quinta-feira, 10 de julho de 2014

O amor tudo vencerá...

Por principio, sou um leigo em matéria futobolista. Sei que, uma vez uniformizado, codificado e organizado, o futebol não tardou a transformar-se no mais popular e universal de todos os desportos. A sua popularização tornou-se rápida, com o apoio dos jornais, cartazes exibidos nas ruas, folhetos distribuidos em comércios, bares e teatros.

Segundo me contavam,  desde que comecei a frequenrtar os bancos da Escola primária,  tudo tinha começado num jogo disputado durante a Shrovetide (?),  numa terça-feira gorda, quando os habitantes de vários vilarejos e cidades inglesas passavam a chutar uma bola de couro pelas ruas, em comemoração á expulsão dos dinamarqueses no periodo de Domingo anglo-saxónico. A bola, no caso, simbolizava a cabeça de um oficial do exército invasor e,  ainda conforme um livro de Fitzstephen, (?), foi justamente com esta cabeça que o jogo (de futebol) teve a sua origem. Há, porem, muitas historias  adicionais que, através  dos tempos,  a popularidade deste desporto, chegou a merecer conflitos indesejáveis.

Aproxima-nos o final  de uma competição desportiva em que se disputará quem  melhor manobrou a equipe vencedora/triunfadora do encontro futebolistico,  a  nivel mundial,  a competir-se  em terreno no hemisferio sul do equador , no grande País que é o Brasil

As equipes "combatem",  sob a égide da coloração da bandeira do Pais pela qual se defrontam, e sairá dai ,  o vencedor  que ao mundo ditará... SOMOS OS CAMPEÕES DO MUNDO !..E ARREDORES !.

E, sem malícia alguma, e com o maior respeito que se lhes é devido,  face  às  diferentes  e  desiguais colorações  em materia de nacionalidade, como  reagirão , face ao resultado do ultimo  apito que o árbitro  assinalará , estes Dignos representantes  e Respeitáveis Figuras da  nossa potencial  Igreja Católica ?

"Papa Francisco..."


Tá?...

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Estruturalmente moderno.. o " Kubo Caffe"

Mais um alegre episódio,  que me aconselharam  vir contar neste meu "bloguismo", pois se há momentos nesta tormentosa vida que causticam, outros há, que, felizmente transmitem  à  nossa mente,  a existencia de pessoas com coração sem ser de pedra.. mas bondoso !.

Percorria com o meu companheiro de quatro patas, o caosito Pelinha,, pelas sete horas da tarde, cujo termómetro marcava uma temperatura a aproximar-se dos 40º,  numa bela e acolhedora esplanada que  entremeando as sombras das árvores com as cadeiras e mesas,  chegam a dar um conforto paradisíaco, onde está situado , aqui em Olhão, o modernissimo " Kubo Caffe"

Desgostoso por não enconrtar nenuma mesa vazia, pois  estava tudo ocupado, encaminhava-me já a caminho de casa, quanto noto que, de uma mesa central,  uma  Senhora apontando  a sua mão na minha direcção,  dava-me sinal que uma cadeira vazia estava disponivel na sua mesa  e que a poderia  ocupar, de imediato,  sem causar qualquer transtorno.  Aproximei-me, com o Pelinha, e agradecendo a sua  gentil oferta, sentei-me, a seu lado ,  dando depois início a  um tipo de conversa  muito agradável,  e em que tive a oportunidade de  mostar os meus "blogs". que  trazia comigo.  Foi ao longo da conversa que vim a saber que a pessoa  que a acompanhava  , era sua Mãe, ja com idade muito avançada. Vim depois a ter conhecimento, pelo tipo de conversa, que a gentil Senhora , de grande simpatia, era Professora.

O ponto curioso deste  inesperado  convívio/cultural, e que provocou gargalhadas a quem relatei   este "historial", foi que,  no momento  em que nos despedimos,  a dignissima e adoentada Mãe da Doutora Professora  estava  convencida  que  estava perante um encontro de namorados... a sério !

E esta, hein ?!.. eu .com perto de noventa anos de idade e de "muleta " Por isso me chamam o "Super -tuga".  É boa...




Neste local  foi recentemente  reconstruido o "Kubo Caffe"...
Tá?!...

Para quem sabe ler um pingo é letra...


Sou um"super-tuga",  pelo que  tive a oportunidade de ler numa noticia expressa num artigo   inserido na Net,  relativamente a um dos  "blogs" por mim publicados,  afirmando que , de uma forma recorrente, coloco sempre em situações de desalento ou de desastre,  tendo como capa,  imagens  que se tornaram publicas.

"Super-tuga"  ?!...a que propósito ? Lá por ser um Português de Angola,  não tenho a veleidade  de me sentir, de forma alguma,  superior  a qualquer cidadão nacional,  pois  sou apenas  um  simples  e digno  respeitador da Bandeira Nacional Portuguesa.  Já bem perto dos noventa anos de idade,  mantenho a honra e a  dignidade  de continuar  a  respeitar,  o que universalmente é reconhecido,   na base  das estrofes de Camões, os   "Lusíadas".

Tive na  infância,  após o falecimento de minha saudosa progenitora, a minha Santa Mãe , em Luanda, uma segunda Santa, que foi a minha Avó materna,  educadora  exímia até  à idade em que tive que embarcar, no vapor "Angola", num  cais em  Lisboa, com destino à terra onde nasci- Luanda..  A partir de então,  durante  uma vintena de anos, o nosso contacto foi sempre através de correspondência , por vezes com demora de mezes divido ao sistema de censura, criado no tempo da segunda guerra mundial, que obrigava que toda a correpondencia postal via maritima ( ainda inexistente a aérea) tivesse que passar, antes,  pela  África do Sul.

Mais tarde, já com responsabilidades no foro laboral,  e Familiar ( com Mulher e Filhos), aproveitei  o direito a ter férias,  embarquei com destino à Metrópole , tendo chegado a Lisboa, onde iniciei  visitas no uso da liberdade de deslocações a várias localidades do País. Porém, a minha primeira preocupação, foi a de ir visitar quem me educara no meu inicio de vida estudantil- a  inesquecivel  e saudosa AVÓ,  HELENA., que Deus ja a  chamara à  Sua Presença,  enquanto  eu estava  vivento em Luanda.

Olhando, agora, para o que acaba de ser anunciado, conforme o extraído do "Correio da Manhã",  nos tempos moderno,  sem querer molestar ou  ferir  susceptibilidades, tristeza é ver  a indiferença  por parte de quem já tem bolsos cheios do ouro   vindo do tempo dos Avós,  que na hora da partida para o Céu ...um   chute desprezivel.
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Tá?!...

terça-feira, 8 de julho de 2014

"Cesse tudo o que a Musa antiga canta"...


Por todos os meios que me teem sido possiveis,  sempre procurei ajudar o  País que amei,  e  onde nasceram os meus saudosos  Pais -  PORTUGAL.  Sou Português de Angola,  nascido  em Luanda,  e fiel cumpridor de um juramento prestado,   enquanto  ex-aluno da Escola de Quadros Militares, em  Angola,  de  respeitar e  nunca denegrir a honrosa bandeira nacional  portuguesa.

Uma notícia na qual pude lançar um olhar,  recorda-me um programa que recentemente publiquei num dos meus blogs,  acêrca de uma transmissão televisiva  relativa  a  uma obra de artista plástico com o fundo da bandeira nacional,   noticia que vem publicada sob  o  titulo  "Tribunal absolve artista da bandeira enforcada" , acrescentado que " Élsio Menau foi considerado inocente, esta segunda-feira, do crime de ultraje aos símbolos nacionais por um um colectivo de juízes". - 
    Adianta... "que se tratou de um ato de expressão artística, sem intenção de denegrir a bandeira".

Segundo vem expresso na referida noticia, na Net,  "  Um dos personagens recorrentes é uma figura chamada " "super-tuga", colocado sempre em situações de desalento ou de desastre e tendo como capa a bandeira nacional". 

 Dá-se conta que  a obra , em questão,  está de novo em exibição.

 A propósito, vem  tambem publicado o seguinte:

.." .O artigo 332º do Código penal diz que "quem publicamente, por, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público,  ultrajar a república, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa, ou faltar ao respeito que lhes é devido, é punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias".

Diz-se, e consta-se,  que, no passado, um português (VIP) de fama, enraivecido, no estrangeiro,  até chegou a espezinhar e cuspir  sobre  bandeira da sua própria Patria .  Isto sim, é que é considerado  um  punivel  ultraje à sua propria bandeira nacional.

Icemos , a todo o tempo, o simbolo vitorioso da Bandeira Portuguesa,  até ao honroso topo  do mastro  ditado por Luís de Camões, nos "Lusiadas"... e nunca na forca, como interpretativamente ,  possa a vir a ser  interpretada , como na foto,   uma demonstração de um  simbolismo perjurativo... 



Honremos, portanto, as estrofes do Grande  Luís Camões: Lusiadas.


                                   ..." E tambem as memórias gloriosas
                                         Daqueles  Reis que foram dilatando
                                         A Fé, o Império, e as terras viciosas
                                         De  África e de Ásia andaram devastando
                                         E aqueles que por obras valerosas
                                         Se vão da  Lei da Morte libertando
                                         Cantando espalharei por toda parte,
                                         Se a tanto me ajudar o engenho e arte "...
                                
                                                               *****
Serei levado até à cova,  presumivelmente dentro do limite ditado pela  própria Natureza, ( para quem  ainda sobrevive  aos 86 anos),  para junto da minha saudosa e Santa Mulher, que  descansa em Paz desde 2010,  após sessenta anos de um feliz matrimónio,  abençoado, por Deus,  num altar da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Luanda. Serei libertado pela Lei da Morte,  quando e somente  por  consonância  por  ter sempre cumprido com os deveres morais de fraternidade, respeito, honra  e  dignidade, exercidos  perante a Pátria Portuguesa  e para com quem convivi , saudavelmente,  neste globo Terrestre.

Tá?!...



segunda-feira, 7 de julho de 2014

Uma odisseia na pesca desportiva...

Perpetuando imagens que o temnpo  não apagou,  e seguindo  o impulso que os meus perto de noventa anos me aconselha, aqui vai  mais um episódio que, embora ja retratrado em Livros,  que,  por  via  da Net,  consegui  reproduzir, repousam na prateleira envidraçada, junto a  um  pequeno  acolhedor sofá


E, aqui  vai  mais  "um conto", que,  não sendo de fadas,  tem  o mérito  de exteriorizar o que se sentiu, na verdade,  nos momentos das  horas amargas,  e  de aflição, quando o perigo é iminente à aproximaçao da hora da morte...

Vou tentar, romanciar,  o que se passou, em Angola, quando num periodo de férias,  tentei levar a Familia a passar um dia, que seria delicioso, se não tivesse  acontecido  o que vou relatar, embora não me sinta grande Escritor: (ah!...ah!.. ah!... ).
             
                                                      *******

A débil vela da madrugada espreitava já  o seguinte cenário, em dia que viria a  ter grandes temperaturas ambientais:

-Oh Pessoal, toca  a acordar, pois temos que percorrer, no nosso automovel, sessenta quilómetros para pormos o nosso barquinho na água,  pois o rio Cuanza está  ansiosamente à aguardar a nossa chegada para pormos as  nossas canas e carretos de pesca  a funcionar,  porque os pargos de sessenta quilos podem fugir pelo rio acima até à Muxima...

Pronto... agora, que chegamos,aqui à foz do rio,  e são sete horas  da manhã,  eu e tu ( eu e a minha saudosa Mulher) vamos  dar o arranque ao motor e subir rio acima, junto à margem esquerdae pescar os grandes peixes que abundam  neste rio angolano.

Olha, o meu carreto acaba de fisgar um peixarão.  Prepara-te para o encaminhar   para aqui perto, para o colocarmos  dentro do barco , está bem?  Olha, o motor parou.

Pronto ja´temos o pargo aqui connosco e vamos continuar a subir o rio.  O motor não pega ?  Sim, estou farto de  dar ao arranque e não pega...

Bem, dá cá um dos remos, para encaminhar  o barquito para junto da outra margem ,  pois a corrente do rio está-nos empurrando, com certa rapidez, para a foz, que embora distante,  sempre é preciso muito cuidado e  atenção pois as rebentações , das ondas do mar,  já se estão ouvindo...

Agarra no outro remo, pois este partiu-se.  A corrente é muito forte e já se veem as ondas a rebentar   nas areias. Estamos em perigo, e  não temos quem nos socorra. É o fim da nossa vida! Adeus meus Filhos...
Escuta... reza a Nossa Senhora.... "Avé Maria, ...."...


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Pense-se o que se pensar e diga-se o que se disser.  A partir daquele instante, senti  algo que desviou o nosso barquinho, que ja  estava a meter  água,  e que sem motor e sem remos,  podiamos ser engolidas pelas ondas que rebentavam na foz do rio.

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"Estás a ver aquelas gaivotas,  pousadas  ali já ´bem perto de nósNão... não vejo ...

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Estava já anoitecendo quando  me apercebi que  o barquito estava sendo desviado para a margem oposta, e que um grupo de pescadores negros  estavam  aguardando a nossa aproximação, para nos prestarem assitência. - E fomos por eles socorridos, até ào atrelar do barco à  nossa viatura  automóvel, em terra.

A minha Saudosa Mulher, não se apercebera do poiso das gaivotas em terra, porque tinha  perdido a vista,   partido um braço, e  a sua visão veio depois de termos sido abençoads pela milagrosa  salvação que nos foi dada pela´...

               Virgem Santíssima- Nossa Senhora de Fátima.




Eram assim as pescarias no rio Cuanza

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Os dois filhotes-  Luanda (Angola)


Foz do Rio Cuanza - Angola. (perigosa !)
Este era o barquinho utilizado na pesca..

O nosso barquito..atrelado ao automóvel..
Estas seriam as ondas de que Nossa Senhora nos salvara...
Tá?!...

domingo, 6 de julho de 2014

Contrastes penalizantes...

Felizmente, ainda tenho entre mãos um instrumento, em voga,  que,  mesmo  na idade sénior ( próximo dos 90 anos) ainda me permite utiliza-lo, para memorizar o que foi  a vida  no passado,  tal como um Escritor (ra)  trnsporta as suas idéias , averbando  em   Livros que  são  impressos em tipografias, os contos  e romancismos que são por si subscritos.  Praticamente não há hoje, quem não tenha um computador, mesmo que  seja em segunda mão,  utilizando-o, por meio de  teclas  alfabetizadas,  para  escriturar, mesmo romanciando,  todos os  momentos  ocorridos na vida terrena  e/ou  visões  memoriais, momentâneas,   prestes a serem apagadas pelo implacável  tempo.

Como  ponto de partida,  inicio esta minha conversa a partir do período em que comecei a ser afectado pelas "bolorentas"   e traiçoeira  medidas  legislativas que deram origem ao estrondoso trambolhão  que afectou o bom caminho que  muito boa gente  percorria muito antes das "exemplares descolonizações".

Para começar, sendo natural de Angola,  tive o ensejo  e a honra de ter compartilhado, com Dignos Colegas da actividade bancária,  a equipe que constituiu a fundação e inauguração do ex-Banco Totta-Standard de Angola.   Exilado, mais  tarde, a caminho de Portugal,  acidentalmente,   por razões  de um  agravamento de saúde, dada a inexistencia, na altura, em Luanda,  de médicos da especialidade. Como mera curiosidade,  sendo eu o Chefe  da  Contabilidade do Banco,  a minha ausencia  para o embarque a caminho de Lisboa, por via aérea, foi autorizada, na data,  pelo  meu Continuo,  que era meu subalterno antes da constituição da Comissão de Gestão do Banco....

O agravamento de saude não permitiu a minha  presença na data em que se substituiu, em Luanda, na Fortaleza de S. Miguel,   a Bandeira Nacional  Portuguesa  pela a da nova nação Angolana.

Foi então, que a partir daí,  as coisas começaram a ter outro rumo,  muito  diferente do previsto, como, aliás, é do conhecmento generalizado

Por despacho ministerial, Dr. Salgado Zenha, na altura, aos chamados Retornados bancários, foi-lhes concedida a possibilidade de permanecerem , mas  como "principiantes" em quadros  nalguns Bancos  sediados na Metrópole.  Calhou-me a vez de ser encorporado numa agencia do Banco Pinto & Sotto Mayor, em Moscavide, mas, posteriormente escolhido para representar o Banco numa Empresa (famosa na altura), a Nacional Rádio, onde exerci cargos de elevada responsabilidade, a contento, até que, alguem sentiu-se "ultapassado" , quanto à escolha,  razão pela qual voltei o meu antigo posto de trabalho, sempre remunerado pelo o minimo  da tabela salarial ! Vede fotocopia  anexa).*

Mais tarde,  por  motivos de ordem familiar,  fui colocado  numa  Agencia , em Matosinhos,  local que, à minha chegada, havia uma  "guerra" com o Gerente,  vitima de pressões  e acusações  injustas,  talvez   por  razões de cariz  financeiro, ainda por esclarecer.   Numa tarde, ja com os balcões fechados, uma comissão policial,  ao sair do estabelecimento, levando o gerente  sob prisão,  impuz-me, perante todos os Colegas, mais ou menos nos seguintes termos.." Colegas, indignem-se com  este espectaculo horroroso, pois estão levando  o nosso gerente para a prisão,  injustamente, pois ainda não foi julgado nem comprovada qualquer falta punivel por parte do Senhor ( omito o nome)...  Enquanto não for provada qualquer falta,  este nosso Colega-Gerente , quanto a mim, tem pleno direito de se deslocar em plena liberdade..) É inocente  vítima de uma injusta acusação, vão ver..."

De imediato,  um caloroso aplauso por parte de  todos os Colegas dentro do  Banco.

Veio a apurar-se mais tarde a total  inocencia do que era acusado, o Gerente cessante. E em sua substitução,  surgiu um novo Empregado Bancário,  para gerir a Agencia, que se intitulava ter sido um  Grande Gestor, num Banco em Angola,  e pavoneando-se tratava todos os Colegas como se fosse  Um Grande e Poderoso  Administrador...

Porém, sempre fui uma figura simples e cumpridora dos meus deveres. Nunca admiti petolências indesejáveis,  e,  muito menos,  agressivas. Recebia, confidencialmente, informações de ordem  profissional, e, certo dia, desmascaresi a vaidade  do  novo gerente, e dei a conhecer  o cargo que o mesmo   exercia em Angola-  caixeiro viajante !

Foi o principio do fim -  encarregou-me, depois, como castigo,  de um serviço que exigia  muita atenção visual , que  eu não consegui suportar, por dificuldades opticas, dizendo-me  "Você  não presta "...

A partir de então,  foram ultrapassadas novas dificuldades e resisti a fortes ameaças  de Amigos que passaram a ser " INIMIGOS DE PONTA,",  porque  ia-lhes  descobrindo  a careca de todas as maldades  e trafulhices, que nas costas,  cobardemente  praticavam.

Hoje, perto de 90 anos de idade, , aufiro uma unica e simples  reforma, equivalente a de admissão de  um simples  Aprendiz da Banca.













sábado, 5 de julho de 2014

Mais papista do que o próprio Papa ? Não!

Bandeira Nacional
                                                      Significado dos símbolos e cores

As 5 quinas simbolizam os 5 reis mouros que D. Afonso Henriques venceu na batalha de Ourique. Os pontos dentro das quinas  representam as 5 chagas de Cristo Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros. A esfera armilar simboliza o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio. O verde  simboliza a esperança. O vermelho simboliza a coragem e o sangue dos Portugueses mortos em combate, em defesa da Pátria.

Ainda tenho prsente uma injuriosa atitude  assumida por alguem  que desconheço  que pretendeu demonstrar  a idéia superfula de um  enforcamento  a que está sujeito  Portugal ,  resultante das  circunstâncias governativas  que teem estado em curso.  Foram estas as imagems reproduzidas na imprensa portuguesa:




Como tenho dito, nasci em Angola ,   já contabilizo  86 anos de idade,  com um curso de vida laboral, sempre exercido com honradez e dignidade,  ocorrido sempre em território em  que permanentemente se içava,  todos os dias,  a honrosa bandeira nacional,  com os  simbolos verde e vermelho.

A minha actividade estudantil, teve inicio em Portugal ,  em Carnide  (Largo da Luz, onde se situa o Colégio Militar)   e tenho bem presente  que foi num dos bancos escolares que, na altura, a minha Professora,  incutiu-me na memória o que ainda hoje retenho -o nosso Hino Nacional:

                        Heróis do mar, nobre povo
                        Nação valente, imortal,
                        Levantai hoje de novo
                        O esplendor de Portugal !
                        Entre as brumas da memória,
                        Ó Pátria sente-se a voz
                        Dos teus egrégios avós,
                        Que há-de guiar-te à vitória

                        Às armas, ás armas !
                        Sobre a terra, sobre o mar,
                        Às armas, às armas !
                        Pela Pátria lutar
                        Contra os canhões marchar, marchar "

 Dos egrégios avós, e  progenitores que se lhes seguiram,  pizamos hoje a  terra firme que  herdámos,  e  em  que nalguns casos,  deixámos de habitar,  devido a exilio a que fomos  forçados ,  consequente da
"exemplar descolonização"...

Consta-se que, em território estrangeiro,  há longo anos,  houve quem tivesse espezinhado a bandeira  nacional portuguesa, ( do seu próprio país), devido a alergias de  foro político,  avesso ào que estava ocorrendo  em Portugal .

Todavia, ao invés do sucedido neste caso,  que foi voz comum,   não obstante  as grandes dificuldades  e traições a que estivera submetida muito boa gente  "enxutada" das ex-provincias ultramarinas, por razões  inerentes  às  "independencias" ,  jamais houvera  quem se  compaginasse  numa  cobardia de atitude , que é demonstrada  através da seguinte  foto reconstruida:.

Suicídio... por não se  consentir ultraje ao simbolo nacional !
.Tá'?!...
 
             







quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sensibilidades...octogenárias !

Durante o percurso da minha deslocação matutina, a pé, para aquisição do "pão nosso de cada dia",    acompanhado pelo meu fiel  companheiro "Pelinha", - de quatro patas- ,  o qual satisfaz  sempre a suas necessidades, elevando a perninha  junto de todos os pneus de  automóveis  que  vai encontrando  estacionados na rua,  quse que choquei com um poste à saida da passadeira  para  peões. Acabado de ser afixado nesse poste, estava pedurado  este letreiro:


Daqui a dois anos,  completarei ( se ainda for vivo, claro  !) 90 -noventa- anos de idade,  Português de Angola,  com um curriculum laboral  assente sempre  nos principios da dignidade e da honra ( documentalmetne comprovado), reformado do sector bancário,  dou muito apreço a todas  iniciativas que conduzam a juventude a compartilhar, sob o signo da liberdade e  respeito, a convivência  humana.

Sem que represente qualquer fim  moralista,  ou prejudicial, recordo um  exemplo da dignidade patriótica assumida por um  militar português, em Angola, que por se ter sentido traído e atraiçoado,  enquanto  lutava pelos legitimos direitos que assistiam a Portugal ,  por  um execrável  acordo, o  Ultimado Inglês, que ofendia a legitimidade da presença portuguesa em Africa, imolou-se  com a  bandeira nacional ,  suicidando-se com um tiro de revolver sobre um tambor de pólvora em que se sentara.  Esta figura historica era natural do Porto. Esta força moral deveria ser impregnada à actual Juventude, sem que contudo se enalteça igual meio que foi utilizado pelo distinto oficial - o suícidio.

 Vive-se, presentemente,  uma época em que, diariamente, pela imprensa falada e escrita,  confrontamo-nos com acções de indisciplina colectiva, animosidades profundas e actos de vandalismo e agressividade, por vezes mortais. Vai-se notando que, não raras vezes, o efeito do consumo da droga, é o principal causador das "intempéries" que resultam em mortes violentas. Que me desculpem, pois semnpre fui contra a punição através  da  pena de morte... mas o enforcamento dos  que praticam  o "negócio" das drogas,  os chamados " traficantes,"  seria talvez uma medida a ser "repensada"...

Já que abordei temas que  abordam  tanto a violencia como  a benevolencia e dignidade,  vou contar uma cena  que se passou comigo,  há poucas horas, e refletem bem que , no meio disto tudo, ainda  existem pessoas que, pela sua actuação bem demonstram serem capazes de eliminar  o factor da indiferença praticando actos de elelevada fraternidade  e  respeito pelo próximo.

Num dos modernos estabelecimentos que vão surgindo para benefício da população consumidora,   pretendia adquirir uma determinada embalagem contendo um tipo especial  de bolachas que suavemente se dissolvem na garganta.  Mas, senti uma grande dificuldade em identificar a marca pretendida, e, tendo entre mãos uma embalagem vazia, demorei imenso tempo em entrar em acção.  Repentinamente, um eventual cliente, que se puzera  a meu  lado,  lançou o seu braço e, sem esforço algum,  retirou e colheu a mesma caixinha de bolachas , a única, em que eu estava interessado. Meu pensamento:- ora bolas, levei tanto tempo a decidir quanto a escolha da caixinha , até que este Senhor Cliente, a meu lado,  se adiantou e antecipando-se ficcou com ela para si.

E é então que surge a surpresa:- o tal Senhor ( era um casal estrangeiro),  e dirigindo-se-me  em lingua inglesa,  deu-me então a  seguinte explicação:-  Reparando  na amostra que o Senhor tinha entre mãos e, notando a sua dificuldade em se  decidir,  tomei a iniciativa  de recolher a embalagem , lá no alto,  que o Senhor iria  pretender  e fique com ela, e desejamos-lhe as maiores felicidades.

Que grande atitude assumida por um Estrangeiro desconhecido.  Será que entre Nós (portugueses) semelhante  comportamento  de fraternidade e compreensão seria o mesmo ?   Yes or Not ?!...

A caixinha estava lá no alto das prateleiras...


São docinhas e muito suaves para os meus desgastados dentes...

Tá?!..







quarta-feira, 2 de julho de 2014

Sublime honradez...




Nasci na capital de Angola  Luanda, no ano de 1928, e  presumo  poder  vir  ocupar  uma cova, quando Deus me chamar a sua Presença,  para ficar  junto da saudosa Esposa,  que  já lá  descansa em Paz, desde de Novembro de 2010. na cidade algarvia de Olhão.  Olho, neste momento para o calendário, que me indica  estarmos na  data,  em que estou  programando o presente  blog ,-  Quarta-feira, 02 de Julho de 2014. Práticamente já estou  a caminho dos 90 anos de idade !

Algo me chamou a atenção sobre um artigo publicado na imprensa local, que me inspirou; e, como se relaciona com histórias de Suicídios Famosos cometidos  por heróis  portugueses,  para além  de me ter lembrado da  Figura do meu Avô, Joaquim  do Carmo Ferreira , que, a coberto  da bandeira portuguesa, foi há  longos anos sepultado  na antiga cidade  Nova Lisboa, em Angola, ocorreu-me o que se relata com o heroísmo  praticado pela  heróica Figura do General Silva Porto, cujo acto, penso,  que actualmente já  não exista quem pratique igual comportamento de honradez e dignidade patriótica.

Nos compêndios da história, consta que.... | Silva Porto -Durante muitos anos, foi o único branco que os negros viram, porque muito antes de os exploradores africanos cruzarem  África,  ja ele se tinha estabelecido no Bié, em pleno sertão cuja experiência revelou-se preciosa para muitos comerciantes e aventureiros que demandavam o desconhecido.  Chamava-se Silva e, porque era natural do Porto. (Portugal),  ficou conhecido por Silva Porto. António Francisco Ferreira da Silva, assim se chamava. Nasceu no Porto. 
                                             " Antes a morte que a deshonra"..

Em 1848,  foi interinamente nomeado capitão-mor do Bié. Por volta de 1850, dá-se início às grandes exploarações africanas. No sítio mais a leste, na embala de Belmonte, era onde flutuava a bandeira portuguesa. Livingstone, Stanley, Capelo   Ivens e Serpa Pinto,  chegaram a ser servidos por fieis serviçãis comandados por Silva Porto. Apesar do bom acolhimento dispensado, Livingstone, ingrata e invejosamente, apelidara  Silva Porto de "vulgar negreiro",  quando chega às terras do Alto Zambeze..

Dizia Silva Porto,  estar inválido e pobre e só ambicionava por consolação suprema a todas a suas canseiras, poder morrer na pátria. " Mas o Ultimato Inglês e sobretudo a perda de confiança do soba Dunduna na sua pessoa constituiam o seu golpe de  misericória..

Quando correram rumores que uma expedição militar portuguesa se aproximava do Bié  para ocupa-lo pela força, Silva Porto  foi molestado pelo chefe autóctone, pois sentia-se já intenção expansionista da  Inglaterra, consequente do plano traiçoeiro que, internacionalemte fora estabelecido.

Contudo, perante as variadas situações, explosivas,  provenientes  de divergencias políticas que se estavam amontoando, ao redor daquele território ultramarino,  o que tornou mais insuportável  para Silva Porto,  foi a sensação de deshonra a que fora sujeito. Sentira-se altamente atraiçoado, e difamado.   Por isso, na madrugada do dia 1 de Abril de 1890, humilhado e moralmente de rastos, pegou na bandeira nacional que ele proprio fizera, imolou-se enroscando-se nela, sentou-se num barril de pólvora e chegou-lhe  fogo. Morreu numa intensa agonia.

A população portuense saiu à rua para prestar a última homenagem ao  nortenho Silva Porto.

Em sua  homenagem , em Angola chegou a ser  edificada a cidade com o nome de Silva Porto.

Isto sim .  é que é ...   HONRA E  DIGNIDADE  PATRIÓTICA...


General Silva Porto (já falecido).
Barris de pólvora...



Dar a vida por Portugal...
                                                              Grandes Homens ...
Tá?!...

terça-feira, 1 de julho de 2014

Cabecinhas de ouro ...

Portugal do ouro... falso !
O Banco Espírito Santo (BES  para os amigos) teve ontem, 30 de Junho de 2014, a maior perda em bolsa de sempre. Ouvi dizer que estas perdas suplantaram mesmo o capital reunido no aumento do mesmo efectuado há poucos dias. Assumindo o papel de "profeta da desgraça" que frequentemente gostam de me atribuir,  cheira-me a um caso em tudo idêntico ao do BPN mas que pela dimensão deste Banco poderá ser bastante mais grave. Claro que quem vai pagar vão ser os mesmos de sempre...  Para  minimizar o estrondo sugiro que reclamem ao jogador Ronaldo os milhões de euros investidos na publicidade. Seguramente não lhe faria grande falta e estaria a ajudar o País que diz amar.

Isto recorda-me uma outra notícia na qual pude lançar um olhar. Os jogadores de futebol que representaram a Grécia no Mundial abdicaram dos prémios monetários a que tinham direito em favor da construção de um Centro de Estágio. Gostaria de ver os nossos rapazes, que chegaram a Portugal, cada um deles, quase vinte e nove mil euros mais ricos, a terem atitude idêntica, até como forma de compensar o desgosto dado a todos os portugueses,  depois de muitas promessas,  pela péssima prestação evidenciada. Em vez de estarem com desculpas,  materializavam as suas palavras de lamentação na  forma de uma bolsa de auxílio aos mais pobres. É que é muito dinheiro ! 29.000 x 23 jogadores dá quase setecentos mil euros,  sem contar com os prémios do restante staff. Só lhes ficava bem e era um exemplo para todos.

Mas num país de faz de conta,  de muita conversa mas pouca acção,  tal não se afigura possível. São demasiados egos de pessoas que se julgam mais importantes do que realmente são.

O  Verão está aí. Vamos todos para a praia refrescar as ideias e depois voltar com energia redobrada e com novas ideias,  pois as velhas ideias já cheiram a mofo...

Tá?!...