sexta-feira, 3 de julho de 2015

A eterna Primeira-Dama, Maria Barroso...

A edição nº. 462 do jornal "O SOL ", de 03 Julho 2015,  que despertou imediatamente a minha atenção, e que, com o devido respeito, reproduzo duas montagens fotográficas a seguir, para  uma melhor interpretação:



Na foto de maior dimensão, no canto superior direito,  foram por mim assinaladas  duas setas, à mão,  a fim de se  chamar a atenção  do que vem lá impresso, como segue: "GRANDE EXCLUSIVO* ENTREVISTAS COM AMIGOS E FAMILIARES * FOTOGRAFIAS  NUNCA  VISTAS * DOCUMENTOS INÉDITOS".

Na foto de menor dimensão, em primeira página o jornal "O SOL",  sob o titulo Maria  Barroso, insere o seguinte comunicado: "SOL    reedita Álbum de   Memórias e Cartas. Na próxima semana iniciamos a  reedição das Memórias,  que incluem os três  fascículos inéditos"

Não é com quaisquer ideias propagandistas  que  estou elaborando o presente blog,  mas tão-somente para reproduzir um facto já mencionado num trabalho bloguista, recente,  na medida  em que despertou-me particular atenção  a emissão de o  referido jornal  ter chamado a atenção em relação a "FOTOGRAFIAS  NUNCA  VISTAS."..

Como afirmei no blog em que inseri a foto abaixo, na qual me foi confirmado por pessoa idónea, (já falecida), há  muitos anos atrás, que uma das Figuras incluida no grupo, era a  Senhorinha  Maria Barroso.
.


Como entretanto  ja se passou mais de meio século  percorrido após a oferta  que me foi feita desta relíquia, torna-se um pouco difícil poder confirmar-se agora, depois de tantos ano  passados, sobre o local onde foi obtida esta preciosidade. panorâmica.

Embora já  a caminho  dos  meus noventa anos, é com imensa saudade que neste grupo, não deixo de reconhecer as feições alegres das carinhas das minhas primas Dulce, Maria Fernanda,  Guida, Lina,  (pelo menos), com  quem convivi  largos anos,  durante a minha  inicial juventude, quando morava no Largo da Luz, em Carnide,  Lisboa;  Era  a  Família  Pinto Lampreia,  alunas do Instituto Feminino de Odivelas.

Quando vim de Angola, para conviver com a Família que  residia em Lisboa, tinha  cerca de 8 anos de idade, devido a falecimento da minha querida Mãe ocorrido em Luanda,  matricularam-me  na Escola Primária, em Carnide, e decorrido algum tempo, fui premiado por ter  colaborado com um trabalho juvenil, que mereceu um  diploma apreciado pelo Senhor Presidente do Conselho, Dr..  António de Oliveira Salazar.



Ainda me lembro , enquanto aluno desta Escola,  convivi com um primo, que  foi aluno no Colégio Militar, com quem me dava muito bem, chamado José Fernando Pinto Lampreia, com quem andava constantemente à "porrada" mas não podíamos passar um sem o outro, pois éramos muito amigos.   Mais tarde, vim a saber que tinha falecido, ja com a patente de Tenente, (estando eu em Angola) e que lhe fora negada a sua vontade  de  vir a ser sepultado, no Oceano Atlântico, a muitas milhas da costa Portuguesa.

Aproveito para renovar o meu desejo de rápidas  melhoras de saúde  à  Distinta Senhora  Doutora Maria  Barroso, vítima de um recente acidente.

Tá?!...

O Mundo dos felizardos...

Lá vai a noiva,  toda contente, a caminho do Altar...
Chegou ao meu conhecimento uma notícia que,  porque fala de Angola,  mas não só,  despertou imediatamente a minha atenção e que,  com o  devido respeito,  transcrevo a seguir

Uma em cada seis crianças angolanas morre antes de completar cinco anos. Os dados da Unicef levaram Nicholas Kristof, colunista do The New York Times, até Angola para perceber este problema, numa reportagem de opinião que o PÚBLICO divulga em parceria com o jornal norte-americano. “Este é um país repleto de petróleo, diamantes e milionários que conduzem Porsches e crianças a morrer à fome”, inicia Kristof a sua reportagem sobre a mortalidade infantil em Angola. Para além dos números preocupantes relativos à mortalidade infantil, os dados indicam ainda que mais de um quarto das crianças está fisicamente afectado pela subnutrição e que os casos de morte materna durante o parto são de 1 em 35.

 De facto,  num País onde o petróleo jorra como se fontes de água fossem,  onde o clima permite duas ou três colheitas agrícolas num só ano,  onde os diamantes, o ouro e outras pedras preciosas  parecem estar quase ao alcance da mão, é um escândalo de proporções gigantescas as condições miseráveis  em que a maioria da população sobrevive. Outros países  há com miséria semelhante, mas,  para a qual não há remédio dado a pobreza de recursos. Aqui é a pobreza de humanismo e ética que vence.

Lamentam-se agora que o petróleo não vale nada e que,  por via disso,  o dinheiro deixou de abundar. Há gestores de Bancos a anunciar a suspensão de créditos como consequência de incumprimentos e da falta de liquidez:



 Pergunto se estes gestores abdicaram dos seus chorudos salários como prova da sua dedicação à instituição... quando as coisas correm bem  é  só abraços e palmadinhas nas costas, quando a crise aperta vêm logo lamentar-se. Lamentamos todos,  isso sim,  a falta de transparência de um processo de abandono colonial a que muitos se viram forçados para colocar no poleiro pessoas de competência duvidosa,  apenas para satisfazer acordos obscuros.

Depois vemos,  alheia a tudo isto,  a filha do senhor ministro,  a esbanjar num simples vestido de noiva centenas de milhares de  euros.

Se isto não é gozar com o Zé Pobrezinho,  não sei então o que será. Para além de revelar um espírito extremamente fútil,  demonstra uma enorme insensibilidade perante a miséria constrangedora que rodeia a bela donzela.
Foi para isto  que quiseram a independência ?

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Duro com duro não faz bom muro...

Relendo certos episódios e documentários que vêm inseridos na Internet, de certo capítulo hoje publicado nas colunas do facebook fascinou-me uma publicação, que, me parece ter sido já emitida noutras publicações públicas, como esta.


Também, noutra ocasião, fui  reencontrar um excerto igualmente publicado na Net, que, com todo o respeito, reproduzo





Bem, se me parece, o diabo nem sempre é aquela mal intencionada figura a quem Dr. Marinho e Pinto se socorre em momentos de  estrangulações tendentes a ter que "pôr tudo em devida ordem",  sendo, como se sabe, que o diabo é uma figura que atemoriza e   amedronta "toda a Malta"...
,


Como se depreende em razão das imensas vezes em que é publicada a versão aterradora, de que Mário Soares, era da opinião que se atirassem os desgraçados dos "Retornados" para a boca dos tubarões, então seriamos, conforme os desígnios acima reportados, e dentro das suas convicções, todos engolidos pelos tais "peixinhos devoradores", se a disposição do Ilustre "Comandante" do novo Partido PDR fosse a de "compartilhar" com as fúnebres ideias de se aliar ao  diabo (neste caso sendo a personalidade reflectida na foto inicial)...

Mas, Graças a Deus, e para bem dos Portugueses, a linha de orientação política do Distinto  Doutor Marinho e Pinto (sem propaganda) é a de que não se deixando embriagar pela visão do poder, vem  trabalhando no sentido para que renasça, de novo, o esplendor de Portugal.


Dr. Marinho e Pinto acompanhado por Armando Baptista.

Tá?!...

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Um autêntico Milagre... desconhecido !

Vou relatar-vos uma pequena história, sucedida em África, mais propriamente a 60 quilómetros da cidade de Luanda, há mais de meia centena de anos, pela seguinte razão:

Já perto do fim da manhã, deste primeiro dia de 1de Julho de 2015, de regresso a casa, após ter dado a voltinha do costume, que o meu companheiro de quatro patas não dispensa, o Pelinha, e já cansado,  sentei-me frente ao computador, e, ligando-o, a primeira imagem que surgiu no écran, provocou-me uma certa exaltação efervescente na minha alma, por que me fez recordar um acontecimento ocorrido durante uma pescaria que desportivamente estava gozando, a bordo de um barquito, ao longo do percurso da corrente das tenebrosas águas do rio Cuanza, acompanhado pela minha saudosa e muito  querida  Mulher, Alvarina Teresa.

O aspecto  da  imagem em referência, que foca o local onde se desenrolou o "drama", que não chegou a ter consequências funestas, e demonstrado na fotografia abaixo:

A Foz do Rio Cuanza, em Angola
 
A Foz do Cuanza, a ponte sobre o Rio ao fundo
Preparava habitualmente, enquanto morava  no Bairro  Prenda, os apetrechos de pesca ao corrico,  para aos fins de semana, com a Família, percorrer cerca 60 quilómetros, por estradas não asfaltadas. mas muito esburacadas, para  pôr a flutuar o meu barquito, no rio Cuanza, para iniciarmos a pescaria,  em cujas águas profundas chegávamos por vezes a pescar pargos com mais de sessenta quilos de peso.

O barco das pescarias...o "Ana Lito ".
Posto a barco a navegar, na margem direita do rio, agarrado ao leme e às canas de pesca, acompanhado pelo Mulher, naveguei rio acima, sempre atento aos momentos em que os anzóis  davam sinal de terem sido capturados pesados pargos ou garoupas que abundavam nas águas  profundas de tão caudalouso e perigoso rio.

Eis que, de repente, uma das canas vergou-se em sinal de ter "fisgado" um colossal peixe, e, de seguida, para melhor manobrar a sua aproximação a bordo do barco, desliguei o motor de 15/30 cavalos.

Depois de muita luta, lá consegui aproximar o pargo ate a  borda do barco, a fim de o recolher para o interior,  Mas, o entusiasmo foi de tal ordem, que não reparei que o "navio" se aproximava da foz, devido à forte corrente, cujo caudal estava a arrastar-nos perigosamente para o encontro com o  encapelado mar oceânico.

Tentei pôr, de imediato o motor em funcionamento, o qual negou-se a pegar, e lá começamos a ser empurrados à deriva, pelo que gritei para a minha Mulher... "pega nos remos e guarda a máquina de filmar !"...

De nada serviram os remos, pois a força da corrente era muita, pelo que comecei a recear da aproximação da grandiosidade perigosa da orla marítima, pois a partir daqueles instantes, as nossas vidas começaram a estar num verdadeiro perigo de morte, digo, de vida. !

Seriam  talvez treze horas, mas não me recordo da data precisa, quando, e já com o barco à deriva, chamei a atenção   da minha querida companheiro e Esposa,  tendo-lhe feito a seguinte observação:
-
" Já reparaste nas gaivotas brancas, que lá longe,   na margem do rio, estão poisadas, e que estão brincando umas com as outras ?...  A resposta, foi ... "Não vejo gaivota nenhuma, em terra .."

 Sem eu ter dado por isso, naquele momento,  o que tinha sucedido, é  que a sua aflição  levou-a a ter perdido o sentido da vista,  portanto momento de cegueira, que a impediam de ter   visto o que ao longe se estava passando. Só quando fomos recolhidos, em terra, pelos pescadores  que, ao longe,  nos iam vigiando,. é que recuperou a visão.  Foram momentos de terror !....
 
Prevendo o que nos poderia acontecer, dados os falhanços do nosso material marítimo, e de defesa, em altos berros gritei para a minha Mulher... "Querida reza e faz uma prece  a Nossa Senhora para  que nos  salve deste precipício,  para que não morremos agora !".....

Quer se acredite ou não, foi  a partir desse momento que comecei a sentir que a proa do  barco  se desviara no sentido que nos levou até a margem esquerda do rio, até ao ponto em que, já perto do cair da tarde, um grupo de pescadores de pele escura, conseguiu aproximar-se do nosso barquinho, pois  já nos vinham acompanhando de terra. Pela sua experiência sabiam que um barco à deriva num caudal de corrente de água, na foz do Rio Cuanza, significa a maioria das vezes a morte dos seus passageiros.

Já em terra, verifiquei que a  minha Mulher tinha entretanto partido um braço, e que, estranhei não ter visto as aves que  estavam em terra, na margem, porque cegara momentaneamente.

Quanto  ao peixinho.... lá se foi... com canas e tudo. Por sorte, a máquina de filmar ainda foi salva.

No dia seguinte, acompanhado pela saudosa Mulher, Alvarina Teresa, deslocámo-nos à  Igreja de Nossa Senhora de Fátima e... agradecemos o....

SEU MILAGROSO ACTO DE SALVAÇÃO, DE DOIS INOCENTES PESCADORES DESPORTIVOS...

Nossa Senhora de Fátima, a Salvadora...

Tá?!....

terça-feira, 30 de junho de 2015

A saudade nunca vem sózinha...

Há certos momentos inquietantes na vida, em que tudo se embrulha nas nossas mentes, e em
que se ouvem tambores ao longe anunciando que  algo de muito estranho se está aproximando....

http://www.cmjornal.xl.pt/domingo/detalhe/sao_coisas_que_nunca_se_esquecem.html
Não sei porque carga d´água sucedeu, por estranha coincidência, o primeiro documento que me veio parar as mãos,  ao sentar-me  na secretária onde manipulo o velho computador, tinha o seguinte título: "São coisas que nunca se esquecem",  cuja leitura me impressionou, na medida que relatava tristes acontecimentos ocorridos em Angola, no tempo dos combates militarizados, e ainda por cima  sendo um deles centrado no campo militar do Grafanil, em Luanda, de que me lembro muito bem.

Aguardava, porém, ansiosamente, por notícias que dessem conta do estado de saúda precário da antiga Primeira Dama, vítima de um acidente que vitimou gravemente, a Excelentíssima Senhora Doutora  MARIA BARROSO, pelo que renovo o desejo de que tudo lhe corra pelo melhor, seja qual for o destino  reservado por Deus.

Por "falar" em Grafanil, recordo que em Luanda, onde trabalhei toda a minha vida, antes de ter sido  forçosamente"exilado" para Portugal, deixando a minha terra Natal,  devido a complexos relacionados com a "exemplar descolonização", tive o prazer de colher imagens, perto da área conflituosa, das quais reproduzo aqui neste singelo bloguismo:









Estas imagens soam-me de tal forma na  minha velha cabecinha, que já conta com uma escadaria de 90 degraus, que me transportam a momentos de uma felicidade compartilhada com a que mais amei na vida, a minha saudosa e Santa Esposa, Alvarina Teresa, com quem casei há sessenta anos e que  agora repousa no Céu Eterno, junto  de  Deus...

Divinal Pleonasmo...

Saudade não tem forma nem cor, não tem cheiro nem sabor;
Fala-se nela, mas não se vê; só pensa quem acredita.
Ela é parte da ausência, é parte do amor,
Mas quem a tem sente dor, uma dor que cresce no coração
E que nunca vem sozinha...
Acompanha a solidão; quem a sente nunca esquece, nem nunca esquecerá
O sentimento que não adormece, por Alguém que já não está !.
.


Tá?!...

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Seja o que Deus quiser ...

Ainda a propósito do acidente que vitimou gravemente a Esposa do ex-Primeiro Ministro e Presidente da República,  Mário Soares,  é algo que pode acontecer a qualquer um,  independentemente da idade,  condição social ou económica. Na verdade,  para morrer basta estar vivo. É pena que muitas vezes alguém só seja valorizada quando falece. Nessa altura torna-se a melhor pessoa do Mundo,  sem defeitos,  quase como uma divindade terrena.

As notícias que têm vindo a público,  dando conta do estado de saúde precário da antiga Primeira Dama,  têm também elogiado a contribuição da ilustre Senhora no combate à ditadura e nas obras de apoio social para as quais contribuiu com o seu esforço. Porque não uma homenagem em vida,  um busto,  um nome de rua ou avenida ? Será que a morte é fonte única de toda a redenção ?

Outros haverá que nem a passagem para o outro Mundo serve de "mata borrão".  Por razões políticas,  pelas inimizades públicas,  por aquilo que fizeram ou deixaram de fazer,  viram o seu nome apagado  de marcos geográficos e enegrecidos pela história. Outros ainda,  beneficiando da desgraça alheia, viram a sua vida e património substancialmente melhorados. Enquanto uns fugiam, outros enriqueciam... Esperemos,  a seu tempo, a história possa fazer a sua Justiça.

Lembrei-me disto,  não sei porquê. Ou então,  até sei,  mas já me esqueci. A idade não perdoa...

Quanto à Doutora Maria Barroso, só posso renovar o desejo já aqui expresso,  de que tudo corra pelo melhor,  seja qual for o destino reservado por Deus.

Tá?!...

domingo, 28 de junho de 2015

Dra. Maria de Jesus Barroso Soares... ("Dra. MARIA BARROSO !.".)

Venho dar destaque  ao noticiário que toda a imprensa (falada e escrita) tem vindo a  transmitir, relativamente ao desenvolvimento  do grave estado de saúde que fragilizou a Distinta Doutora que é conhecida  mais  pelo nome de  MARIA BARROSO. Pessoalmente não tenho quaisquer tipo de relações com esta  distinta Senhora, mas, através dos jornais e pelo programas televisivos, reconheço que é uma Figura Feminina muito considerada e altamente estimada pela população portuguesa.

Como tenho dito  em anteriores blogs, sou um cidadão já velhote, nascido em  Angola (Luanda) com perto de noventa anos de idade, e que por razões especificas  relacionadas com a "exemplar descolonização" acabei por cair de "para quedas", nesta bela cidade  algarvia, denominada Olhão da Restauração. Com um passado exemplar, na actividade  laboral - documentalmente comprovado -  por motivos de saúde acabei por  ser Reformado, na actividade bancária, mas... com o direito à  pensão mínima no sector bancário... tal aprendiz da Banca...

O sentido que me levou a elaborar o presente blog, teve a sua origem numa fotografia que retirei do meu bolorento  baú de recordações, em consequência da leitura que venho acompanhando quanto ao estado de saúde da Senhora Doutora Maria Barroso, a quem desejo, respeitosa e religiosamente, as  melhoras rápidas do seu actual e fragilizado estado de saúde.

Porém, a particularidade de querer elaborar este "despretensioso" blog, foi assente numa chamada de atenção, enquanto lia os artigos inseridas na Net, de que a digna  Drª. Maria Barroso, é natural da cidade da Fuzeta (vizinha de Olhão), e em que numa altura que visitei a Fuzeta, indigitei que pusessem a uma das suas avenidas o nome de "Avenida Maria Barroso !"....

Quanto a fotografia, salvo  eventual " informação incorrecta" por parte das pessoas (minhas primas) que aparecem na dita fotografia, e ex-alunas do Colégio de Odivelas, em Lisboa (Carnide e Luz)  , figura também a então encantadora Senhorinha MARIA BARROSO.!...

Foto antiga com Alunas do Instituto de Odivelas, Família Pinto Lampreia e (Drª). Maria Barroso.- Portugal.

 Tá?!...
.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Vale mais quem Deus ajuda do que quem muito madruga...

Emocionado  pelo o  que acabo de observar  através  da  leitura que logo pela manhã habitualmente   vou colhendo no capitulo dos "facebooks" inseridos na Internet, fiquei atónito com o que li quanto ao conteúdo dos comentários que os utilizadores aproveitam para "por sua vez" responderem comentando com as suas próprias opiniões, sobre as questões em apreço. Valha-me Deus, insultos de toda a ordem, agressividades e denúncias, é o que mais encontrei na maioria do palavreado  subscrito pelos comentadores, se bem que, de quando em vez, também surjam palavras mais atraentes e aliciantes. E na imprensa, então, nem se fala.... torna-se impressionante o estado de malvadez, e degradação, a que tudo isto está a chegar...



Curiosamente, neste dia 26 de Junho, nota-se como destaque noticioso, o estado de coma a que chegou a Senhora Doutora Maria Barroso, digna Esposa do Sr. Dr.  Mário Soares, a quem, respeitosa e religiosamente lhe desejo rápidas melhoras.




O conteúdo do pressagiado noticiário e visualizações fotográficas que tem vindo inserido  em todo o panorama transmitido informaticamente pela Net, e também na imprensa local, até assustou o meu bom Amigo "Caixa d´Óculos"... aqui expresso.


Sem lisonja,  as penas que  equipam esta "montanha" ilusória, têm vindo a ser colhidas directamente do chão, ao longo do percurso que diariamente efectuo pelos férteis caminhos ajardinados que rodeiam o conjunto residencial de que disponho, e em que na minha pobre mente cada pena reflete o seguinte pensamento...

Cada passarinho que por aqui "esvoaçou", deixou-nos uma lembrança, usando uma das suas penas  das suas próprias asas, em sinal de transmissão de uma mensagem para que abdiquemos de cinismos que destruam a desejada boa convivência que nos permitiria saborearmos  a felicidade  dos bons  ventos primaveris e todo o restante bom tempo que a Natureza nos conceda até ao final do Ano.


Tá?!...

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Vão-se os anéis mas ficam os dedos ...

Podemos sempre usá-los para a brincadeira...
A propósito de revolução,  falando em 25 de Abril,  quarenta e um anos depois o Estado Português continua alegremente a delapidar os bens comuns,  em processos de privatização de empresas que,  diga-se a verdade,  estão hoje tecnicamente falidas  depois de anos e anos de má gestão e de abuso dos dinheiros públicos. Isto tudo,  claro,  sem que alguém tenha sido verdadeiramente responsabilizado pelas gestões danosas.

A Refer e a CP é o que se sabe,  com centenas de milhões de Euros de prejuízo,  bem acompanhadas pela RTP,  a televisão pública que esbanja milhões de Euros em salários de estrelas televisivas em decadência. Depois é vê-los lamentarem-se da má sorte e da crise. A culpa é sempre dos outros. Os gestores são pagos para gerir (muitas vezes,  mal) mas quando chega a hora a culpa morre solteira e, se for preciso,  ainda recebem indemnizações chorudas.

Ontem venderam a TAP,  dizem que por um valor simbólico. Justificam-se com  as dívidas da Empresa. Mas,  na verdade,  aquilo há de valer alguma coisa,  senão ninguém se interessaria na sua compra.

Também por estes dias  os donos do Pingo Doce  ganharam a concessão para explorarem o bonito Oceanário de Lisboa,  que ao que sei até dava lucro.

E quando não houver mais nada para vender ? Dá-se um pontapé numa pedra à espera que debaixo desta esteja um poço de petróleo ? O Povo não pode ter posição nesta espécie de feira da Ladra ? Quando acabarem os anéis,  cortam-se os dedos ? O futuro é incerto mas também não promete nada bom...

Tá?!...

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Retalhos da evolução do 25 de Abril....

Afinal houve mortes no 25 de Abril...
Foi ainda estando a residir em Angola, que tive a oportunidade de acompanhar através das emissões  da rádio, o que estava sucedendo na manhã em que se iniciara o movimento da revolução militar que conduziu ao intitulado 25 de Abril.

Presentemente, por  razões que se prendem sobretudo quanto ao meu frágil estado de saúde, e já bem perto dos degraus da escadaria da vida que me levarão até ao eterno infinito, a caminho dos noventa anos de idade, e residindo agora no Algarve, para me distrair e afugentar a solidão e isolamento a que um recente estado de viuvez me  conduziu, dedico-me a vasculhar toda a literatura emergente, e disponível, que a Internet faculta a quem tenha um simples computador. Foi dentro desta perspectiva, que, ao longo do dia, me surgiu um texto, inserido na Net que me surpreendeu, ao ponto de ter feito a  mim próprio, a seguinte interrogação.... Será que  esta versão é conhecida pela generalidade dos Leitores?...

Pois bem, para melhor interpretação do que pretendo infringir com este blog, tomo a liberdade, com todo o respeito e a devida vénia, reproduzir, inteiramente, o texto que se refere a história de "quatro portugueses que morreram no dia mais feliz das suas vidas".... como segue:







Tá?!...