira, 

Estes meus tios (figurando aqui , também, a minha própria Mãe) exerceram, ao longo das suas vidas, cargos de elevada responsabilidade governativa, missionária, altos cargos militares, e outros muito dignos, em diversas partes do Mundo, a saber:- .  Estado da Índia Portuguesa,  Macau, Timor, Angola, Moçambique, S. .Tomé e Príncipe e... neste  Território... " à beira mar plantado"...PORTUGAL.


Mãe e Filhos (Maria Helena, Dulce, Gabriela,  Rogério, Ricardo e Fernando).

Tá?!...

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Fraternização ... prolongamento...

Porque o meu blog, intitulado "Fraternização", recentemente publicado nesta página da Internet, moveu e despertou um  extraordinário interesse por parte de muitos Leitores, que se me dirigiram, pela mesma via,  saudando-me por ter tido esta iniciativa de exteriorizar momentos felizes e de certa maneira íntimos da vida, com o suporte de fotografias anexadas, o que certamente  teria sido principal motivo de entusiasmo, provavelmente  por  reconhecerem Pessoas que já não viam  há bastante tempo..

Sendo  um bom veiculo condutor  para que se "reencontrem", imaginariamente,  pessoas de quem já  tinham saudades, e que já não se viam  desde a infância.  resolvi dar um contribuo para que as Pessoas possam desfrutar  momentos de alegria,  com as minhas insignificantes  publicações bloguistas. Assim nesse sentido começo por manifestar a minha satisfação em enquadrar no sistema um período de feliz e harmoniosa  vivência  em  que me foi possível conviver com os meus queridos Primos, em Angola, e em Portugal, com os quais joguei muitas vezes  às cartas e com as fisgas caçarmos passarinhos barulhentos.

Filhos de uma saudosa  tia minha, Dulce,  e de um mui ilustre , Chefe de  importantes  Departamentos  Camarários, em Luanda - Excelentíssimo  Senhor JOSÉ  PEDROSO  BOTAS. infelizmente já falecido.

Pois, por este meio,  queridos Primos, saúdo-vos, quer   estejam no Continente Europeu, Africano, Americano, Australiano ou mesmo no Polo Norte ou Sul...

Ao José  Ricardo, que cuide bem dos seus filhotes. Ao José Manuel, o mesmo. Ao José Duarte e ao José Carlos, que me informem, se já têm rebentos  que também  incorporem  no nosso elemento familiar ...Carmo Ferreira !. OK?...

Eis os meus primos, enquanto novinhos que nem  uns passarinhos ruidosos.

A Mãe, Dulce, e o Papá Pedroso Botas.



Eis os Mandões da  Família  nos tempos em que não havia , ainda,  a Televisão em Angola... José Ricardo, José Duarte, José Manuel e José  Carlos...

Tá?!...

Fraternização...

De há muito que ando com a ideia de levar a efeito um programa de índole muito pessoal, resvalando até ao foro de propensão Familiar, porque, no decorrer dos tempos, tenho vindo a ter conhecimento, e apercebo-me,  que, provavelmente , que  por  razões  decorrentes dos processos de descolonização, e/ou outros menos catastróficos, o desmoronamento  da árvore genealogia da Família, Carmo Ferreira, tornou-se de tal forma tão extenso e espalhado pelo Mundo fora, porque, vou tomando conhecimento de existência de residentes de elevado grau de parentesco muito próximo, no Brasil, na Nicarágua, na América, Angola, Moçambique, Canadá, Venezuela, África do Sul, França, Bélgica, Inglaterra, Argentina, e outros territórios que não me ocorrem, no momento.

Está sendo perspectivado um tipo de encontro-convívio, entre todos os Participantes que tem descendência sanguínea de quem  foi um  grande Vulto na história descolonizadora  de Angola,  e aí sepultado sob a Bandeira Portuguesa, e que honradamente, o seu  nome, Carmo Ferreira,  fora sempre respeitado,  incluindo uma Avenida que  tinha o seu nome próprio» "Av. Joaquim Carmo Ferreira".

Sou  neto descendente de um  honrado "Colonizador", que sempre soube respeitar as estrofes de Camões, dos Lusíadas. Aos 86 anos, de idade, já perto do  fim da vida, presto  homenagem a tão respeitável e sublime nome de quem  possuo uma origem sanguínea - Carmo Ferreira.

Respeitosamente: sobreposição  de fotografias, algumas já centenárias e a grande maioria destes membros familiares, infelizmente, já faleceu..

Descendência - Família  Carmo Ferreira ( inicial).

 Tá?!...

terça-feira, 17 de setembro de 2013

A coesão social...por onde andas ?


Em eleições anteriores, tive o ensejo de apreciar, através dos "panfletos" distribuídos à população,   as vozes reivindicativas na defesa dos Idosos, que na 3ª idade, é por vezes negligenciada e vivida em solidão.

Bem hajam todos aqueles que, indistintamente,  obtiveram êxito nas respostas adequadas, nesta área, para o bem estar e felicidades de Todos, sem excepção alguma.

Aos  ex-candidatos, como aos actuais,  as maiores Felicidades, e que Deus os ajude !...


Tá?!...

domingo, 15 de setembro de 2013

Moralismos? Não !... Respeitabilidade...

No inicio deste verão, tive a oportunidade de, com a minha insignificante máquina de filmar, ter tido a honra e um grande prazer de colher imagens da inauguração  do monumento  erigido em  homenagem  dos heróicos combatentes que deram a suas próprias vidas pela Pátria Portuguesa, no Ultramar. Foram momentos de grande emoção e, nalgumas faces dos presentes neste acto, correram lágrimas de grande comoção.

O tempo voa, e, pela estrada fora, inaugurada na altura, por Altas Individualidades Militares e Civis,  com o nome de "Rua dos Combatentes do Ultramar", diariamente circulam viaturas automóveis, entre as quais, ambulâncias e carros de Bombeiros, em socorro de gente "encalacrada"; pois bem perto  existem instalações de assistência hospitalar e  grandes mercados com belíssimas variedades do que é hoje em dia  indispensável. Não muito distante, um importante Organismo Escolar, um Núcleo da Cruz Vermelha para assistência infantil e outros diversos estabelecimentos,  tanto oficias como particulares destinados ao comércio, indústria hoteleira, que constituem um alargado Concelho Municipal.

Há quem, respeitosamente, de quando e vez, deposita ramos de flores, junto ao monumento, recentemente inaugurado.

Diz-se que "não há bela, sem senão ...", e pelo o que se assiste, até chega a ser verdade, infelizmente!.

E, felizmente é uma zona tranquila, não afectada por grandes catástrofes atmosféricas, para além de algumas fortes chuvadas e teimosas ventanias que insistem em levantar as saias as encantadoras Senhoras na rua, ao ponto de serem expostas as vestimentas intimas; e tudo acaba por acalmar todos os ânimos que uma tempestade passageira atormentou esta Gente Pacífica.

Há efectivamente excepções, como seja, insultos de janela a janela, de provocação entre condutores mais enervados ao volante dos seus automóveis, enquanto conduzem. Mas, mais à frente fazem as pazes, e todos seguem sorrindo...

Mas o que chega a ser realmente confrangedor, é uma total indiferença  do que volta e meia se nos depara com a pintura nas paredes de palavras ofensivas, provocadoras e insultuosas que muitos "espertinhos" ou mesmo "espertinhas" se entretêm a colorir, indecentemente, os muros. E, o que mais me constrange, é a ausência de ordem de um "apagão"  por parte de quem deveria ter a obrigação de mandar apagar esta vergonha, escandalosa !.

E, se me permitem, vou agora tocar num ponto que considero  muito sério. Numa estrada  que foi centro de reconhecimento de heroicidades levadas a efeito por homens, e mulheres que, fora do  seu País se bateram em prol do que é digno e humano, e dos direitos e respeito que assistem aos que são sérios e cumpridores das Leis, confrontei-me esta tarde  com um espectáculo que muito me sensibilizou, negativamente. Ao cimo de um dos contentores de recolha do lixo doméstico, ao sabor dos ventos um grande embrulho reluzia perante os raios solares que incidiam no volumoso dito "lixo".
E querem saber qual  era  o  conteúdo  que alguém  considerara como  sendo "lixo" ???... Fiquei estupefacto... era Pão, que ainda sabia a fresquinho!...

Moral da história ...  oh !  miserável, onde páras ?...






 












Tá?!..