quarta-feira, 19 de julho de 2017

As verdades não são para serem ditas...

Tanta hipocrisia ! Tanta mentira ! Parece que o ser humano é,  por defeito,  mentiroso e hipócrita. Escondemos a verdade e propagamos a mentira de acordo com as nossas conveniências,  tentando acreditar e convencer os outros de que mentir é o melhor remédio. Pior ainda,  quando alguém tenta   dizer a verdade ou revelar  informação que permita entender o ocorrido é imediatamente censurado e atacado,  visto até como alguém que procura a notoriedade ou fama,  sendo por vezes apelidado,  este que diz a verdade,  de mentiroso. Chama-se a isto virar o bico ao prego...

Vem tal  prosa a propósito  de notícias que dão conta de que a protecção civil estará a impedir os bombeiros de revelar detalhes ou mesmo qualquer informação sobre os  incêndios que  combateram. Por outro lado,  populares vêm a público  revelar informações e imagens que colocam em causa a autoridade nacional da protecção civil e, eventualmente,  o Governo.


O Senhor  Daniel Saúde  terá  telefonado para o 112,  após o que tirou uma fotografia ao incêndio que havia  começado  trinta e nove minutos antes. Ao que parece o Senhor Daniel foi a primeira pessoa  a ligar para o 112. Seria de esperar que as autoridades que investigam os incêndios tivessem  interesse  ou curiosidade em falar com esta pessoa.  Tal não aconteceu... Estranhas formas de investigar estas...


Entretanto,  após anos e anos de discussão foi finalmente aprovada uma Lei para a floresta. Algo que  já devia estar em vigor há décadas,  de tão óbvio que é  um conjunto de  Leis que regulamentem  a floresta,  nomeadamente  no que se refere às espécies plantadas  e à limpeza dos espaços  florestais.



Muitos interesses  se movimentam em torno de um sector que gera  milhões. Por isso  a verdade possa ser incómoda.

A propósito de verdades incómodas veja-se o caso do político que proferiu uma declaração sobre um determinado grupo étnico,  sem ofender,  emitindo a sua opinião  que será a mesma de muitos que imediatamente o atacaram porque não é bonito assumir determinadas verdades.


Há as verdades bonitas e as verdades feias.  A ignorância é mesmo abençoada e a mentira,  em detrimento da verdade,  apenas porque não é bonito,  é uma coisa feia...  Mas enfim,  é o que temos.


Tá??!...

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Eliminem-se pesadelos provenientes das injustiças....das injustiças...

Acabo de receber através dos CTT,  a revista FEBASE,  nr 75,  Federação do Sector Financeiro, de que anexo foto, extraída da capa e da pagina nº 6, :

 
 Não pretendo querer demonstrar ser melhor e mais inteligente do que aqueles  que, ao  longo dos anos,  ocuparam lugares administrativos, e de chefias,   cujos poderes se compaginavam , igualmente, com o que um programa televisivo, ( na  brincadeira),  emitia,  titulando-o de DDT-, o que  pretendiam  querer  significar, com  isso,   serem TODOS  os detentores do poder,.. os  DONOS DISTO TUDO...

Meus estimados Leitores ,   não é por ter tido uma  profunda e constante  actividade laboral, sempre  exercida com honra e dignidade exemplar,  (documentalmente comprovado),  mas  tão somente por na minhas veias correr um sangue que há  90 anos  circula   por um coração, que, dada a longa  experiência  resultante de factos  ocorridos no passado,  ainda possui certa visão do que seria a vida, daqui  para a frente,    na   actividade bancária,  se viesse a ocorrer a alteração prescrita na  pagina 6,  na  supra citada Revista - !"Vamos  consultar os associados sobre o sindicato único".

De entre a actividade profissional  que exerci durante  longos  anos, tanto em  Angola, como em Portugal, conforme fotocopia de alguns  cartões aqui fotocopiados  finalizei a minha  actividade profissional, como bancário,  situação  para que fui atirado, injustamente,  para a  classificação de Reformado, dada a circunstancia de ter sido vitima de  procedimentos hostis , e injustas,  contra  mim,  numa Agenciar Bancária (onde trabalhava)  por parte de uma equipe Gestora que nunca se conformara com  os meus  superiores conhecimentos  e experiências obtidas enquanto exerci  chefias máximas no sector contabilístico.  Quanto a isso,  há a prova de um  Atestado  Médico   emitido por um  Valoroso  Psiquiatra, dando conta que a grave doença que me atacara fora  causada  no próprio local de trabalho, pelo que , perante uma  junta médica,   acabei por ter   entrado  na Reforma, mas  apenas com o direito a uma  Pensão de Reforma, a  Mínima  prevista no sector bancário ( equivalente  a de  um aprendiz da Banca). Anexo copia do  documento aqui mencionado.

Como se comprova através da documentação fotocopiada, estive sindicalizado  em Angola, num Único Sindicato existente  para a actividade financeira.  Aqui em Portugal, quando   admitido na  Banca,  e devido aos posteriores  acordos bancários,  acabei por ter sido sindicalizado, oficialmente,   no

                                      SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO NORTE.

e, como acabei por vir a residir no Algarve (Olhão),  tive, por legislação,   manter-me  ligado a este Sindicato  , nortenho.  Quanto a assistencia  médico.social, normal,  mantida   através  dos Serviços prestados pelo   SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO SUL E ILHAS,( Faro)   sou consultado e posteriormente  o custo das consultas, e outras despesas, são enviada para o Sindico do Norte, a fim de, a partir daí,   vir, mensalmente,  descontado no valor da reforma , o montante das dívidas. em atraso.

Salvo melhor opinião,   e atendendo que  sendo o território  Português  constituído do Minho ao Algarve - incluindo Madeira e Açores- , para se evitarem divisões territoriais nacionais,  evitando-se assim  que se pensasse existir Portugueses de Primeira,  de Segunda  ou  de Terceira ,  que se acordasse apenas em  existir um ÚNICO SINDICATO DOS BANCÁRIOS.

O que resultaria da divisão se houvesse uma GREVE ?
                                                   
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Eis as fotos pronunciadas...







Apelo a um bom senso para que, pelo menos, os Séniors, como eu,  não  se vejam por vezes aflitos , face as suas  avançadas idades,  em se socorrerem da misericórdia hospitaleira  activa ,  na  actividade do sector bancário.

Tá?!...




Os revoltados...

Por experiência própria,  do contacto que vou tendo com essa juventude de hoje em dia,  juntamente com o que vou ouvindo,  cheguei à  conclusão de que cada vez se sabe menos. Jovens que mal sabem ler ou fazer cálculos simples,  como seja a tabuada  de multiplicar,  apesar de frequentarem a Escola há mais  de uma dezena de  anos,  é algo cada vez mais  frequente. Pior é a completa ausência de espírito crítico e incapacidade para questionar. O que será o futuro ?

Felizmente,  há excepções.  Não é fácil num mundo onde há  cada vez mais distracções daquilo que  é de facto importante. Ligamos mais àquele que tem o telefone mais bonito do que a quem se mostra capaz de manter uma simples conversa.

Explicar aos petizes a importância daquilo que lhe dizem ser coisa de extra-terrestre, é realmente coisa de outro mundo.  Mas com esforço,  muita paciência,  alguns berros e castigos pelo meio e saber dizer não  (  é muito mais fácil dizer sempre sim...) por vezes conseguem coisas boas. Parabéns aos meninos  e meninas que têm a coragem de ser os melhores num tempo em que a mediocridade  parece querer prevalecer. Fica o  exemplo...
Uma excepção à regra ???

Tá?!...


sábado, 15 de julho de 2017

A moedinha da sorte...

Foi uma foto deste tamanho que ontem deu azo a uma discussão alertando para o facto de nunca ter sido anunciada pelo Governo (Estado) relativamente a nova circulação da moeda de 2,5€, inserida na  carteira monetária que me foi remetida pela Empresa que negoceia colecções de moedas novas.

A carteira monetária  distribuída com a inclusão de uma nova moeda de 2,5€.



Entretanto, gera-se uma discussão, calorosamente travada, que chegou ao ponto de se ter referido que o Estado ainda não entregou  os  donativos prometidos   aos que foram prejudicados nos incêndios, e que a População realizara festejos com o fim de se entregarem Euros aos que tinham sido mais prejudicados, notícia hoje confirmada pela televisão, num programa em que um Partido se queixava de que das negociações  acordadas na Assembleia da República, ainda não foram indemnizados, com a distribuição de Euros,  conforme acordado, aos mais prejudicados nos incêndios.

Pois então,  qual milagre,  poderia o nosso querido Primeiro Ministro e amado Presidente  da República  decidirem,  também eles lançar uma moeda milagrosa que pudesse  pôr fim à confusão  instalada,  prestando o auxílio a quem dele mais precisa. Pegando  numa moedinha,  valor facial infinito,  criada para pagar a quem de direito para resolver os problemas   de quem os tem.  Entretanto,  as pessoas  que ficaram sem nada  ficam  também sem resposta às suas angustias e anseios.  Depois,  bastaria,  tal como a moedinha acima,  colocar num envelope fechado,  enviar ao domicílio,  bastando  depois mostra-la  para cobrir despesas e pagamentos. "Ah, é a moeda de valor infinito ! Sirva-se,  tire o que precisar,  que,  com tal moeda,  tudo poderá  pagar".  Tão simples. Uma moeda,   um símbolo infinito e tudo se resolvia. Tanto alarido afinal para nada...

Dirão: " Mas que grande parvoíce  ! ".  Será?  Qual é a diferença entre acreditar nesta história da carochinha e acreditar no que os políticos nos vão dizendo ou acreditar que um pedaço de papel tem algum valor  só porque alguém,  num gabinete do Banco Central Europeu,  diz que tem. É tudo uma questão de acreditar....

Tá?!...

sexta-feira, 14 de julho de 2017

O escolhido de Fátima.

Morreu Américo Amorim ! Até aquele que era considerado o homem   mais  rico   de Portugal,  com uma fortuna avaliada em vários milhares de milhões de Euros,  construída à custa  de um  Império que começou na cortiça  mas que se expandiu  para as mais diversas áreas,  viu chegar a sua hora. De facto,  é algo que acontece a todos,  ricos e pobres,  brancos e pretos,  cristãos e muçulmanos.  Não há excepções e muito menos milagres. Foi-se uma espécie de Henry Ford português que,  com o seu empreendedorismo criou  milhares de empregos.

Américo Amorim-

Curiosamente,  no mesmo dia,  fiquei eu mais rico pois tive o gosto de receber inesperadamente  em casa uma moeda de dois Euros e cinquenta cêntimos  comemorativo  do centenário de Nossa Senhora de Fátima. Bom,  se formos ver bem as coisas, acabei por ficar um Euro e quarenta e cinco mais pobre,  uma vez que a referida moedinha custou três Euros e noventa e cinco cêntimos.  Mas porque a vida não se resume aos bens materiais e  ao dinheiro que temos na carteira ou no Banco,  entendo que,  feitas as contas,  ser possuidor de tão bonita obra de arte compensa o saldo contabilístico negativo. Veja-se o caso do  Amorim. Tão rico mas agora tão morto como qualquer outro. Na vida e na morte nem tudo se resume ao cifrão,  neste caso, ao Euro. A beleza de uma obra de arte,  o sorriso de uma criança,  a honra e honestidade inquestionáveis, uma consciência de que vivemos a vida o melhor possível, são estas as maiores riquezas.

A carteira monetária, ...



Quanto à moeda,  mostra,  numa das faces,  a aparição de Nossa Senhora de  Fátima,  rezando  o terço,  numa peça com apenas dez gramas e vinte e oito milímetros de cobre  e níquel.  Mas para mim é como se fosse um pedaço do Céu,  de onde a Virgem olha por todos Nós.  Bem haja !...

Tá?!...

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Convite público...

Publicado no Facebook:
Armando Baptista a sentir-se pensativo com Álvaro Batista e 3 outras pessoas.
2 min · 

No jornal Mwangolé, orgão informativo da Embaixada e consulados gerais de Angola em Portugal (http://www.embaixadadeangola.pt/…/…/Mwangole-100-net.pdf.pdf), vem publicada uma declaração do Senhor Samakuva, afirmando que "não quer governantes portugueses em Angola". Pergunto: Mas quem é que este Senhor pensa que é ? Depois de uma descolonização vergonhosa, vêm agora estes políticos de trazer por casa atirar "postas de pescada" como se pudessem apagar quinhentos anos de história que, não acontecendo, faria com que este Senhor vivesse numa cubata a comer inhame e outras raízes apanhadas da terra. Quem seria o Samakuva sem os portugueses ? Seria interessante juntar uns quantos portugueses de Angola para discutir este e outros assuntos, para dizer mal destes tipos ou então, se fosse caso disso, dizer bem. O lugar ideal, porque é verão e está calor, seria uma bela esplanada. Por isso fica a sugestão e a imagem. Quem quiser pode deixar os seus comentários aqui e ajudar a organizar tal encontro. Porque não ?

MEDO " Medo de Quem e de Quê ?....

Consequente de uma publicação que fiz há dias, num dos meus blogs, em que se sugeria uma simples reunião de Angolanos, numa esplanada, ao ar livre,  num dos mais prestigiosos Cafés da cidade de Olhão,  para que , entre os protagonistas presentes,  nesse  eventual e singelo convívio  se trocassem  "contos e fadas", então  vividos em  Angola, no passado, surge, o receio, por parte  de alguns naturais daquela antiga província ultramarina portuguesa,  se levantassem "problemas" relacionados com  a seguinte publicação que veio, recentemente,  a publico,  de que se reproduz, de seguida,  uma parte do texto.



Vozes, desconhecidas, vieram, entretanto,  à superfície da atmosfera  salutar, popular,   dando conta  de que haveria o receio , e medo,  de que   poderiam  surgir, entretanto,   "inimizades  incontroláveis " entre os participantes  da projectada reunião de convívio familiar, pelo o que, perante o  receio  e "medo" de alguns   eventuais participantes,  tal reunião fica definitivamente, anulada , e -sem efeito !

 Pois  Amigos... Nascido em Luanda, há noventa anos, e forçado a exilar do País que me viu nascer, mercê de consequenciais  impostas  pela  " Exemplar Descolonização", cá me mantenho à espera que me surja a foice da morte  que me decepará e me conduza ao conforto  e companhia da minha Ex-Mulher, (Alvarina  Teresa),  que já  repousa no Céu  Eterno , há  meia dúzia de anos.

Mas... medo de  "quê", se sempre fui pessoa honesta, respeitadora, exemplar  cidadão,  cumpridor de todas as Leis   benéficas que nos  conduzem ao bom convivio ,-documentalmente comprovado- e  que me atire a primeira pedra  quem  encontre  motivo  para o fazer...,

Estamos, no momento em  que   se digere uma   fase,   em que o confronto entre certos Humanos,  leva-os  até ao ponto  de se "odiarem"", sobretudo  na actividade político/partidária.

Querem um exemplo  de dignidade e patriotismo  ?  Que se leia o drama que o heróico português demonstrou ao mundo o que é ser  militar digno e patriótico  - o caso vivido em Angola do General SILVA PORTO, de que se reproduz, parte de um texto  que foi publicado na Internet.





                         Oficial do Exército Português que se sentiu traído...


 Transcrevendo parta final da publicação:-

"Paiva Couceiro reparou que o seu complexo tinha  barris de pólvora ( o que Silva Porto, declarou ser apenas areia).  Em 1 de Abril de 1890, o velho explorador ( General Silva Porto)  envolveu-se numa bandeira Portuguesa, e deitando-se sobre os   barris  de pólvora acendeu o pavio. imulando-se".

Dizem que puxou pelo gatilho da pistola, e disparou sobre os barris de pólvora, por se ter  sentido  traído e ofendido , como bom  português  que era.  É o que ´reza a história....

Haverá agora quem   imita  o mesmo,  pelo facto   de se ter  sentido  magoado ,  perante  a injusta  acusação  de ter  sido  um "apátrida"  traidor ?

O destino nos  dirá !....

Tá?!...




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sábado, 8 de julho de 2017

Histórias sem "estória"......

Um conto de fadas... é o que parece  vir a ser este deslumbrante e apetitoso blog...

A idéia  acaba de nascer,  devido ao seguinte acontecimento:... Começo por  ter sido inspirado por uma foto (abaixo parcialmente  reproduzida) publicada no jornal angolano  MWANGOLÉ,   que é . distribuído  gratuitamente pela Embaixada de Angola.



Esta revista ( ou seja, este jornal) veio parar as minhas mãos,  há dias, por  via de um  velho Amigo, que muito respeito,  que teve também, em Angola  uma grande actividade  profissional, e que por consequencia da  dita "Exemplar Descolonização" também  fora  vitima de  um forçoso " exilio", tendo vindo parar a este Pais, à beira mar plantado - PORTUGAL !...

Ora bem.  Acabo deter o prazer de me encontrar,na via pública,  com um Senhor. que me reconheceu dos tempos em que ambos tínhamos  vivido e trabalhado em Angola, e que agora só apoiados na muleta (velha bengala) é que  conseguimos dar passeatas e entrar nos super-mercados para  podermos  comprar os nossos almoços e jantares. O tal Amigo  de 83 anos,  manteve comigo longa conversa comigo,  que tenho 90,  e sugeriu-me o seguinte:-  Disse-me que  tem  tido  contactos com Pessoas, aqui nesta cidade de Olhão,  com quem, em Angola, se lembra, ter lá   trabalhado, e que cada um conta a sua história ( de encantar..). que daria para  sessões continuas  e  em que cada um  teria a oportunidade de  relatar  as suas aventuras  vividas  em Angola, sendo  algumas altamente  surpreendentes.

Assim sendo, teríamos  então reuniões , entre Angolanos ( e não só),  em que o os gestos e as palavras, por si só,   substituíam  um encantador LIVRO. a...   editar... memóriamente !...

Sendo assim , porque não  imaginarmos , então,  uma espécie de Associalização Mental,   em que, sentadinhos ao redor de  mesas, cada um contaria a sua aventura ocorrida em Angola,  que espantaria, certamente,  muito boa gente Sénior´..

Sugestões...

A Câmara Municipal de Olhão, dispõe de instalações apropriadas  para realizações  e reuniões populares , assembleias, etc.  que certamente as disporia para a concretização de tais operações familiares.  Mas, como  não  se pretende a mínima intervenção de cariz militar ou político, mas tão somente  de âmbito amigável, em caso de se  coordenem  somente ideias do que se passou  no antigamente,  e atendo que as condições atmosféricas do  verão seriam adequadas, estou convencido que estas  seguintes   paisagens, ou seja, esplanadas do " Kubbo  Caffe"  na estrada 125,  no Largo do Cubo, em Olhão da Restauração,  seria uma maravilha para ali passarmos os nossos  sorrisos e beijocas, dentro da maior felicidade, ao longo das horas em que estaríamos entretidos a relatar o que eram as nossas aventuras em Angola, quando íamos à pesca dos pargos com 60 quilos e leões na selva , ameaçadores.

Experimentem...








Esplanadas surpreendentes e muito agradáveis, sobretudo no tempo do calor...

KC...

Vasta leitura sobre a independencia  de ANGOLA. ( e  não só !...)

Já agora,  aqui vão mais umas breves recomendações de leituras de Livros, como, por exemplo:

"HOLOCAUSTO  em ANGOLA ( livro que esteve temporariamente proibido) de autoria de  Américo Cardoso Botelho, que relata  recordação de memórias de entre o cárcere e o cemitério.com cenas odiosa,  passadas em Amgola,  na  época  da independencia.

"Em Nome do Povo", de autoria de Lara Pawson, relatando os massacres que Angola  silenciou.
"O Retorno", de Dulce Maria Cardoso.
Loanda - Escravas, Donas e Senhoras, de Isabel Valadão.
"Universos de Sol e Mar ", de Antero  Simões.
"Memórias de mim - histórias de nós- edição de autor"- de  Antero Simões.
Os  Retornados mudaram Portugal",  de   Fernando Dacosta..
"Os Retornados - um amor nunca se esquece", de Júlio Magalhães.
"ANGOLA  anatomia de uma tragédia ", de General Silva Cardoso.
"MEMÓRIAS -  Combatentes na guerra do Ultramar", de João Peres.
"Recordar  ANGOLA " (  3 volumes), Fotos e gentes, de Cabinda ao Cunene, de Paulo Salvador.
"A conjura - AGUA LUSA " José  Eduardo
"SEGREDOS DA DESCOLONIZAÇÃO DE ANGOLA" de Alexandra Marques.
"VIVA A MALTA DO LICEU-  Liceu Nacional  Salvador Correia-Luanda.

... adicionar mais estas publicações, que, na maioria dos casos, relatam acontecimentos ocorridos em Angola,  e  em  que em determinados casos,  alguns Escritores, já faleceram.

Todavia,  graças a Deus,  muitas Pessoas ainda permanecem vivas, que, em qualquer altura,  poderão contar coisas que, em muitos casos, até vão parecer ser...  MENTIRAS !... Quando, na realidade, até  são verdadeiras

Tá?!...


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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Depois não digam que não avisei...

Os vinte mais ricos, países,  entenda-se,  estão, nestes dias reunidos na Alemanha, em Hamburgo. Claro que há logo quem se aproveite para lançar a confusão. A coberto de uma pretensa manifestação de protesto  contra a globalização e contra o domínio   que esses países  mais  ricos ostentam,  grupos de arruaceiros queimam  carros, partem montras e agridem quem vai passando.

Estes " indignados" com a riqueza alheia são daqueles que fora destas andanças  seguem a sua vida normal  agarrados a telefones topo de gama,  mais caros do que o dinheiro que recebo todos os meses,  colocando depois a máscara e gritando " eu quero ter aquilo que vocês têm ! ".

O principio do fim ?

Usando dos mais diversos estratagemas,  agredindo sem escrúpulos  quem  se lhes atravessa no caminho,   tudo fazem para atingir os seus fins,  com voz de cordeiro  mas comportando-se como lobos.

Uma vergonha ! Pessoas que nada têm a ver e que  possivelmente   até  poderiam  simpatizar com a causa sofrem as consequências de tais actos. Infelizmente é algo cada vez mais vulgar,   ver pessoas,  cegas pela sua ambição pessoal,  insensíveis aos  mais elementares valores de vida  em comunidades,  atropelarem  tudo e todos,  até ao objectivo final.  A falta de moral,  desonestidade intelectual,  não podem servir de atenuantes para  um comportamento cujo único resultado  só pode ser a sua destruição pessoal e,  infelizmente,  de alguém com quem se possam  cruzar.

A meu ver nada mais  é  do que a expressão  máxima de um materialismo encapotado de justiça e que vai levar  à infelicidade e à desgraça. Tudo,  apenas,  porque queriam  aquilo que o vizinho tinha. Faltam valores morais e éticos,  algo de que falo há muito. Só é pena que não ouçam as profecias  deste "Velho do Restelo Grisalho".

Tá?!...

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Dar a vida por Portugal !.A confiança é sagrada...

Carta arquivada

É curiosa a afinidade do teor desta missiva acima,  que em tempos ,já muito distantes . foi dirigida pela Embaixada de Angola, em Lisboa,   ao Autor deste blog,, natural de   Luanda (Angola), nascido há 90 anos,  mas de nacionalidade Portuguesa, isto é,  Português de Angola,  e o que vem relatado na capa  do Jornal Quinzenal de Actualidade Angola , " WangolÉ", abaixo  fotocopiado,  que me veio parar às mãos, ha´dois dias.






 É surpreendente o  texto  descrito na pagina central,  acerca da  recente visita de Isaias Samakuva à cidade do Porto, onde afirmou que não quer governantes portugueses a visitar Angola antes da conclusão do processo eleitoral.

Bem,  não é com nenhuma intenção essencialmente política, que abordo esta questão,  pois forçosamente " exilado" que fui,   relativamente à  "exemplar descolonização",  pois presentemente e dadas as circunstancia  desagradáveis que foram  ocorridas no passado, , não me  aquece, nem  me arrefece, o  sentido  " discriminatório"  acima denunciado.

Na  minha actual vivência, onde caí de " para-quedas",no passado,   nesta  cidade algarvia , denominada Olhão da Restauração,  vou beneficiando da pacatez ,  clima amoroso, e são,  que aqui se desenvolve, pois, por exemplo, no contacto diário com Organismos de toda a espécie,  comerciais,  hoteleiras,  hospitalares e sobretudo em Restaurantes e Cafés, os meus pagamentos, de um modo geral, são efectuados do seguinte modo:

começo por perguntar qual  a importância a liquidar  proveniente da despesa que acabei de  efectuar, e a resposta obtida,  é .... "é tanto ...".  e utilizo então o meu velho processo de liquidação, que é o seguinte:

No meu bolso trago sempre notas e moedas em Euros,  resguardadas numa carteirinha, que,  é esta:


 Passo-a  de imediato para as mãos do fornecedor,  recomendando que  retire o dinheirinho  necessário para liquidação total  da divida,  que é o que ele faz, e, por confiança, quer mostrar-me o que retirou,  ao que  eu respondo... não precisa de me mostrar, porque confio  totalmente  na honestidade do fornecedor, e... recolho então a carteirinha, sem  a minha conferencia dos Euros retirados.

Em casa, porem, para reposição do recheio  da carteirinha, faço uma ligeira conferencia dos negocios executados e...  acreditem... está sempre tudo muito certinho, pois nunca notei ter sido "aldrabado" por nenhum dos meus  confidentes.



                                                   Confio em toda a gente...


Tá?!...