domingo, 13 de agosto de 2017

LIVRO (Continuação) - pag. 9.

DOMINGO,  13 DE AGOSTO DE 2017.

Antes de mais,  ao sair de casa, esta manhã,  por volta das  8 horas, dei de caras com este impresso que estava colocado sobre o vidro do automóvel,  sobre o limpa pára-brisas, e reparei   que o mesmo sucedia  aos   restantes  automóveis, estacionados  ao lado...

Panfleto
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Regressando a casa, após ter  sido servido,  no Café Kubo, o meu mata-bicho,  sentei-me  à  frente do computador, e iniciei,   com o  matraquear das  "letrinhas".  o presente  blog . Após ter ligado a televisão,  comecei,   como habitualmente, a estar atento  à  celebração da Missa Dominical.

Hoje é um  Domingo muito  especial, e querem saber porquê ? Embora se diga que o dia  13 simbolicamente é azarento,  durante o dia de hoje, toda a população  Olhanense, e restantes  regiões do País,  têm o privilégio de  festejarem  , gostosamente,   um  acto popular, anual,  que consiste em lhes ser proporcionado o que ha´de mais saboroso, e apreciável,  em matéria   marisqueira, considerada  a melhor do Mundo... Por isso,  estamos festejando, alegremente, o

                         FESTIVAL  DO  MARISCO  DE   OLHÃO...





Que bela  mariscada.., em  Olhão...


Portanto,  de acordo com o  que  a  " Grande Empresa de Olhão"  vem propagando através dos anúncios que estão sendo colocados (misteriosamente) nos para-brisas dos automóveis . este seria ´o tal  momento, apetecível,  para  se poder  apreciar a golodice ´das lagostas, camarões,  mexilhões,  e muitos  mais..

. Mas ( há sempre um "mas"  que, quase sempre,  vem   escangalhar  tudo !... Mas,  o "mas"  desta vez,   vem mas  é ´ dar   mais  alegria e satisfação aos nossos  desejos de divertimentos bastante saudáveis, como se  nota nas fotos aqui, acima,  reproduzidas..

                                      as célebres  anuais  mariscadas de Olhão...... 

Mas Olhão,  historicamente  denominada   por   Olhão da Restauração,   é uma cidade muito cultivada por um progresso devido ao renascimento das suas capacidades  em  todas as ´
 áreas, que a  conduziram a um elevado progresso, hoje reconhecido mundialmente,  como atestam as escolhas preferenciais por parte  dos Turistas como  também de  Famosos Proprietários de  Empresas de vulto, que aqui se vão  instalando ,tanto no  no ramo comercial , industrial  ou  agrícola. E... qualquer dia,  já depois dos meus  próximos  90 anos de idade.  quem me diz que não será  também  a exploração do próprio  petróleo (?)...

E o próprio "Caíque de Olhão" que  foi ao Brasil comandado por olhanenses. afim de  levar a notícia ao  rei  D. João VI, exilado, no Rio de Janeiro,  de que tinham corrido, daqui,  com os invasores franceses,  possibilitando ,  assim,  a independencia do nosso querido Portugal !...







O quê ?  Vem aí o petróleo,  tal como  me aconteceu, bem perto,  quando vivi em Angola ?!.. Não me digam ....
Caíque "Bom Sucesso"  - Recebido no Rio de Janeiro (Brasil)

Caíque "Bom Sucesso"-  Olhão.  ( Réplica do original)-  


  ( continua)...









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sábado, 12 de agosto de 2017

LIVRO ( continuação) - pag. 8

A despeito da projectada desistência de começar  a escrever um Livro, conforme o desafio  transmitido pela  Internet,  cá estou de novo, a matraquear o teclado do computador, para mais uma "reflexão", com base no que vou lendo,  quando as condições de  saúde ainda o  permitem...


Como, aliás, ja o demonstrei  através de publicações  anteriores, presentemente aufiro , simplesmente, uma única pensão de Reforma, a  legislada no sector bancário,  que me dá a possibilidade de ainda  viver, com algum ligeiro  conforto. Exerci  funções de chefia contabilística, e directivas,   em  Angola,  num  Banco ( Banco Totta-Standard de Angola) em que fui  também protagonista na sua inauguração, e mais tarde ( decorridos 10 anos)  forçosamente " exilado", por razões inerentes à "Exemplar Descolonização".,  e que, também,  por razões de saúde. tive  que  vir cair, mais tarde,  de " paraquedas"  aqui em Portugal, onde, durante algum tempo estive, exemplarmente, a  trabalhar   em  algumas empresas em que prestei serviços contabilísticos, a inteiro contento dos seus Proprietários.  Acabei, porém, mais  tarde  por  ser readmitido como Aprendiz, e por força de um Despacho Ministerial, no Banco Pinto e Sotto Mayor, posteriorrmente Banco Comercial Português- MILLENNIUM- BCP ".  onde, decorrida uma certa actividade numa agência deste  dito  Banco, por motivos muito especiais,  fui " catapultado" para a situação de Reforma, com direito a uma simples  pensão, equivalente  ao salário minimo e redução de nível,   equiparado ao de um salário de  "Aprendiz da Banca"- É a única pensão que recebo. apesar de ter trabalhado  também noutras  empresas, tanto em Angola como em Portugal, nas quais descontava, mensalmente  para. o fim social, e que,  de nenhuma delas,  não    aufiro  sequer   um único centavo,,,

O meu actual rendimento de sustentabilidade  foi  legalizado à maneira  da Reforma  à  maneira  antiga,  e é este:

 Um exemplo:...


No entanto, durante a minha actividade laboral/profissional  exercida  noutras  Sociedades e Empresas de  elevado Capital  e constituição,  sempre tive o melhor acolhimento, e exemplar exercício,  de que possuo documentação comprovativa, como a  que de seguida reproduzo , como   por exemplo, da firma Nacional Rádio,  na altura propriedade do   Banco Pinto & Sotto Mayor.


                                   (Transcrevo, parte,  para melhor leitura...)
 
Não pretendo vir agora, aos 90 anos, armar-me em  "menino  prodígio " que atingiu o pico da "credibilidade" e "seriedade" , exercida ao longo da  sua vida, mas aqui vai um alerta...


Já  agora , aqui vai mais um grave problema, que considero extremamente grave...Vem publicado na imprensa o seguinte:



A classe "Sénior", segundo a minha maneira de ver e  analisar  as coisas,   é  a  que   mais  capacidade, tem,  dada as suas experiências, de poder   avaliar a sustentabilidade de vida que com os seu esforço  trabalho, irá deixar  uma herança,   ainda aproveitável,  para,  por enquanto,   se  poder viver em Paz e Tranquilidade

 Pois, considero que um euro para adicionar ao subsidio de reforma, é uma ofensa, e  um insulto,  aos que dela sobrevivem

Desculpar-me-ão  o gracejo... mas não é ,de maneira  nenhuma, com qualquer  sentido ofensivo!...

Se Salazar fosse vivo, até se ria desta "ratoeira vergonhosa " que se  pretende aplicar aos Velhotes"...

Tá?!...



sexta-feira, 11 de agosto de 2017

LIVRO (continuação) pag. 7

                                         Carta Aberta a uma Netinha....

Hoje, apeteceu-me dirigir uma Carta Aberta, à uma das minhas queridas Netinhas, a  que dá pelo nome de SISSI, que,  na realidade,  se chama Ana Teresa..

Faço-o  pelo seguinte motivo ...

Ao dar a minha habitual  voltinha, pela manhã, ao dirigir-me à esplanada do Café Kubo, afim de tomar o habitual  chásinho com meia torrada. uma pequena  e bonita  avezinha  rodeou-me e  tentou apoiar-se  num dos meus ombros.  Achei muita graça e  entretanto afugentei-a.   Isto fez-me   causar   uma certa emoção, e, relembrei-me da minha querida neta, Sissi,  que trabalha em Lisboa, num Centro Comercial  em que se negoceiam, entre outras coisas , aves raras.

Esta minha Neta,  hoje  eximia Doutora, -  tal como as restantes -   quando de formou, ofereceu-me  um Livro, ( de que anexo uma fotocopia, da capa),  em que  no   meio de uma   das paginas  interiores,   vêm escrito  seguinte, além de outros.




AGRADECIMENTOS.

"... Ao meu avô. que.  com 84 anos. é um activo bloguista e presença assídua  no Facebook.
Obrigada por me ensinares que nunca é tarde para iniciarmos uma nova aventura.
                                                            ... obrigada por todo o  apoio . 

Mais tarde, esta minha Neta,  a quem eu lhe confessara que ia apanhando as penas que encontrava na rua , durante as  minhas passeatas,    como sinal  de adoração,  e futura  criação monumental,   recomendou-me que  parasse  de o fazer,  porque entre as penas colhidas, poderiam existir algumas portadoras de doenças.

É o que irei  cumprir, após ter tirado a foto seguinte:


A montanha das penas deixadas pela passarada...
Linda  Doutora.....


    Do avôsinho,,  Armando,
 que em breve virá a ser  BISAVÔ,
mas por  via de outra  Netinha !....   






 



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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

LIVRO (continuação) pag. 6

Relato histórico  de uma feliz e milagrosa   coincidência ...

Não me recuso em vir repetir um acontecimento que em Angola considerei ser  milagroso...

Viviamos nessa altura em Luanda ( Angola) ,  num bairro onde  onde foi  construída a vistos  Igreja da Sagrada Família,  no chamado Bairro do Café,  no Largo João Fernandes Vieira, 37.  onde tinha um barquito  que aos fins de semana era  atrelado ao nosso  automóvel Morris, . a caminho da Barrra do rio  Cuanza, onde metiamos o barco na agua e começávamos a  pescar os belos peixes existentes nesse caudaloso  rio angolano.

O nosso barquito com que iamos à pesca.. Estão aqui o Lito e a Paulinha,  jovens Estudantes  encantadores.....

Claro que os nossos Filhos não nos acompanhavam nessa actividade de pesca  desportiva na perigosa  corrente marítima, nesse famoso rio angolano.    Os filhos,  Paula e   Lito, apreciavam mais a praia, para onde seguiam,  após a nossas partida. a caminho da pescaria.  Estávamos, portanto, no tempo do calor,  que em Angola é insuportável.

A foz do Rio Cuanza, para onde nos dirigíamos  pela estrada fora, ficava a uma distância de cerca  60 quilómetros da nossa  residencia,

Chegados ao ponto  onde descarregamos o barco para a superficie das águas tormentosas do rio,  me temo-nos dentro do pequeno navio e partimos  no sentido   da nascente,  depois de termos posto as canas de pesca  preparadas para fisgar o primeiro pargo que  se aproximasse   dos  respectivos  anzóis.

Decorridos mais ou menos  5 milhas a subir pelo rio,  confrontando a forte corrente contrária, heis que uma das canas  verga ao peso de um  peixe que ficara preso ´a amostra.  Para  facilitar a recolha do gigante pargo,  desliguei o motor do barco, e iniciamos a luta recolhedora do pescado.

Feita a matança  e acomodação a bordo, deste peixe,  peguei no arranque do motor do barco, para continuarmos a pescaria, sucedeu que o mesmo não pegava. Pedi a minha companheira pescadora, ( a minha saudosa Mulher, Alvarina Teresa,que  me chegasse  remo, que estava debaixo dos bancos,  afim de  desviar  o barco para junto da margem  do rio, e aconteceu que este se partiu,  não tendo servido para nada.

A minha querida Mulher até partiu  um  braço nessa operação de, com o remo,  paralisar o barco que já se desviara no sentido contrario à força da  corrente, encaminhando-nos, por isso, de termos   de ficar à deriva, por falta de condução motorizada.

Por ausência de qualquer tipo de socorrismo ,  a partir do momento em que  comecei a sentir a nossa   rápida  aproximação , e  à deriva, no direcção das perigosas ondas, na  foz do rio,  que já´se começavam a ouvir, à distância,  dirigi. : em voz alta, à minha saudosa Mulher, (Alvarina Teresa) que se sentia perdida, mais ou menos as seguintes palavras:.

"Dinha,  reza e faz uma prece   dirigida a Nossa Senhora de Fátima  que nos socorra e que nos salve de morrermos aqui na foz do rio...

Quer se acredite, ou não, ( agora depende da  interpretação , que cada um  queira dar a  seguinte  coincidência),  de imediato, e já a caminho da perigoss  junção do  mar com as aguas fortes  do Rio Cuanza,  comecei a sentir um desvio  no sentido à margem oposta, do rio,  e  forte ventania,  que nos conduziu a um   local  mais  tranquilo  e sossegado,  que  possibilitou que, alguns pescadores,  que nos estavam  vigiando  de terra,  se aproximassem,  mais facilmente,  do nosso barquito,  salvando-nos assim,  de um grave  acidente,   presumivelmente  mortal.

Os pescadores que de terra nos iam  vigiando ,   na maior  eram pretos.

No dia seguinte, dirigimos-os à Igreja e rezamos a Nossa Senhora, pois consideramos termos  sido salvos milagrosamente ,

Foz do Rio Cuanza,  com ondulações gigantescas. - Angola.
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Angola - Rio Cuanza.- Concorrentes na pesca...



Foz do Rio Cuanza- Angola.- onde iamos morrendo !...

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA-- Salvadora.

À pesca no Rio Cuanza - Angola

Brevemente mais contos para o nosso projectado LIVRO !....





quarta-feira, 9 de agosto de 2017

LIVRO (Continuação) pag. 5

                                                                 PORTUGAL

Um dos primeiros passos, em liberdade, teve lugar, na  altura,  portanto, já´depois de ter sido  "transferido" para a situação de Reformado  (Bancário), foi  de ter   publicado  um anuncio, num jornal local, ao qual, dias depois recebi uma resposta,  que em certa medida me agradou.

A VERCOOP -  União das Adegas  Cooperativas da Região dos Vinhos Verdes, perto de Santo Tirso, Agrela,  precisou de um Colaborador que desse conta do descalabro que se estava  a derramar em matéria financeira e administrativa. Nessa altura eu residia no Porto, Pedras Rubras ( Urbanização do Lidador) e, como tinha carro disponível , aceitei  o  compromisso de l lhes  ir  ajudar a endireitar o que estaria torcido.  Foi uma terra que eu muito apreciei, pois quando fiz várias visitas  outras localidades, a Norte do País,  onde  o  Vinho Verde era  um  tesouro quase que universal,  tive a oportunidade de apreciar   o que Portugal tem de magnifico em paisagens florestais.-  Espectacular. !

Há sempre um  "mas".. nas  coisas que nos pareciam belas... e aqui houve pelo menos um inesperado "ms"....

Em 4 de Dezembro de 1983,  subscrevi uma  carta  dirigida à Direcção da Vercoop,  anotando que tendo em consideração que em Assembleia Geral Ordinária de 28  de Outubro de 1983 condicionei a minha assinatura no próximo Balanço de 1983 à ressalva da exactidão dos valores transitados  para  o corrente exercício e que as posições que v. Exas acabam de assumir em resposta as minhas solicitações de meios para regularização de serviços me retiram os elementos de que necessito para o exercício das minhas funções,  rescindo, assim o meu Contrato Individual de Trabalho, pois  so dou valor ao que é digno, honesto e sincero. Ignoro o que se passou depois da minha  rescisão....

Novas situações se criaram após a mudança  de residência para a zona Algarvia,  e, mercê de opiniões de Gente Amiga,  continuei a prestar colaboração e exercer  actividades laborais    com quem  necessitava de ser ajudado. Possuo documentação comprovativa da lealdade, honradez e dignidade, com quem  sempre me comportei,  perante a flexibilidade da Natureza  Humana.

Foram, estas as principais  entidades  a quem  cheguei  prestar, temporariamente,   serviço profissional , mesmo depois de  reformado,   auferindo, no entanto poucas e ligeiras compensações   de ordem  monetária... na maioria  quase que ao preço de um simples café..

                             - M 7 Pastelaria. - Café Fonseca,  Lda. Faro.
                             - Carbonyl- Tintas, de Vasco Alexandre,  Pereiro - Torre de Natal.
                             -  AR - Proalgarve Investimentos - Antonio Rita- Vila Real de Santo Antóniio.
                             -  Grupo Naval de Olhão - ( Fiz parte da Direcção) .
                             -  Estaleiro de Sabino - construção de barcos mat. plástica  - Olhão.
                             -  E poucas mais....



Politicamente,  a  certa altura,  vivendo  já em Olhão, para   além de uma candidatura pelo Partido de Solidariedade nacional , PSN,   houve a eleição para deputado à Assembleia da Republica, em Portugal conforme o Edital do Govêrno Civil do Distrito de Faro, editando a lista dos que foram definitivamente admitidos à eleição para a ASSEMBLEIA DA REPUBLICA,  datado de 30 de Agosto de 1995,  cujo meu nome e da Alvarina Teresa ( minha estimada saudosa Esposa, vêm bem expressos.

No dia da votação, contabilizaram-se -se muitos  e muitos votos neste nosso Partido, votos que, na sua maioria eram  provenientes de " Retornados", que,sabendo que tínhamos vindo de Angola,
  mantinham  esperanças de virmos  ser eleitos, pois,  acreditavam na  melhoria  de vida propagandeada nas nossas  intenções  eleitorais.  Foi eleito apenas um candidato, desta nossa Lista..

No momento em que escrevo este blog,  estou aguardando a confirmação da   noticia de  que em breve  serei  eleito BISAVÒ... Já agora, um pequeno historial  sobre aqueles a quem  deixarei as heranças...

Num luminoso e confortável dia 23 de Setembro de 1955, pelas 23 horas, a paciente Mãe, ( Alvarina), no seu quarto de dormir, depois de ter solicitado às visitas  lá em casa. no bairro da Samba, Luanda, que recolhessem  âs suas residências, teve as suas primeiras dores de parto anunciando um parto  eminente, que assistido pela amiga enfermeira D. Júlia e pelo Pai, veio ao Mundo,  um encantador bebé, que sorridente, deu os seus  primeiros  sinais de boas-vindas à digna assistência.
        
  - Esse bebezinho, hoje, uma linda e encantadora  Mãe, dá pelo nome de ANA PAULA.

Um ano depois, numa clínica em Luanda, Casa de Saúde Dr. Machado Faria, assistido por um competente Médico, já  à noitinha, em 29 de Agosto de 1956, nascia um outro lindo rebento do sexo masculino, que mereceu alguns cuidados quanto a gestão maternal, e...

Esse novo bebezinho, hoje um  vistoso Papá, casado, de olhos verdes,. em vias de ser Avô,  dá pelo nome de  ÁLVARO MANUEL.

Com o espraiar de muitas auroras, da primeira nascera a ANA CLÁUDIA (SUSSU).  depois a ANA TERESA ( SISSI)   e seguidamente a ANA CAROLINA,  e do segundo filho (Álvaro) veio ao Mundo a linda e encantadora  MARIANA.

Pois bem...

Tem sido minha intenção,  substituir estas " palhaçadas da vida "  para  que em vez de fazer blogs, via Internet, igualar-me em editar em  Livro,  como o que de seguida reproduzo, que é um valoroso trabalho de quem  foi ilustre  Presidente  da Republica Portuguesa.( Anibal Cavaco Silva).


 Mas, há sempre um "mas" a complicar o sistema pretendido...editar um LIVRO , como o que a Net propõe, conforme publica,,,,
 Não é fácil, como julguei ....

 Por isso, continuarei a utilizar o sistema de   emitir  blogs e reproduzi-los  pela forma que sempre utilizei., ou seja, via facebook..  Contudo, limitar-me-ei,   a utilizar o sistema que , certamente,  virá a satisfazer a curiosidade por parte do Estimados Leitores -  a impressão  digitalizada na versão  generalizada:
                                                            TRIBO  TOTTIANA

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Universal...

Particulares...
Voltarei, de novo, pois  vou  dar arrumação à montanha de papeis , documentos, e  fotos, que háo de servir de base para futuros "  relatos  históricos "., interessantes, .. via bloguista...

Arquivos secretos...
 Tá?!...

LIVRO (Continuação) Pág. 4

O REGRESSO, A PORTUGAL"

... historiando ...

Com idas ao IARN ..  onde por vezes tinhamos que estar às 4  horas da madrugada, numa bicha, por vezes à chuva,  afim de colhermos algum benefício, e com um emprego que o Sr. Bandeira  me conseguiu, provisoriamente,  na MACORELI,  perto da  casa que acabamos de habitar, em Benfica, lá fomos compondo o ramalhete financeiro, para termos uma vidinha mais ou menos digna.

Foi  neste  intervalo,  de poder trabalhar, fosse no que fosse, mas  sempre com dignidade,  que recebi um telegrama para me apresentar no  BANCO PINTO & SOTTO MAYOR,, em Lisboa,  resultado do  extenso e glorioso trabalho de uma Comissão de Realojados, na defesa dos injustiçados Colegas vindos do Ultramar, no qual acabei por ser admitido nos seus quadros, mas como um simples APRENDIZ DA BANCA.   Após conversações intensas, e por  despacho ministerial,  acabei por vir a ser colocado  na Agência de Moscavide, onde fui bem aceite e compreendido,  sobretudo, por parte do Gerente da Agência, que compreendia o nosso sofrimento de  termos  sido vitimas  forçosamente "exilados" de Angola

 Para apreciação. do  elevado espírito e da  sua  capacidade gestora,  relato que o Administrador do Banco, Dr. Tavares Moreira,  em 20.1.76,  dirigiu um oficio a Direcção do Pessoal. e à atenção  do
sr. Acácio Modesto, que passo a transcrever uma parte da fotocopia extraída do original-

" Para satisfação de necessidade urgente de apoio à Administração da NACIONAL RÁDIO, SARL,   cuja presidencia nos foi confiada,  informamos que foi resolvido  requisitar os serviços do Sr, Armando Baptista, desalojado de Angola e empregado da classe G 1  na Agência de Moscavide,  atendendo às suas particulares aptidões profissionais

Foi assim que fui assumir a responsabilidade  nos Serviços Financeiros da N.R substituindo um profissional  que saíra e saneado por um conjunto de circunstâncias dificeis de rresumir.

Ao apresentar-me ao serviço da N.R., nessa manhã,  conduziram-me  a um gabinete cheio de reposteiros e com  diversas luzes condicionadas para o atendimento do pessoal, de imediato reuni todos os colaboradores com quem iria começar a trabalhar e anunciei-lhes que sempfre que necessitassem do meu contacto, de futuro,  não necessitariam de utilizar luzes previamente e que livremente poderiam falar comigo. a todo o  momento.

Para se ter uma idéia da grandeza dos negócios  da empresa, por dia,  cada camião  recolhia  às  instalações do armazem,, com o produto d venda dos seus artigos que, geralmente ultrapassavam cinco mil contos ( na altura em Escudos)  e de um modo geral em dinheiro

É portanto, com grande orgulho   que passo  a transcrever, uma parte fr um ofício que, em 11/4/77  foi dirigida pela Administração ao conselho de Gestão do Banco, e  de que me facultaram uma cópia:

"... Na realidade o colega Sr.  Armando Baptista fez um trabalho verdadeiramente excepcional,. É que ficou plenamente demonstrado que, além dos conhecimentos de ordem profissional  que o Sr. Baptista demonstrou confirmando tudo aquilo que consta do seu curriculum, as suas altas qualidades de pessoa humana  sobrelevante  (?) teve, além do mais o  benéfico  efeito de uma moralização (?) do ambiente de trabalho existente no sector financeiro da N.R.
Que para  os devidos efeitos o que precede fique fazendo parte do seu cadastro"

O meu ordenado, porém,  não sofreu  aumento nenhum !...


Foi-me denunciado,   por Colegas  da comissão de Trabalhadores, que o que motivou o meu afastamento da N.R., fora a inveja de Alguem com poderes muito elevados,  que argumenta ter mais direito do que eu para ocupar   oreferido lugar.

Adiantando mais um "problemazinho", com um certo  aspecto curioso...

Em 27/12/77, oficialmente acabei por ser colocado no quadro de pessoal da Agência do Banco Pinto & Sotto Mayor... em MATOSINHOS.

Em 13 de Setembro de 1979, subscrito pela esmagadora maioria dos Trabalhadores da Agência,  derm-me conhecimento de uma tomada de posição assumida pelos colegas, de  que passo a transcrever somente o seguinte:

"... Os abaixo assinados (...)  face à tomada de posição do colega ARMANDO BAPTISTA,  na última RGT,  realizada em  11~09.79, requerend um referendo à sua continuação como membro da comissão Local  de Trabalhadores, vêm pelo presente  dar-lhe o seu  voto de confiança na certeza que continuará a velar pelos interesses dos trabalhadores desta Agência.



Quiz o destino,  que vítima de uma feroz perseguição do novo gerente (que  também veio  de Angola, me movia, acabei por me encontrar na situação de reforma por doença desde 1 de Agosto de  1982.. Consequência por ter denunciado uma secreta vigarice,   que o novo gerente estava cometendo. O silêncio dos Bons, Descobri-lhe a careca...

O especialista em psiquiatria  pela Ordem dos Médicos, Dr. José António  Alves Carneiro dos Santos. atestava que a patologia no âmbito da sua especialidade que me  prescrevera, teve graves causas reactivas ligada ao local de trabalho actual, que impedia o normal exercício das minhas funções sob pena de agravamento.

Num certo dia, na cidade do Porto, um grupo de Médicos que se tornaram  Bons Amigos, e perante as expectativas que se adivinhavam quanto  ao futuro, face ao que se passara com o novo gerente, vindo de Angola,  a quem descobri a careca, pois vangloriava-se ter sido um grande Director, quando eu sabia, através de comunicações confidenciais que me vinham ter  à mão, que o dito não passra de um empregado   Caixa Móvel.

O médicos Amigos chamaram-me à parte e aconselhar-me o seguinte:

 "Baptista,  se te manténs  atrás de um balcão bancário... MORRES !. Mas, se saires detrás do balcão do Banco e   vieres para fora, em ....liberdade...  VIVES !.

Por isso, escolhi  VIVER...





(Brevemente mais notícias...)

Tá?!...




LIVRO (Continuação) pag. 3

     Dias  após a saída da firma  Sorel,  ingressei nos quadros da  PFIZER CORPORATION- Laboratórios Pfizer, Lda.,  da qual saí livremente, e,  a esse respeito, recebi em 19 de Janeiro de 1966,, a carta da qual sobressai o seguinte... " serve a presente para atestar perante qualquer entidade. que V. Exa. prestou os seus serviços aos Laboratórios Pfizer  de Angola, Lda. desde Julho de 1959
até 20 do corrente (Janeiro 1966) tendo exercido as funções de Chefe da Contabilidade e de Chefe de Escritório, sempre a nosso inteiro contento...".


No percurso das minhas actividades laborais, fui convidado a ingressar nos quadros da Empresa NEA -Nova Editorial Angolana, Lda -  proprietária do prestigioso jornal " O COMÉRCIO"   de onde saí, a meu pedido,  e da qual recebi a seguinte Declaração,  subscrita em 8 de Julho de 1959... " Declaramos  que o Senhor Armando José Carmo Ferreira Baptista,  esteve ao serviço desta empresa. como Guarda-Livros  durante um ano, lugar que sempre desempenhou com honestidade,  competência e zelo profissional"..."


Em 24 de Maio de 1966, da empresa MUNDUS  DE ANGOLA  ESTRUTURAS TUBULARES. LDA..  recebi a carta da qual  transcrevo o seguinte:- " Pela presente, e satisfazendo ao solicitado por V.Exa, informamos de que prestou nesta empresa desde 20 de Janeiro de 1965 a 30 de Abril de 1966, como chefe de contabilidade  do n/ grupo de sociedades (Mundus  de Angola, Estruturas Tubulares, Lda.,  Electrotécnicos Reunidos ( Luanda) Lda.,  Camiões  de Angola, Lda.)   tendo  desempenhado as suas funções com  assiduidade, zelo e honestidade profissionais, tendo-lhe sido concedido a demissão dos n/ quadros a pedido pessoal".

 Foi após este longo percurso onde trabalhei sempre na edificação económica do País que me viu nascer (Angola), que a convite, ingressei nos quadros do BANCO TOTTA-STANDARD DE ANGOLA,  logo de inicio da inauguração e abertura das suas portas ao publico..
Retenho, entre outra documentação, uma Declaração subscrita em Luanda, pela Direcção do Banco,  datada de 22 de Agosto de 1973,  nos termos seguintes: "Para efeitos de sua inscrição definitiva, como Técnico de Contas, na Direcção Provincial dos Serviços de Finanças. declaramos que o  Sr. Armando José Carmo Ferreira Baptista, tem exercido funções de contabilista neste Banco desde
24-8-66  e que no desempenho  destas sempre tem demonstrado  excelentes qualidades profissionais e de carácter.





Todavia,  entre a documentação que me fora, na altura, enviada pelo Ministro do Planeamento e Finanças, na data em que se estabeleciam contactos com Saydi Mingas,   representante do Govêrno de Trransição de Angola,  e Governo Provisório Português,  fora determinado o adiamento "sine die"
da Assembleia Geral do Banco Totta-Standard de Angola.. convocada para hoje, 24 de Março de 1975".

Complicações e mais complicações   foram , no  entanto surgindo,  ao longo  da época,  tendo finalmente,  o Banco Totta-Standard  de  Angola, deixado de existir, pouco antes da  "Exemplar Descolonização "..

Historiando, agora,  um pouco sobre os  azedumes da vida...

Quis o destino, todavia,  que  momentos antes da declaração da independência de Angola,  que a minha saúde tenha sido gravemente abalada, e, como não havia médicos, no momento,  em Angola,
da especialidade, tive que recorrer a especialistas em  Lisboa,e,  para tanto tive que dar conta ao Banco, cujo resultado  vem discriminado em carta que me foi dirigida  (assinada pelo meu continuo, de tez negra) nos termos seguintes: "Em resposta a v/carta de 6 do corrente mês, informamos que lhe é autorizada  uma licença sem vencimento, par deslocação a Portugal a fim de ser presente a tratamento de oftalmologia. Quanto  às despesas em principio, serão da v/conta. Agradecemos   contudo, nos indique a data a partir da qual beneficiará dessa licença, bem como do prazo provável de duração da mesma.

Comprei de imediato um bilhete de Passagem aérea, na TAP, de ida e volta, e,  por ter tido a facilidade   de entrar no avião por intermédio do meu futuro genro, Rui Cunha, evitando as dificuldades que impunham aos passageiros, no aeroporto   de embarque, Luanda,  instalaram-me, com toda a facilidade,   a bordo do avião que me transportou ao aeroporto de Lisboa,

Vim a saber, tempos depois, que o comandante piloto do avião em que eu viajava, recebera uma comunicação (ordem) de Luanda,  para que  procedesse ao regresso do aparelho a Luanda, antes de aterrarem em  Lisboa afim de recolherem um   determinado passageiro que ia a bordo. Pelo o que me contaram, mais tarde, o Comandante (piloto)  teria respondido da impossibilidade de cumprimento  de tal ordem, pois já perto da costa Algarvia, não tinha combustível para tal regresso.  Desconfiaram, segundo crêem várias Pessoas, que   o sentido de quererem "apanhar" o tal  passageiro que viajava a bordo daquela nave aérea,... ERA  EU  !...  (O autor deste blog !...)

Mais tarde, telefonicamente, fui informado, por um Familiar, ainda residente em Luanda, que fizera uma visita à casa onde eu residia,   onde  permanecia  todo o recheio de material domestico,  ali deixado, que fora  adquirido  com esforço do trabalho   exercido ... FORA TUDO DESTRUÍDO POR GENTE  MALDOSA "....

As circunstancias e o contorno da vida, entretanto, encaminharam-me para um futuro incerto, na data,  até porque a  29 de Julho de 1982, vim a receber a seguinte  notificação, morando em Lisboa, por parte da Embaixada da Republica Popular de Angola, " Serve a presente para comunicar: a
V.Exa. que a sua oferta de prestação de serviços na Republica Popular de Angola,  não  foi  aceite  "





                                             ( continua)



terça-feira, 8 de agosto de 2017

LIVRO ( Continuação) pag. 2.

Agora já  na Europa - em Portugal . (continuação),

Em Lisboa, em 25 de Julho de 1939, fui "Aprovado" num exame do 2º grau do ensino primário elementar, cujo Diploma assinado pelo então Director, A (?) Costa, foi emitido no  Distrito Escolar de
Lisboa, cuja aprendizagem  fora exercida na Escola Primária Oficial nº 45 em Carnide- Luz, onde deixei grandes amizades e que se alongaram pelos tempos fora.  Não sei porquê, alguns  companheiros de infância, portanto colegas amigos, chamavam-me o " China Macau", e esfregavam  os dedos nos seus narizes. Talvez por eu  ter  nascido em África. (Angola).

A sociedade de Geografia de Lisboa, na Semana das Colónias, em 1934 (s.e.)  passou-me um Diploma  de Menção Honrosa, Concurso Escolar,  por um trabalho com o qual concorri e venci. Informaram-me mais tarde, que Salazar  prestara um elogio ao meu trabalho vencedor.

Sucedeu que, num período  que antecedeu o meus regresso a Angola, submeti-me a um exame de admissão aos liceus, exercido no Liceu Camões, em Lisboa,  e... chumbei !.. O motivo pelo qual não mereci aprovação, deveu-se ao facto de na redacção escrita  não ter descrito que um cão com a cauda caída ( que era o desenho) poderia ser o sintoma da RAIVA   CANINA.   Pois, eu sabia lá o que era a  doença  da raiva  que atacava   só os  cães ?  Em não era médico, e só conhecia outros sintomas e tipos de   raiva

No ano em que rebentou a II Guerra Mundial, o santo do meu tio Rogério, conduziu-nos a mim e ao meu irmão Zé Bate até ao cais de Alcântara, em Lisboa, para  embarcarmos com destino a Luanda,  no paquete de passageiros "Angola". À nossa muito querida Avozinha  Helena,  (soubemos mais tarde) que  não lhe  foi permitida a despedida dos seus queridos netinhos, dado o seu estado de saúde,  que poderia causar-lhe grave emoção e falecer repentinamente. Mantive com esta saudosa Avó, muita correspondência, onde dizia estar sempre sonhando comigo e irmão.

Fizemos uma viagem sem sobressaltos.  Aportamos  Funchal (Madeira), S. Tomé, Foz do Zaire  e de seguida o navio ancorou  na baía de Luanda... Recordo-me da aproximação e abordagem do gasolina, ao navio, no qual  vinham o nosso Pai e o nosso tio Botas ( este, marido da saudosa tia  Chinha (Dulce)  esperar-nos, com grande ansiedade e expectativa, dadas as dificuldades de comunicações que   dificilmente se estabeleciam entre terra e o barco.

E... então na terra acolhedora... ANGOLA - Luanda:-

Fomos então  viver na Vila Areias, em casa do nosso Pai ( Domingos José)  convivendo  com a nossa madrasta  Celestina ( que casara com o nosso Pai),  com o irmão recente, o Óscar, e com o  meio-irmão Zé Úria,  ja bastante  adulto. O nosso Pai (Domingos  José)  era funcionário  superior dos Correios.

Chumbei novamente no exame de admissão aos liceus, pois tive longo período sem  ter aulas  e sem explicadores.

Entretanto, mercê de um despacho ministerial, tive que repetir o último ano de frequência ma Escola comercial de Luanda, a primeira a ser instalada em Angola, ( por ordem de Salazar) para que fosse oficialmente reconhecida esta Escola, ( que acabou por ser oficializada por portaria ministerial  nº 16, de  Outubro de 1945, que,  inicialmente esteve  instalada no Palácio do Comércio, ainda em  construção. Na caderneta Escolar 8do Ensino Comercial) regista-se o seguinte:- O aluno  Armando José Carmo Ferreira Baptista concluiu o curso do comércio com a classificação de 13 valores - 10 de Janeiro de 1947"..
Entrei, assim, na fase de cumprimento de actos laborais ( e profissionais) para ajudar a Família e par sustento próprio...


Em carta de 6 de Março de 1946, a firma J. Lopes (agente geral em Angola dos produtos Lusalite,, entregou-me a carta em que confirmava o meu pedido de demissão,  nos seguintes  termos... "declaro que o ilmo. Snr. Armando Baptista  desempenhou sempre com zelo e máxima honestidade, as funções de meu empregado de escritório podendo desta, fazer o uso que entender".


De  imediato, arranjei emprego na firma SOREL, Agente da Caterpillar em Angola na qual me despedi e,  como  resposta, obtive uma carta da qual ressalto o seguinte:- concedemos-lhe a demissão solicitada. Não  queremos deixar de lhe manifestar o nosso pesar por ver afastar-se do nosso serviço um empregado que durante tantos anos (15) serviu sempre com  lealdade e zelo exemplares..."   Carta datada de 11 de Junho de 1958




                                                               (continua)...