
Compatriota:
Li,com alguma estupefacção, o artigo que o jornal acima fotocopiado publicou, recentemente, acerca do aviso solene feito a Portugal, pelo Ministro de Estado e da Coordenação Económica, Manuel Vicente, contrariando e impedindo (por não ser prioritário) o investimento directo angolano em Portugal.
Como acentuou Manuel Vicente, "o Estado hoje tem outras prioridades. Estamos a olhar mais para os problemas internos que para os problemas externos"
Pois bem. Sempre entendi que Portugal e Angola, a despeito das alterações específicas de cada um, nunca deixariam de ser como DOIS IRMÃOS DE SANGUE, e que quando desse as dores de barriga a um, ou outro, de imediato, prestar-lhe-ia o socorro necessário.
Do Suplemento do Boletim Oficial de Angola, nº 150 datado de 30 de Junho de 1975 (documento histórico que guardo em arquivo), transcreve-se parte que se relaciona da cooperação entre Angola e Portugal:
Mas, assim, esta ideia de fraternidade, esfumou-se ... como as nuvens primaveris ...
Era nesse sentido, de boa cooperação e eterna amizade, que me propunha oferecer a minha força de trabalho na terra onde nasci. Aquando da minha proposta, para ajudar a edificar o novo país, fui confrontado com a resposta que a Digna Embaixada da República Popular de Angola, em Lisboa, me deu, conforme o teor da carta recebida, que a seguir se fotocopia.....
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