segunda-feira, 17 de julho de 2017

Os revoltados...

Por experiência própria,  do contacto que vou tendo com essa juventude de hoje em dia,  juntamente com o que vou ouvindo,  cheguei à  conclusão de que cada vez se sabe menos. Jovens que mal sabem ler ou fazer cálculos simples,  como seja a tabuada  de multiplicar,  apesar de frequentarem a Escola há mais  de uma dezena de  anos,  é algo cada vez mais  frequente. Pior é a completa ausência de espírito crítico e incapacidade para questionar. O que será o futuro ?

Felizmente,  há excepções.  Não é fácil num mundo onde há  cada vez mais distracções daquilo que  é de facto importante. Ligamos mais àquele que tem o telefone mais bonito do que a quem se mostra capaz de manter uma simples conversa.

Explicar aos petizes a importância daquilo que lhe dizem ser coisa de extra-terrestre, é realmente coisa de outro mundo.  Mas com esforço,  muita paciência,  alguns berros e castigos pelo meio e saber dizer não  (  é muito mais fácil dizer sempre sim...) por vezes conseguem coisas boas. Parabéns aos meninos  e meninas que têm a coragem de ser os melhores num tempo em que a mediocridade  parece querer prevalecer. Fica o  exemplo...
Uma excepção à regra ???

Tá?!...


sábado, 15 de julho de 2017

A moedinha da sorte...

Foi uma foto deste tamanho que ontem deu azo a uma discussão alertando para o facto de nunca ter sido anunciada pelo Governo (Estado) relativamente a nova circulação da moeda de 2,5€, inserida na  carteira monetária que me foi remetida pela Empresa que negoceia colecções de moedas novas.

A carteira monetária  distribuída com a inclusão de uma nova moeda de 2,5€.



Entretanto, gera-se uma discussão, calorosamente travada, que chegou ao ponto de se ter referido que o Estado ainda não entregou  os  donativos prometidos   aos que foram prejudicados nos incêndios, e que a População realizara festejos com o fim de se entregarem Euros aos que tinham sido mais prejudicados, notícia hoje confirmada pela televisão, num programa em que um Partido se queixava de que das negociações  acordadas na Assembleia da República, ainda não foram indemnizados, com a distribuição de Euros,  conforme acordado, aos mais prejudicados nos incêndios.

Pois então,  qual milagre,  poderia o nosso querido Primeiro Ministro e amado Presidente  da República  decidirem,  também eles lançar uma moeda milagrosa que pudesse  pôr fim à confusão  instalada,  prestando o auxílio a quem dele mais precisa. Pegando  numa moedinha,  valor facial infinito,  criada para pagar a quem de direito para resolver os problemas   de quem os tem.  Entretanto,  as pessoas  que ficaram sem nada  ficam  também sem resposta às suas angustias e anseios.  Depois,  bastaria,  tal como a moedinha acima,  colocar num envelope fechado,  enviar ao domicílio,  bastando  depois mostra-la  para cobrir despesas e pagamentos. "Ah, é a moeda de valor infinito ! Sirva-se,  tire o que precisar,  que,  com tal moeda,  tudo poderá  pagar".  Tão simples. Uma moeda,   um símbolo infinito e tudo se resolvia. Tanto alarido afinal para nada...

Dirão: " Mas que grande parvoíce  ! ".  Será?  Qual é a diferença entre acreditar nesta história da carochinha e acreditar no que os políticos nos vão dizendo ou acreditar que um pedaço de papel tem algum valor  só porque alguém,  num gabinete do Banco Central Europeu,  diz que tem. É tudo uma questão de acreditar....

Tá?!...

sexta-feira, 14 de julho de 2017

O escolhido de Fátima.

Morreu Américo Amorim ! Até aquele que era considerado o homem   mais  rico   de Portugal,  com uma fortuna avaliada em vários milhares de milhões de Euros,  construída à custa  de um  Império que começou na cortiça  mas que se expandiu  para as mais diversas áreas,  viu chegar a sua hora. De facto,  é algo que acontece a todos,  ricos e pobres,  brancos e pretos,  cristãos e muçulmanos.  Não há excepções e muito menos milagres. Foi-se uma espécie de Henry Ford português que,  com o seu empreendedorismo criou  milhares de empregos.

Américo Amorim-

Curiosamente,  no mesmo dia,  fiquei eu mais rico pois tive o gosto de receber inesperadamente  em casa uma moeda de dois Euros e cinquenta cêntimos  comemorativo  do centenário de Nossa Senhora de Fátima. Bom,  se formos ver bem as coisas, acabei por ficar um Euro e quarenta e cinco mais pobre,  uma vez que a referida moedinha custou três Euros e noventa e cinco cêntimos.  Mas porque a vida não se resume aos bens materiais e  ao dinheiro que temos na carteira ou no Banco,  entendo que,  feitas as contas,  ser possuidor de tão bonita obra de arte compensa o saldo contabilístico negativo. Veja-se o caso do  Amorim. Tão rico mas agora tão morto como qualquer outro. Na vida e na morte nem tudo se resume ao cifrão,  neste caso, ao Euro. A beleza de uma obra de arte,  o sorriso de uma criança,  a honra e honestidade inquestionáveis, uma consciência de que vivemos a vida o melhor possível, são estas as maiores riquezas.

A carteira monetária, ...



Quanto à moeda,  mostra,  numa das faces,  a aparição de Nossa Senhora de  Fátima,  rezando  o terço,  numa peça com apenas dez gramas e vinte e oito milímetros de cobre  e níquel.  Mas para mim é como se fosse um pedaço do Céu,  de onde a Virgem olha por todos Nós.  Bem haja !...

Tá?!...

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Convite público...

Publicado no Facebook:
Armando Baptista a sentir-se pensativo com Álvaro Batista e 3 outras pessoas.
2 min · 

No jornal Mwangolé, orgão informativo da Embaixada e consulados gerais de Angola em Portugal (http://www.embaixadadeangola.pt/…/…/Mwangole-100-net.pdf.pdf), vem publicada uma declaração do Senhor Samakuva, afirmando que "não quer governantes portugueses em Angola". Pergunto: Mas quem é que este Senhor pensa que é ? Depois de uma descolonização vergonhosa, vêm agora estes políticos de trazer por casa atirar "postas de pescada" como se pudessem apagar quinhentos anos de história que, não acontecendo, faria com que este Senhor vivesse numa cubata a comer inhame e outras raízes apanhadas da terra. Quem seria o Samakuva sem os portugueses ? Seria interessante juntar uns quantos portugueses de Angola para discutir este e outros assuntos, para dizer mal destes tipos ou então, se fosse caso disso, dizer bem. O lugar ideal, porque é verão e está calor, seria uma bela esplanada. Por isso fica a sugestão e a imagem. Quem quiser pode deixar os seus comentários aqui e ajudar a organizar tal encontro. Porque não ?

MEDO " Medo de Quem e de Quê ?....

Consequente de uma publicação que fiz há dias, num dos meus blogs, em que se sugeria uma simples reunião de Angolanos, numa esplanada, ao ar livre,  num dos mais prestigiosos Cafés da cidade de Olhão,  para que , entre os protagonistas presentes,  nesse  eventual e singelo convívio  se trocassem  "contos e fadas", então  vividos em  Angola, no passado, surge, o receio, por parte  de alguns naturais daquela antiga província ultramarina portuguesa,  se levantassem "problemas" relacionados com  a seguinte publicação que veio, recentemente,  a publico,  de que se reproduz, de seguida,  uma parte do texto.



Vozes, desconhecidas, vieram, entretanto,  à superfície da atmosfera  salutar, popular,   dando conta  de que haveria o receio , e medo,  de que   poderiam  surgir, entretanto,   "inimizades  incontroláveis " entre os participantes  da projectada reunião de convívio familiar, pelo o que, perante o  receio  e "medo" de alguns   eventuais participantes,  tal reunião fica definitivamente, anulada , e -sem efeito !

 Pois  Amigos... Nascido em Luanda, há noventa anos, e forçado a exilar do País que me viu nascer, mercê de consequenciais  impostas  pela  " Exemplar Descolonização", cá me mantenho à espera que me surja a foice da morte  que me decepará e me conduza ao conforto  e companhia da minha Ex-Mulher, (Alvarina  Teresa),  que já  repousa no Céu  Eterno , há  meia dúzia de anos.

Mas... medo de  "quê", se sempre fui pessoa honesta, respeitadora, exemplar  cidadão,  cumpridor de todas as Leis   benéficas que nos  conduzem ao bom convivio ,-documentalmente comprovado- e  que me atire a primeira pedra  quem  encontre  motivo  para o fazer...,

Estamos, no momento em  que   se digere uma   fase,   em que o confronto entre certos Humanos,  leva-os  até ao ponto  de se "odiarem"", sobretudo  na actividade político/partidária.

Querem um exemplo  de dignidade e patriotismo  ?  Que se leia o drama que o heróico português demonstrou ao mundo o que é ser  militar digno e patriótico  - o caso vivido em Angola do General SILVA PORTO, de que se reproduz, parte de um texto  que foi publicado na Internet.





                         Oficial do Exército Português que se sentiu traído...


 Transcrevendo parta final da publicação:-

"Paiva Couceiro reparou que o seu complexo tinha  barris de pólvora ( o que Silva Porto, declarou ser apenas areia).  Em 1 de Abril de 1890, o velho explorador ( General Silva Porto)  envolveu-se numa bandeira Portuguesa, e deitando-se sobre os   barris  de pólvora acendeu o pavio. imulando-se".

Dizem que puxou pelo gatilho da pistola, e disparou sobre os barris de pólvora, por se ter  sentido  traído e ofendido , como bom  português  que era.  É o que ´reza a história....

Haverá agora quem   imita  o mesmo,  pelo facto   de se ter  sentido  magoado ,  perante  a injusta  acusação  de ter  sido  um "apátrida"  traidor ?

O destino nos  dirá !....

Tá?!...




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sábado, 8 de julho de 2017

Histórias sem "estória"......

Um conto de fadas... é o que parece  vir a ser este deslumbrante e apetitoso blog...

A idéia  acaba de nascer,  devido ao seguinte acontecimento:... Começo por  ter sido inspirado por uma foto (abaixo parcialmente  reproduzida) publicada no jornal angolano  MWANGOLÉ,   que é . distribuído  gratuitamente pela Embaixada de Angola.



Esta revista ( ou seja, este jornal) veio parar as minhas mãos,  há dias, por  via de um  velho Amigo, que muito respeito,  que teve também, em Angola  uma grande actividade  profissional, e que por consequencia da  dita "Exemplar Descolonização" também  fora  vitima de  um forçoso " exilio", tendo vindo parar a este Pais, à beira mar plantado - PORTUGAL !...

Ora bem.  Acabo deter o prazer de me encontrar,na via pública,  com um Senhor. que me reconheceu dos tempos em que ambos tínhamos  vivido e trabalhado em Angola, e que agora só apoiados na muleta (velha bengala) é que  conseguimos dar passeatas e entrar nos super-mercados para  podermos  comprar os nossos almoços e jantares. O tal Amigo  de 83 anos,  manteve comigo longa conversa comigo,  que tenho 90,  e sugeriu-me o seguinte:-  Disse-me que  tem  tido  contactos com Pessoas, aqui nesta cidade de Olhão,  com quem, em Angola, se lembra, ter lá   trabalhado, e que cada um conta a sua história ( de encantar..). que daria para  sessões continuas  e  em que cada um  teria a oportunidade de  relatar  as suas aventuras  vividas  em Angola, sendo  algumas altamente  surpreendentes.

Assim sendo, teríamos  então reuniões , entre Angolanos ( e não só),  em que o os gestos e as palavras, por si só,   substituíam  um encantador LIVRO. a...   editar... memóriamente !...

Sendo assim , porque não  imaginarmos , então,  uma espécie de Associalização Mental,   em que, sentadinhos ao redor de  mesas, cada um contaria a sua aventura ocorrida em Angola,  que espantaria, certamente,  muito boa gente Sénior´..

Sugestões...

A Câmara Municipal de Olhão, dispõe de instalações apropriadas  para realizações  e reuniões populares , assembleias, etc.  que certamente as disporia para a concretização de tais operações familiares.  Mas, como  não  se pretende a mínima intervenção de cariz militar ou político, mas tão somente  de âmbito amigável, em caso de se  coordenem  somente ideias do que se passou  no antigamente,  e atendo que as condições atmosféricas do  verão seriam adequadas, estou convencido que estas  seguintes   paisagens, ou seja, esplanadas do " Kubbo  Caffe"  na estrada 125,  no Largo do Cubo, em Olhão da Restauração,  seria uma maravilha para ali passarmos os nossos  sorrisos e beijocas, dentro da maior felicidade, ao longo das horas em que estaríamos entretidos a relatar o que eram as nossas aventuras em Angola, quando íamos à pesca dos pargos com 60 quilos e leões na selva , ameaçadores.

Experimentem...








Esplanadas surpreendentes e muito agradáveis, sobretudo no tempo do calor...

KC...

Vasta leitura sobre a independencia  de ANGOLA. ( e  não só !...)

Já agora,  aqui vão mais umas breves recomendações de leituras de Livros, como, por exemplo:

"HOLOCAUSTO  em ANGOLA ( livro que esteve temporariamente proibido) de autoria de  Américo Cardoso Botelho, que relata  recordação de memórias de entre o cárcere e o cemitério.com cenas odiosa,  passadas em Amgola,  na  época  da independencia.

"Em Nome do Povo", de autoria de Lara Pawson, relatando os massacres que Angola  silenciou.
"O Retorno", de Dulce Maria Cardoso.
Loanda - Escravas, Donas e Senhoras, de Isabel Valadão.
"Universos de Sol e Mar ", de Antero  Simões.
"Memórias de mim - histórias de nós- edição de autor"- de  Antero Simões.
Os  Retornados mudaram Portugal",  de   Fernando Dacosta..
"Os Retornados - um amor nunca se esquece", de Júlio Magalhães.
"ANGOLA  anatomia de uma tragédia ", de General Silva Cardoso.
"MEMÓRIAS -  Combatentes na guerra do Ultramar", de João Peres.
"Recordar  ANGOLA " (  3 volumes), Fotos e gentes, de Cabinda ao Cunene, de Paulo Salvador.
"A conjura - AGUA LUSA " José  Eduardo
"SEGREDOS DA DESCOLONIZAÇÃO DE ANGOLA" de Alexandra Marques.
"VIVA A MALTA DO LICEU-  Liceu Nacional  Salvador Correia-Luanda.

... adicionar mais estas publicações, que, na maioria dos casos, relatam acontecimentos ocorridos em Angola,  e  em  que em determinados casos,  alguns Escritores, já faleceram.

Todavia,  graças a Deus,  muitas Pessoas ainda permanecem vivas, que, em qualquer altura,  poderão contar coisas que, em muitos casos, até vão parecer ser...  MENTIRAS !... Quando, na realidade, até  são verdadeiras

Tá?!...


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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Depois não digam que não avisei...

Os vinte mais ricos, países,  entenda-se,  estão, nestes dias reunidos na Alemanha, em Hamburgo. Claro que há logo quem se aproveite para lançar a confusão. A coberto de uma pretensa manifestação de protesto  contra a globalização e contra o domínio   que esses países  mais  ricos ostentam,  grupos de arruaceiros queimam  carros, partem montras e agridem quem vai passando.

Estes " indignados" com a riqueza alheia são daqueles que fora destas andanças  seguem a sua vida normal  agarrados a telefones topo de gama,  mais caros do que o dinheiro que recebo todos os meses,  colocando depois a máscara e gritando " eu quero ter aquilo que vocês têm ! ".

O principio do fim ?

Usando dos mais diversos estratagemas,  agredindo sem escrúpulos  quem  se lhes atravessa no caminho,   tudo fazem para atingir os seus fins,  com voz de cordeiro  mas comportando-se como lobos.

Uma vergonha ! Pessoas que nada têm a ver e que  possivelmente   até  poderiam  simpatizar com a causa sofrem as consequências de tais actos. Infelizmente é algo cada vez mais vulgar,   ver pessoas,  cegas pela sua ambição pessoal,  insensíveis aos  mais elementares valores de vida  em comunidades,  atropelarem  tudo e todos,  até ao objectivo final.  A falta de moral,  desonestidade intelectual,  não podem servir de atenuantes para  um comportamento cujo único resultado  só pode ser a sua destruição pessoal e,  infelizmente,  de alguém com quem se possam  cruzar.

A meu ver nada mais  é  do que a expressão  máxima de um materialismo encapotado de justiça e que vai levar  à infelicidade e à desgraça. Tudo,  apenas,  porque queriam  aquilo que o vizinho tinha. Faltam valores morais e éticos,  algo de que falo há muito. Só é pena que não ouçam as profecias  deste "Velho do Restelo Grisalho".

Tá?!...

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Dar a vida por Portugal !.A confiança é sagrada...

Carta arquivada

É curiosa a afinidade do teor desta missiva acima,  que em tempos ,já muito distantes . foi dirigida pela Embaixada de Angola, em Lisboa,   ao Autor deste blog,, natural de   Luanda (Angola), nascido há 90 anos,  mas de nacionalidade Portuguesa, isto é,  Português de Angola,  e o que vem relatado na capa  do Jornal Quinzenal de Actualidade Angola , " WangolÉ", abaixo  fotocopiado,  que me veio parar às mãos, ha´dois dias.






 É surpreendente o  texto  descrito na pagina central,  acerca da  recente visita de Isaias Samakuva à cidade do Porto, onde afirmou que não quer governantes portugueses a visitar Angola antes da conclusão do processo eleitoral.

Bem,  não é com nenhuma intenção essencialmente política, que abordo esta questão,  pois forçosamente " exilado" que fui,   relativamente à  "exemplar descolonização",  pois presentemente e dadas as circunstancia  desagradáveis que foram  ocorridas no passado, , não me  aquece, nem  me arrefece, o  sentido  " discriminatório"  acima denunciado.

Na  minha actual vivência, onde caí de " para-quedas",no passado,   nesta  cidade algarvia , denominada Olhão da Restauração,  vou beneficiando da pacatez ,  clima amoroso, e são,  que aqui se desenvolve, pois, por exemplo, no contacto diário com Organismos de toda a espécie,  comerciais,  hoteleiras,  hospitalares e sobretudo em Restaurantes e Cafés, os meus pagamentos, de um modo geral, são efectuados do seguinte modo:

começo por perguntar qual  a importância a liquidar  proveniente da despesa que acabei de  efectuar, e a resposta obtida,  é .... "é tanto ...".  e utilizo então o meu velho processo de liquidação, que é o seguinte:

No meu bolso trago sempre notas e moedas em Euros,  resguardadas numa carteirinha, que,  é esta:


 Passo-a  de imediato para as mãos do fornecedor,  recomendando que  retire o dinheirinho  necessário para liquidação total  da divida,  que é o que ele faz, e, por confiança, quer mostrar-me o que retirou,  ao que  eu respondo... não precisa de me mostrar, porque confio  totalmente  na honestidade do fornecedor, e... recolho então a carteirinha, sem  a minha conferencia dos Euros retirados.

Em casa, porem, para reposição do recheio  da carteirinha, faço uma ligeira conferencia dos negocios executados e...  acreditem... está sempre tudo muito certinho, pois nunca notei ter sido "aldrabado" por nenhum dos meus  confidentes.



                                                   Confio em toda a gente...


Tá?!...



 

terça-feira, 4 de julho de 2017

A estação da parvoice...

Não sei bem onde mas li ou ouvi que os pensamentos ou as ideias não são positivas   nem negativas,  são apenas aquilo que são,  ideias e pensamentos.  Um pensamento ou uma ideia não têm qualquer valor enquanto não ganharem substância sob a forma de  uma  acção.

Depois da desgraça dos incêndios,  com dezenas de mortes ainda não totalmente contabilizadas,  veio o estranho assalto ao Depósito de Armas e Munições em Tancos. Curiosamente,  quase em simultâneo,  vieram a público notícias de desvios de dinheiros públicos  nas cantinas e messes dos militares,  onde chegavam dez papo secos e eram contabilizados e pagos mil,  com a diferença a sair dos cofres do Estado,  ou seja,  do nosso bolso,  para as contas bancárias de Senhores militares com diferentes graduações.

Entretanto, cansado de tanta confusão,  o nosso Primeiro, Dr. Costa,  foi de férias,  para destino incerto,  como convém a quem não quer  ser chateado com estas insignificâncias. A tomar conta da "mercearia" ficou,  como dita a Lei, o Ministro da Defesa,  o qual deve andar numa roda viva com estas últimas  notícias.

Que  bem que se está na praia !...


Valendo pouco ou nada,  sempre deixo a ideia: estão-se todos nas tintas para esta  treta,  e o Zé que aguente, como sempre. Será que não podemos mandar os Políticos de férias para sempre ? Acredito que  nem dávamos pela falta...

Tá?!...

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Ouvem-se tambores ao longe ....

Sim,  a minha perspectiva, baseada numa experiência de vida, que  já vai nos noventa (90) anos,  conduz-me a  teorias que assentam em factos reais ocorridos a que muitos não ligam importância alguma, mas o facto em presença,  transmite-me algo que me leva a pressentir que o rufar dos tambores   virão a admoestar a pacificidade  com que , de um modo geral, nos tem batido ultimamente à nossa porta.

Quero com isto dizer, que as noticias  que acabo de fotocopiar, (abaixo reproduzidas) podem  levar-nos  a um caustico   clima,  em que as fisgas  com que   abatiamos  os pardais, passam a ser substituídas  por granadas e   balas do canhões de índole militarizada, entre o Minho e o Algarve Confrontamo-nos, , porém,   â medida que o  tempo vai passando, com... muita parra e pouca  uva !


Já  assisti , pelo menos , a três guerras muito mortais, sendo  duas mundiais e uma terceira de índole colonial, a de Angola, terra onde nasci, há 90 anos. em Luanda.

Diz- uma borboleta , aos ouvidos,  que granadas, lança-granadas,  munições e até engenhos explosivos, " prontos a detonar",  que, surrateiramente,  passaram para a posse de Alguém  que se tornou o  DDT ( conforme diz a TV...-   O  "DONO DISTO TUDO",)   ficará com o poder destruidor  semelhante ao da bomba atómica. 

E é por isso que, face aos acontecimentos ocorridos num passado não muito distante, ( o  célebre 25 de Abril),  que, a todo o momento,   poderão  vir  a ser ouvidos  os rufar dos tambores  que lá longe anunciarão um novo 25 de Abril, mas  desta vez  embandeirado com   distintivos de SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE ENTRE TODOS  NÓS... PORTUGUESES. !...


 O Autor escutando o que os tambores vão anunciando, de longe.

O Auor escutando o som dos tambores  militares, vindo de longe...

O Autor, escutando  o som dos tambores, ao longe..
 Portugueses... Reparem no que disse o Ministro dos Negócios Estrangeiro...





Embora haja uma certa filosofia  brincalhona,  neste blog, , não há dúvida que o assunto em questão é de uma extrema gravidade, que poderá conduzir  a situações de   um  inicio de  clima  de   guerra.



Tá?|...