.Tá?!....
quarta-feira, 22 de abril de 2015
"HEROIS DO MAR... NOBRE POVO ..."...
Conforme prometi, no meu blog anterior, aqui vão mais uns dados históricos sobre a a valentia dos Marinheiros/ Pescadores, de Olhão da Restauração , que registei nos meus simples álbuns, trabalhados com esse fim.
.Tá?!....
.Tá?!....
Tempos que já lá vão...
Em tempos idos, em que a vida chegou a ser "adocicada" , porque contava sempre com presença do melhor tesouro que tive na vida, a minha adorada e saudosa Esposa, Alvarina Teresa, que repousa agora no assento etéreo, após um casamento de sessenta anos, passei horas e horas a compilar "lembranças fotográficas", em cadernos como os que exemplifico , com esta foto-montagem:
Sem mais "palavreado" aqui deixo algumas imagens que compõem os meus "arquivos de lembranças" dos tempos que já lá vão... e não voltam mais !
Voltarei mais tarde...
Tá?!"...
| Um dos cadernos guardados em prateleiras da "saudade"... |
Sem mais "palavreado" aqui deixo algumas imagens que compõem os meus "arquivos de lembranças" dos tempos que já lá vão... e não voltam mais !
Voltarei mais tarde...
Tá?!"...
terça-feira, 21 de abril de 2015
A verdade vem sempre à superfice...
Meu Deus ! O que acabo de ler no que vem relatado na obra literária, (aqui foto-copiada), de autoria da jornalista Lara Pawson que, de harmonia com o que está inserido numa das páginas finais do referido Livro, vem anunciado o seguinte:
..."Lara Pawson foi correspondente da BBC, no Mali, na Costa do Marfim e em São Tomé e Príncipe, entre 1998 e 2007. De 1998 a 2000, trabalhou em Angola, onde cobriu a guerra civil. Desde então, visita com regularidade o país. É actualmente jornalista "freelance" em Londres.".
Sou natural de Angola, que por via de um fragilizado estado de saúde, que me afectou, pouco tempo antes da data da sua e independência, fui forçado a socorrer-me com urgência a um transporte aéreo, via TAP, no qual desembolsei determinada importância ,num bilhete de ida e volta (Luanda/Lisboa/Luanda) afim de me submeter a tratamentos clínicos especializados, em Lisboa, então inexistentes, na altura, em Angola. Por tal motivo, não me foi possível, como desejava, a estar presente na data da proclamação da independência da nova Angola.
Por razões pontuais, que se sobrepuseram , que incluíam os meios de tratamentos necessários para sobreviver, ( pois estou a caminho do noventa anos de idade), não regressei a Angola, tendo fixado a minha nova residência em Portugal, na cidade de Olhão, onde caí de "para-quedas". Adianto que, por razões desconhecidas, foram-me destruídos todos os bens que tinha deixado, na minha ultima residência, em Luanda !
Alicerçado no que acabo de ler no Livro acima, que me foi gentilmente oferecido, no dia do meu ultimo aniversário natalício, fiquei muito impressionado com o que vem , pormenorizadamente, relatado acerca dos tristes acontecimentos mortais, que aconteceram após a independência de Angola
Fiquei com muita pena, dos que perderam a vida, e, sobretudo de uma situação que eu desconhecia, que vem relatada no referido Livro ; por vir a ter conhecimento que dois ex-colegas meus, bancários, que trabalhavam no Banco Pinto & Sotto Mayor, em Luena, tinha sido massacrados e mortos, por Agentes do partidarismo contrário. Um pouco complicado....
Há até uma certa e estranha coincidência quanto a alguns relatos, extraídos do Livro de Lara, que explico de seguida:
Estava residindo, ainda, em Lisboa, por causa dos tratamentos a que tinha que me submeter, quando na primeira página, em letras garrafa is, no "Diário de Notícias" lia-se o seguinte: " Mil mortes em Luanda". Surpreendido, telefonei de imediato para um Familiar , em Luanda, afim de saber o que se tinha passado nessa noite, e a resposta, surpreendeu-me " Aqui em Luanda, não houve mortes assim, esta tudo normal.."
Afinal. a verdade vem sempre à tona d´agua:. Houve efectivamente muitas mortes, nessa noite, mas em localidades diferentes... não em Luanda.. Eram as que tinham sido silenciadas, .... no livro "Em nome do Povo", de Lara Pawson.., em que Ela diz, na capa do livro " O Massacre que Angola silenciou"...
Tá?!...
..."Lara Pawson foi correspondente da BBC, no Mali, na Costa do Marfim e em São Tomé e Príncipe, entre 1998 e 2007. De 1998 a 2000, trabalhou em Angola, onde cobriu a guerra civil. Desde então, visita com regularidade o país. É actualmente jornalista "freelance" em Londres.".
Por razões pontuais, que se sobrepuseram , que incluíam os meios de tratamentos necessários para sobreviver, ( pois estou a caminho do noventa anos de idade), não regressei a Angola, tendo fixado a minha nova residência em Portugal, na cidade de Olhão, onde caí de "para-quedas". Adianto que, por razões desconhecidas, foram-me destruídos todos os bens que tinha deixado, na minha ultima residência, em Luanda !
Alicerçado no que acabo de ler no Livro acima, que me foi gentilmente oferecido, no dia do meu ultimo aniversário natalício, fiquei muito impressionado com o que vem , pormenorizadamente, relatado acerca dos tristes acontecimentos mortais, que aconteceram após a independência de Angola
Fiquei com muita pena, dos que perderam a vida, e, sobretudo de uma situação que eu desconhecia, que vem relatada no referido Livro ; por vir a ter conhecimento que dois ex-colegas meus, bancários, que trabalhavam no Banco Pinto & Sotto Mayor, em Luena, tinha sido massacrados e mortos, por Agentes do partidarismo contrário. Um pouco complicado....
Há até uma certa e estranha coincidência quanto a alguns relatos, extraídos do Livro de Lara, que explico de seguida:
Estava residindo, ainda, em Lisboa, por causa dos tratamentos a que tinha que me submeter, quando na primeira página, em letras garrafa is, no "Diário de Notícias" lia-se o seguinte: " Mil mortes em Luanda". Surpreendido, telefonei de imediato para um Familiar , em Luanda, afim de saber o que se tinha passado nessa noite, e a resposta, surpreendeu-me " Aqui em Luanda, não houve mortes assim, esta tudo normal.."
Afinal. a verdade vem sempre à tona d´agua:. Houve efectivamente muitas mortes, nessa noite, mas em localidades diferentes... não em Luanda.. Eram as que tinham sido silenciadas, .... no livro "Em nome do Povo", de Lara Pawson.., em que Ela diz, na capa do livro " O Massacre que Angola silenciou"...
Tá?!...
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Surrealidades...
Mais uma semana que começa, o tempo passa a correr. Manhã de segunda-feira, o sol brilha, o tempo ameno convida a um passeio. Pergunto ao meu fiel amigo de quatro patas se gostaria de ir dar uma voltinha lá fora. A agitação ansiosa e o abanar de cauda insistente indicam que o Pelinha, assim se chama o canídeo, está de acordo. Caminhando pelo passeio, vejo um grupo de jovens, talvez com doze ou treze anos, sentados num banco conversando com outro que, de pé, ocupava todo o passeio. Continuei a avançar, imaginando que o adolescente se iria desviar quando eu me aproximasse e pretendesse passar. Com alguma surpresa e desagrado verifiquei que tal não aconteceu. O simpático jovem permaneceu impávido e sereno, bloqueando a passagem, pelo que me vi obrigado a emitir um sonoro e ríspido "COM LICENÇA !!!!". O adolescente pareceu surpreendido e até algo desagradado, tendo permanecido onde estava. De forma a evitar problemas, vi-me obrigado a desviar-me tendo que fazer o meu percurso pela estrada, uma vez que tive de sair do passeio para prosseguir o meu caminho. Onde está a educação e boas maneiras ? Será que os Pais de hoje em dia consideram inútil transmitir à sua descendência valores tão básicos e elementares como o respeito pelos outros, nomeadamente pelos mais velhos ? Suponho que devem preferir passar o tempo a assistir a programas televisivos de natureza estupidificante ou virados para um ecrã de computador, emitindo opiniões quanto à capacidade de um gatinho para abrir portas ou apreciar o novo brinco de diamantes do jogador de futebol mais famoso do mundo. Claro que com tudo isto não têm cinco minutos para ensinar as criancinhas a comportarem-se em sociedade. É triste...
Ainda sobre o estado da juventude portuguesa, continuo com pesar a ouvir as lamentações de uma pessoa Amiga, cuja profissão é ensinar, quanto à falta de empenho, interesse, dedicação, brio e até auto-estima das crianças a quem procura transmitir conhecimentos. Diz-me essa Pessoa que, apesar de termos hoje a informação na ponta dos dedos, disponível ao clic de um rato, vinte e quatro horas por dia, os petizes, paradoxalmente, cada vez sabem menos, pior ainda, ignoram a sua própria ignorância. Serei um pessimista quando digo que temo pelo futuro ?
Entretanto, há boas notícias. A reparação da via, cuja necessidade foi noticiada em blog anterior, foi finalmente concretizada, fruto seguramente das diversas reclamações efectuadas, conforme referido na anterior publicação (ver link). Para proteger o cimento fresco, a grade metálica, agora com umas fitas a enfeitar, juntamente com uns ferros cuja utilidade me escapa, foram deixados no local, vamos ver até quando...

No plano político, Marinho e Pinto foi acusado de desviar fundos europeus para pagar uma jantarada/debate em Bruxelas, o qual parece ter sido um grande sucesso. Com dez euros por cabeça, tiveram direito a ouvir o Líder do PDR e a um petisco de pasteis de bacalhau com arroz de feijão. O parceiro do MPT, Movimento do Partido da Terra, não gostou e foi fazer queixinhas. O assunto vai ser analisado nas instâncias próprias. Aguardemos, pois...
Finalmente, a notícia de mais uma desgraça envolvendo emigrantes ilegais no Mediterrâneo e que se dirigiam à ilha italiana de Lampedusa. Setecentas pessoas, que viajavam num barco pesqueiro com apenas vinte metros, terão morrido quando o barco adornou devido ao excesso de peso. Mais uma catástrofe humanitária envolvendo pessoas que apenas procuram fugir à guerra, miséria e perseguição religiosa a que estão sujeitos. O Papa Francisco apela ao final destas tragédias. A verdade é que as palavras de pouco valem quando estas desgraças teimam em repetir-se. Porque não utilizar a fortuna absolutamente incalculável do Estado do Vaticano para acabar, literalmente, com a fome e a miséria no Mundo durante várias gerações ? Ainda, a União Europeia atribuiu treze milhões de euros para apoiar o Estado Italiano no combate a este problema. Mas o que são treze milhões de euros quando comparados com os cento e quarenta milhões recebidos de forma irregular pelas Fundações em Portugal ? Sou só eu, ou há algo de profundamente errado nisto tudo ? Pensemos um pouco...
Tá?!...
PS - Notícia de última hora dá conta de mais um barco carregado de emigrantes que naufragou no Mar Mediterrâneo. Vinte mortos, mais vinte, a lamentar. Até quando isto continuará ?
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| Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades .. |
Ainda sobre o estado da juventude portuguesa, continuo com pesar a ouvir as lamentações de uma pessoa Amiga, cuja profissão é ensinar, quanto à falta de empenho, interesse, dedicação, brio e até auto-estima das crianças a quem procura transmitir conhecimentos. Diz-me essa Pessoa que, apesar de termos hoje a informação na ponta dos dedos, disponível ao clic de um rato, vinte e quatro horas por dia, os petizes, paradoxalmente, cada vez sabem menos, pior ainda, ignoram a sua própria ignorância. Serei um pessimista quando digo que temo pelo futuro ?
Entretanto, há boas notícias. A reparação da via, cuja necessidade foi noticiada em blog anterior, foi finalmente concretizada, fruto seguramente das diversas reclamações efectuadas, conforme referido na anterior publicação (ver link). Para proteger o cimento fresco, a grade metálica, agora com umas fitas a enfeitar, juntamente com uns ferros cuja utilidade me escapa, foram deixados no local, vamos ver até quando...

No plano político, Marinho e Pinto foi acusado de desviar fundos europeus para pagar uma jantarada/debate em Bruxelas, o qual parece ter sido um grande sucesso. Com dez euros por cabeça, tiveram direito a ouvir o Líder do PDR e a um petisco de pasteis de bacalhau com arroz de feijão. O parceiro do MPT, Movimento do Partido da Terra, não gostou e foi fazer queixinhas. O assunto vai ser analisado nas instâncias próprias. Aguardemos, pois...
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| Esta imagem não devia existir... |
Tá?!...
PS - Notícia de última hora dá conta de mais um barco carregado de emigrantes que naufragou no Mar Mediterrâneo. Vinte mortos, mais vinte, a lamentar. Até quando isto continuará ?
domingo, 19 de abril de 2015
Pequenas "histórias"....
Como já tenho revelado em anteriores blogs, pouco antes da data da independência de Angola, por fortes motivos em questão de saúde, tive que me socorrer de Serviços Clínicos especializados só existentes, na altura, em hospitais sediados em Lisboa. Por essa razão, foi com urgência que tive de pagar uma deslocação, por via aérea, TAP, (bilhete de ida e volta, Luanda/Lisboa/Luanda) a fim de me submeter a tratamentos especializados, num dos hospitais em Lisboa.
Entretanto celebraram-se os festejos da independência de Angola, aos quais, obviamente, não pude assistir, como inicialmente esteve previsto.
Após a data de independência, e já com melhoras provenientes de tratamentos que me tinham sido impostos, junto da Embaixada de Angola, em Portugal, tentei regressar ao país do meu nascimento, Angola, mas, por razões desconhecidas, acabei por receber a seguinte resposta: "Não foi aceite a minha honesta colaboração"....
Como tinha encargos familiares a sustentar, não tive outra alternativa senão a de refazer a vida, aqui na Metrópole, pelo que, resultante de expediente que submeti aos Organismos Oficiais, em Lisboa acabei por ser integrado no quadro de Pessoal, de uma instituição bancária, em Lisboa, e, mais tarde, passado a situação de Reformado, com direito a uma pensão de reforma, a mínima no sector.
Residente, actualmente em Olhão, onde acabei por cair de "pára-quedas. há alguns anos. Para afugentar a solidão e isolamento provocado por uma viuvez, ceifada, após um enlace matrimonial que durou sessenta anos,esforço-me por apreciar leitura de livros que norteiem situações inerentes à nova Angola, razão pela qual estou lendo a obra da jornalista Lara Pawson, "Em nome do Povo". A páginas tantas, ao desfolhar a pagina 41, li o seguinte:
..."Posteriormente à tentativa de golpe de Estado de Nito Alves foram mandados executar sumariamente na cidade do Luso os portugueses Victor Manuel Reis, gerente local do Banco Pinto e Sotto Mayor, e Almeida Fernandes, pelo filho de um comandante das FAPLA conhecido por "Dangereux", ao saber que seu pai havia sido morto na intentona de 27 de Maio ".
Como sou Bancário, embora Reformado, despertou-me o nome de Victor Manuel Reis, Gerente do Banco Pinto & Sotto Mayor. Como possuo documentação antiga, que me era confiada pelas Gerências de Bancos concorrentes, em Angola, decidi abrir as gavetas onde repousam essas velhas lembranças, e fui confrontar com nomes iniciados por Victor Manuel, afim de verificar se se tratava do mesmo Colega Bancário. Mas como os nomes não coincidiam na sua dimensão de tipo familiar, fiquei na dúvida se, efectivamente, o Colega abatido era o que vinha na lista dos colaboradores que trabalharam em Angola, na Banca.
Perduram as velhas esperanças de eventuais encontros com o Pessoal com quem convivi, enquanto Trabalhadores, na terra onde nasci, e na qual ficaram os meus bens domésticos, que foram posteriormente destruídos, não sei por quem...
Tá?!...
Entretanto celebraram-se os festejos da independência de Angola, aos quais, obviamente, não pude assistir, como inicialmente esteve previsto.
Após a data de independência, e já com melhoras provenientes de tratamentos que me tinham sido impostos, junto da Embaixada de Angola, em Portugal, tentei regressar ao país do meu nascimento, Angola, mas, por razões desconhecidas, acabei por receber a seguinte resposta: "Não foi aceite a minha honesta colaboração"....
Residente, actualmente em Olhão, onde acabei por cair de "pára-quedas. há alguns anos. Para afugentar a solidão e isolamento provocado por uma viuvez, ceifada, após um enlace matrimonial que durou sessenta anos,esforço-me por apreciar leitura de livros que norteiem situações inerentes à nova Angola, razão pela qual estou lendo a obra da jornalista Lara Pawson, "Em nome do Povo". A páginas tantas, ao desfolhar a pagina 41, li o seguinte:
..."Posteriormente à tentativa de golpe de Estado de Nito Alves foram mandados executar sumariamente na cidade do Luso os portugueses Victor Manuel Reis, gerente local do Banco Pinto e Sotto Mayor, e Almeida Fernandes, pelo filho de um comandante das FAPLA conhecido por "Dangereux", ao saber que seu pai havia sido morto na intentona de 27 de Maio ".
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| Foto da página acima. |
Como sou Bancário, embora Reformado, despertou-me o nome de Victor Manuel Reis, Gerente do Banco Pinto & Sotto Mayor. Como possuo documentação antiga, que me era confiada pelas Gerências de Bancos concorrentes, em Angola, decidi abrir as gavetas onde repousam essas velhas lembranças, e fui confrontar com nomes iniciados por Victor Manuel, afim de verificar se se tratava do mesmo Colega Bancário. Mas como os nomes não coincidiam na sua dimensão de tipo familiar, fiquei na dúvida se, efectivamente, o Colega abatido era o que vinha na lista dos colaboradores que trabalharam em Angola, na Banca.
Perduram as velhas esperanças de eventuais encontros com o Pessoal com quem convivi, enquanto Trabalhadores, na terra onde nasci, e na qual ficaram os meus bens domésticos, que foram posteriormente destruídos, não sei por quem...
Tá?!...
"ANGOLA É NOSSA... ANGOLA É NOSSA "...
À medida em que as minhas faculdades oftalmológicas vão permitindo, continuo desfolhando, página- a-página, o livro que me foi oferecido, como prenda de anos, de autoria da jornalista Lara Pawson, com o título "Em nome do Povo", em que procura descortinar o complexo enredo da memória, da violência, da identidade e da política no pós-independência angolano.
Vou ficando emocionado pela forma como a autora retrata de forma brilhante episódios que vão desde grandiosas teorias da conspiração até episódios íntimos de perda e de esperanças frustradas. São relatados acontecimentos que aconteceram após a independência de Angola, aos quais não tive a mínima oportunidade de poder assistir, dada a minha ausência, nessa altura, de Angola (terra onde nasci), motivada por uma grave e repentina doença de que fui vítima, cujos tratamentos adequados só em Lisboa é que existiam., Por tal motivo fui transportado, com urgência, para bordo de um avião, com partida do aeroporto de Luanda, com destino à cidade de Lisboa (Portugal), para ser internado num Hospital, nesta capital, para salvação..
Há até um caso curioso, que me foi relatado, por um Familiar (infelizmente já falecido), que estava ligado profissionalmente a aviação portuguesa (TAP) que me contou o seguinte, que lhe fora descrito por um dos tripulantes de cabine do avião em que eu viajava:-
..."Sabe que o Comandante do avião em que Você viajava a caminho de Lisboa, e já bem perto da costa Algarvia, recebera ordens provenientes da torre de controle de Luanda, para, antes de aterrar em Lisboa, regressar de imediato a Luanda, afim de se colher um passageiro que ia abordo, e que o Comandante respondera, que não cumpria essa ordem, até porque não tinha combustível para tal, e sobretudo porque estavam transportando quinhentos e tal passageiros, a desembarcar com destino ao próximo aeroporto de Lisboa, quase â vista."...
Não sei porquê, mas associei esta "visão" a um breve trecho que li numa das paginas da obra literária acima referida, e pensei para comigo próprio... será que tenha havido alguma relação com o que em tempos me tinham dito, que o tal passageiro que queriam que regressasse a Luanda, a fim de ser recolhido ... ERA EU ?!... Nunca se averiguou......
Em Angola, exerci muitos cargos de chefia, e administrativos, em várias Empresas, sempre a contento, e com êxito, documentalmente comprovado. O meu ultimo desempenho laboral, era exercido num ex- Banco, no qual fui um dos componentes na sua fundação e inauguração. Foi um período vivido com certa tranquilidade, antes dos acontecimentos resultantes do 25 de Abril. Vivia-se um clima saudoso como o que se extraía do ressurgimento das lindas orquidias...
E também, quando um navio com a bandeira portuguesa atracava aos cais acostável , no porto de Luanda, os auto falantes emitiam ao mesmo tempo versos , ao som deste hino, à Pátria Portuguesa..
Ainda há quem se lembre... eram dias festivos !...
Tá?!...
Vou ficando emocionado pela forma como a autora retrata de forma brilhante episódios que vão desde grandiosas teorias da conspiração até episódios íntimos de perda e de esperanças frustradas. São relatados acontecimentos que aconteceram após a independência de Angola, aos quais não tive a mínima oportunidade de poder assistir, dada a minha ausência, nessa altura, de Angola (terra onde nasci), motivada por uma grave e repentina doença de que fui vítima, cujos tratamentos adequados só em Lisboa é que existiam., Por tal motivo fui transportado, com urgência, para bordo de um avião, com partida do aeroporto de Luanda, com destino à cidade de Lisboa (Portugal), para ser internado num Hospital, nesta capital, para salvação..
Há até um caso curioso, que me foi relatado, por um Familiar (infelizmente já falecido), que estava ligado profissionalmente a aviação portuguesa (TAP) que me contou o seguinte, que lhe fora descrito por um dos tripulantes de cabine do avião em que eu viajava:-
..."Sabe que o Comandante do avião em que Você viajava a caminho de Lisboa, e já bem perto da costa Algarvia, recebera ordens provenientes da torre de controle de Luanda, para, antes de aterrar em Lisboa, regressar de imediato a Luanda, afim de se colher um passageiro que ia abordo, e que o Comandante respondera, que não cumpria essa ordem, até porque não tinha combustível para tal, e sobretudo porque estavam transportando quinhentos e tal passageiros, a desembarcar com destino ao próximo aeroporto de Lisboa, quase â vista."...
Não sei porquê, mas associei esta "visão" a um breve trecho que li numa das paginas da obra literária acima referida, e pensei para comigo próprio... será que tenha havido alguma relação com o que em tempos me tinham dito, que o tal passageiro que queriam que regressasse a Luanda, a fim de ser recolhido ... ERA EU ?!... Nunca se averiguou......
Em Angola, exerci muitos cargos de chefia, e administrativos, em várias Empresas, sempre a contento, e com êxito, documentalmente comprovado. O meu ultimo desempenho laboral, era exercido num ex- Banco, no qual fui um dos componentes na sua fundação e inauguração. Foi um período vivido com certa tranquilidade, antes dos acontecimentos resultantes do 25 de Abril. Vivia-se um clima saudoso como o que se extraía do ressurgimento das lindas orquidias...
| Linda orquídea... |
E também, quando um navio com a bandeira portuguesa atracava aos cais acostável , no porto de Luanda, os auto falantes emitiam ao mesmo tempo versos , ao som deste hino, à Pátria Portuguesa..
Ainda há quem se lembre... eram dias festivos !...
Tá?!...
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Em nome do Povo...
Numa urbanização do concelho de Olhão onde residem familiares, ocorreu a degradação da grelha metálica que cobre o canal de escoamento de águas pluviais, situado à entrada da referida urbanização. Esta situação arrasta-se há cerca de um mês, o que colocou em perigo viaturas e até transeuntes que pretendiam aceder ao local.
Inicialmente, durante mais ou menos duas semanas, as grelhas estiveram simplesmente levantadas, sem qualquer sinalização que avisasse quanto ao perigo de rebentamento de um pneu ou de queda, para quem circulava de bicicleta, motorizada ou mesmo a pé. Depois, durante mais duas semanas, colocaram um gradeamento a sinalizar o perigo mas que veio apenas aumentar o risco, uma vez que esse gradeamento não possuía qualquer material reflector e estava colocado de perfil, o que tornava difícil a sua visualização para quem circulava na estrada Olhão-Moncarapacho, em qualquer dos sentidos. Temeu-se um acidente.
Após repetidas reclamações por parte de diversos moradores, hoje, dia 17 de Abril, os serviços camarários decidiram destacar dois funcionários para efectuar a reparação, coisa para demorar um par de horas. Felizmente, o receio do pior (um acidente) não se concretizou. Aguardemos, pois, pela conclusão da obra para avaliar a qualidade da mesma e poder prever quando e se ocorrerá nova "avaria".
Para terminar, um agradecimento pela atenção, ainda que tardia, às reclamações dos munícipes. Esperemos que, numa próxima ocasião, possa a Câmara proceder à devida manutenção de forma mais célere e sem que seja necessário tanta reclamação por parte dos cidadãos. Já agora, fica a chamada de atenção para a necessidade de limpeza das ervas e demais vegetação nos passeios e acessos, sob pena de dentro de pouco tempo ser necessária uma catana para penetrar a selva que ameaça surgir...
Tá?!...
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| Sentido proibido ? Então como entramos ? |
Inicialmente, durante mais ou menos duas semanas, as grelhas estiveram simplesmente levantadas, sem qualquer sinalização que avisasse quanto ao perigo de rebentamento de um pneu ou de queda, para quem circulava de bicicleta, motorizada ou mesmo a pé. Depois, durante mais duas semanas, colocaram um gradeamento a sinalizar o perigo mas que veio apenas aumentar o risco, uma vez que esse gradeamento não possuía qualquer material reflector e estava colocado de perfil, o que tornava difícil a sua visualização para quem circulava na estrada Olhão-Moncarapacho, em qualquer dos sentidos. Temeu-se um acidente.
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| Perigo à vista.!!! |
Após repetidas reclamações por parte de diversos moradores, hoje, dia 17 de Abril, os serviços camarários decidiram destacar dois funcionários para efectuar a reparação, coisa para demorar um par de horas. Felizmente, o receio do pior (um acidente) não se concretizou. Aguardemos, pois, pela conclusão da obra para avaliar a qualidade da mesma e poder prever quando e se ocorrerá nova "avaria".
Para terminar, um agradecimento pela atenção, ainda que tardia, às reclamações dos munícipes. Esperemos que, numa próxima ocasião, possa a Câmara proceder à devida manutenção de forma mais célere e sem que seja necessário tanta reclamação por parte dos cidadãos. Já agora, fica a chamada de atenção para a necessidade de limpeza das ervas e demais vegetação nos passeios e acessos, sob pena de dentro de pouco tempo ser necessária uma catana para penetrar a selva que ameaça surgir...
Tá?!...
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Liberdade - Justiça - Solidariedade !
Liberdade - Justiça - Solidariedade !
São estes os princípios de preferência que me empolgaram a aderir ao novo Partido que está em marcha acelerada, e que, se Deus quiser, levantará, oportunamente, de novo, o esplendor do nosso glorioso País ...PORTUGAL.
PARTIDO DEMOCRÁTICO REPUBLICANO.
Foi assim o primeiro convívio de confraternização entre os Filiados e Amigos deste Partido, que se realizou em Olhão, no dia 10 de Abril de 2015.
Estive presente neste delicioso jantar e só regressei a casa às tantas da madrugada, embora extremamente cansado (devido à avançada idade). pois já não tenho a mesma "genica" que tinha, quando, à semelhança de acontecimentos desta natureza , frequentei sessões de cariz politico - em Congressos- aquando candidato a Deputado a Assembleia da Republica, como filiado no extinto Partido de Solidariedade Nacional - PSN.
Sou um Português de Angola, que sempre se bateu pelos princípios enunciados no inicio deste blog., pelos quais ainda pensa utilizar as suas fracas forças físicas (já a caminho dos 90 anos) para que haja Paz, Fraternidade e Justiça .... sem hostilizar ninguém.
Ainda me recordo, por exemplo, de um êxito obtido, no passado, quando no exercício de uma actividade sindical, para que fui eleito, lutei e exerci, compartilhando, todos os meus esforços, para que se fizesse justiça, a toda a Gente, sem excepções.
Por despacho ministerial, na altura, do Ministro Salgado Zenha, um grupo de "Retornados Bancários", no qual me incluía, teve acesso, em condições específicas, à admissão nos quadros de Pessoal, de determinados Bancos, em Portugal.
Em determinada data, (já lá vão muitos anos) acabei por ser transferido do Banco para o qual fora inicialmente admitido, de Lisboa para uma Filial, no Porto.
No Porto, fui eleito, durante uma eleições sindicais, para um cargo executivo, nas horas vagas, que exerci sempre com dignidade e a contento dos Associados. Porém, sucedeu uma estranha situação acordada, sindicalmente, que determinava que os empregados teriam direito ao 14ª mês, à excepção dos que trabalhavam na área sindical do Norte.
Exerci, tamanhos esforços para que fosse aplicada a igualdade a todos os Bancários, quer fossem do Norte, Centro, Sul e Ilhas, que resultou num êxito e plena Justiça. Todos têm agora os mesmos direitos.
As fotos abaixo dão conta do expediente que foi preciso utilizar, assinado por mim, para vencer a "crise"...
Atenção à leitura do 2º parágrafo da carta acima fotocopiada, quanto à sua redacção que diz:
"2. Como a situação referida é injusta e..."
E... é dentro do principio de Justiça e Igualdade, pelo qual aderi ao PDR - PARTIDO DEMOCRÁTICO REPUBLICANO.
| O autor deste blog - Que Deus o ajude ... |
Tá?!...
Dar pérolas a porcos...
Nos últimos dias temos assistido em choque e horror a uma série negra de notícias que dão conta de agressões que resultaram no infanticídio de várias crianças que estavam ao cuidado de progenitores e/ou de pessoas próximas que eram responsáveis pela segurança e bem estar dos petizes.
Primeiro foi a história macabra de um pai, com pouco mais de trinta anos, terá matado o seu filho de apenas três meses à facada como retaliação contra o facto de a companheira e mãe da criança ter ameaçado terminar a relação. Descontente com a notícia, o "dedicado" pai não foi de modas e espetou uma faca da cozinha no peito da criança. A polícia e bombeiros ainda foram alertados mas chegaram tarde demais, tendo deparado com a criança morta, ainda com a faca no peito. Pelo meio, o confesso autor do crime terá passado por um café para beber um cálice de vinho do Porto, quem sabe para ajudar a digerir o crime hediondo que tinha acabado de cometer. Detido pela polícia, confessou imediatamente o crime. Alegadamente, terá ainda telefonado à sua mãe, avó da criança, a relatar o que pretendia fazer.
Ainda em Portugal, um padrasto terá espancado a sua enteada de três anos, o que acabou por causar a morte da criança. O agressor foi detido pela polícia.
Ponho-me a pensar o que pode passar pela cabeça destas pessoas para cometerem actos tão bárbaros, tão inexplicáveis pela mais comum das razões. Será resultado de algum desequilíbrio mental, de alguma loucura momentânea ou seria algo que já estaria pré determinado ? Uma rápida pesquisa pela Internet, feita em língua portuguesa, dá conta de dezenas, talvez centenas ou mesmo milhares de agressões e mortes de crianças. É o acto mais cobarde, agredir quem não se pode defender, matar quem era suposto proteger. Tudo isto conduz-me a um raciocínio que seguramente muitos considerarão marginalizador mas que a bem dizer faz todo o sentido e poderia mesmo evitar muitas destas mortes. Quando alguém pretende adoptar uma criança, essa pessoa vê a sua vida escrutinada ao mais ínfimo pormenor, sendo frequente a recusa da adopção com base em pequenos detalhes que se formos a ver bem e compararmos com a situação de muitas crianças não terão assim tanta importância. O processo de adopção é complicado e demorado, pois é necessário garantir a segurança e conforto das crianças. Então, porque é que a pessoas sem quaisquer condições, económicas, sociais e psíquicas, é permitido ter filhos em catadupa, apenas para, em demasiadas ocasiões, viverem uma vida miserável e acabarem mesmo por morrer às mãos de quem era suposto dar-lhes amor ? Tal como para a adopção, não faria sentido uma avaliação prévia para aferir quanto às condições existentes para criar descendência, e só depois de confirmadas essas condições é que seria autorizada a reprodução ? Parece uma ideia louca mas não serão os que cometem tais crimes os verdadeiros loucos ?
Entretanto, o Futebol clube do Porto venceu o Bayern de Munique para a Liga dos Campeões de Futebol. A notícia preenche as primeiras páginas. Esquecemos os horrores, as desgraças, a maldade, a crueldade, a hipocrisia, a corrupção e ficamos todos mais felizes. Todos menos um...
Tá?!...
Primeiro foi a história macabra de um pai, com pouco mais de trinta anos, terá matado o seu filho de apenas três meses à facada como retaliação contra o facto de a companheira e mãe da criança ter ameaçado terminar a relação. Descontente com a notícia, o "dedicado" pai não foi de modas e espetou uma faca da cozinha no peito da criança. A polícia e bombeiros ainda foram alertados mas chegaram tarde demais, tendo deparado com a criança morta, ainda com a faca no peito. Pelo meio, o confesso autor do crime terá passado por um café para beber um cálice de vinho do Porto, quem sabe para ajudar a digerir o crime hediondo que tinha acabado de cometer. Detido pela polícia, confessou imediatamente o crime. Alegadamente, terá ainda telefonado à sua mãe, avó da criança, a relatar o que pretendia fazer.
Ainda em Portugal, um padrasto terá espancado a sua enteada de três anos, o que acabou por causar a morte da criança. O agressor foi detido pela polícia.
Ponho-me a pensar o que pode passar pela cabeça destas pessoas para cometerem actos tão bárbaros, tão inexplicáveis pela mais comum das razões. Será resultado de algum desequilíbrio mental, de alguma loucura momentânea ou seria algo que já estaria pré determinado ? Uma rápida pesquisa pela Internet, feita em língua portuguesa, dá conta de dezenas, talvez centenas ou mesmo milhares de agressões e mortes de crianças. É o acto mais cobarde, agredir quem não se pode defender, matar quem era suposto proteger. Tudo isto conduz-me a um raciocínio que seguramente muitos considerarão marginalizador mas que a bem dizer faz todo o sentido e poderia mesmo evitar muitas destas mortes. Quando alguém pretende adoptar uma criança, essa pessoa vê a sua vida escrutinada ao mais ínfimo pormenor, sendo frequente a recusa da adopção com base em pequenos detalhes que se formos a ver bem e compararmos com a situação de muitas crianças não terão assim tanta importância. O processo de adopção é complicado e demorado, pois é necessário garantir a segurança e conforto das crianças. Então, porque é que a pessoas sem quaisquer condições, económicas, sociais e psíquicas, é permitido ter filhos em catadupa, apenas para, em demasiadas ocasiões, viverem uma vida miserável e acabarem mesmo por morrer às mãos de quem era suposto dar-lhes amor ? Tal como para a adopção, não faria sentido uma avaliação prévia para aferir quanto às condições existentes para criar descendência, e só depois de confirmadas essas condições é que seria autorizada a reprodução ? Parece uma ideia louca mas não serão os que cometem tais crimes os verdadeiros loucos ?
Entretanto, o Futebol clube do Porto venceu o Bayern de Munique para a Liga dos Campeões de Futebol. A notícia preenche as primeiras páginas. Esquecemos os horrores, as desgraças, a maldade, a crueldade, a hipocrisia, a corrupção e ficamos todos mais felizes. Todos menos um...
Tá?!...
quarta-feira, 15 de abril de 2015
O modelar da vida...
Peço desculpa por vir repetir um tema que já foi objecto de divulgação, por meio de um dos meus últimos blogs emitidos, que incidia sobre um jantar de confraternização, que o Partido Democrático Republicano, levou a efeito, no dia 10 de Abril de 2015, nesta cidade de Olhão, tendo reunido muitos aderentes, ao referido Partido, cujo serviço prestado pelo Restaurante Franguinho, superou os gostos alimentares de toda a Assistência que compunha tão agradável e amistoso ambiente.
Eis momentos que se viveram, com grande emoção patriótica, que reanimaram o tecido humano de quem tem em mente , e sem hostilizar ninguém, e sem armas, levantar de novo o esplendor de Portugal.
Há longos anos atrás. fui candidato a deputado a Assembleia da Republica, pelo então extinto Partido da Solidariedade Nacional (PSN),que chegou a reunir uma percentagem de numero de votos, que permitiu a eleição de um único candidato, deste Partido (PSN)..
Como nessa data houve a invasão dos chamados "Retornados", foi por essa razão que me submeti a uma candidatura que me levaria a partilhar na defesa dos que tinham sido humilhados,devido ao seu forçado "exílio" provocado pela "exemplar descolonização". Pelo mesmo motivo, dispus-me, agora, partilhar, aderindo aos princípios honestos enunciados pelo PARTIDO DEMOCRÁTICO REPUBLICANO, na defesa dos que são vitimas de injustiças e corrupções.
Não sou Jurista, para analisar e tomar decisões em julgamentos jurídicos, mas possuo uma larga experiência de vida, sempre conduzida na base de honestidade, honra, dignidade e respeito (documentalmente comprovado), que servirão de base para distinguir o que é justo e o que é injusto !
Recordo-me, por exemplo, que existem Esposas que ainda não sabem, e desconhecem , onde repousam os ossos dos seus Maridos, mortos em território ultramarino, mercê dos conflitos que se geraram durante a guerra colonial.
Sem nostalgias propagandistas, consulte-se-, por exemplo, um livro que a Jornalista Lara Pawson, descreve, sobre o massacre que Angola silenciou...
Tá?!...
Eis momentos que se viveram, com grande emoção patriótica, que reanimaram o tecido humano de quem tem em mente , e sem hostilizar ninguém, e sem armas, levantar de novo o esplendor de Portugal.
Como nessa data houve a invasão dos chamados "Retornados", foi por essa razão que me submeti a uma candidatura que me levaria a partilhar na defesa dos que tinham sido humilhados,devido ao seu forçado "exílio" provocado pela "exemplar descolonização". Pelo mesmo motivo, dispus-me, agora, partilhar, aderindo aos princípios honestos enunciados pelo PARTIDO DEMOCRÁTICO REPUBLICANO, na defesa dos que são vitimas de injustiças e corrupções.
Não sou Jurista, para analisar e tomar decisões em julgamentos jurídicos, mas possuo uma larga experiência de vida, sempre conduzida na base de honestidade, honra, dignidade e respeito (documentalmente comprovado), que servirão de base para distinguir o que é justo e o que é injusto !
Recordo-me, por exemplo, que existem Esposas que ainda não sabem, e desconhecem , onde repousam os ossos dos seus Maridos, mortos em território ultramarino, mercê dos conflitos que se geraram durante a guerra colonial.
Sem nostalgias propagandistas, consulte-se-, por exemplo, um livro que a Jornalista Lara Pawson, descreve, sobre o massacre que Angola silenciou...
Tá?!...
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