sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Dia de azar ou azar de dia ?

Hoje é sexta-feira 13,  para muitos um dia maldito, pressagiador de desgraças e azares,  capazes de arruinar a vida de qualquer um. Há quem evite sair de casa, outros nem saem da cama com receio que o Céu lhes caia em cima.

A origem  desta crença dizem remontar há mais de setecentos anos, quando em 1307 a ordem dos Templários foi considerada ilegal e perseguida na França  do Rei Filipe IV. Outras explicações são avançadas (ver janela mais abaixo), mas a verdade é que por qualquer razão que a própria razão desconhece a sexta-feira 13 é sempre olhada de lado. É daquelas  coisas, ".... não acredito em bruxas,  mas que há bruxas, lá isso há...".


Continuando, bem vistas as coisas,  dias de azar e dias de sorte podem ser quaisquer.  Por exemplo,  recordando o que ocorreu em Nova  Iorque fez recentemente  doze anos,  também o número  onze poderia ser um número de azar. A verdade é que a sorte ou o azar é principalmente consequência das acções que diariamente  colocamos  em prática. Fundamentalmente é a postura,  a atitude perante a vida que contam. Claro que há acontecimentos fortuitos e aleatórios que podem complicar um pouco as contas, mas, o que é certo, é que as contas somos nós que as vamos fazendo.

Vejamos: Alguém que,  por alguma  razão se encontre numa situação difícil de vida,  não adianta ficar a chorar e a lamentar-se permanentemente,  acusando o Universo inteiro de conspirar contra si. Só vai complicar,  tal atitude. Há que lutar. A garra, o querer,  não se medem no número de vezes que caímos,  mas sim  no número de vezes que nos levantamos e voltamos à luta...

É mais fácil falar que fazer,  mas objectivamente é esta a verdade. A não acção, dentro de certos limites de razoabilidade e bom senso, é pior que a má acção, por muito má que esta possa parecer. Que esta sexta-feira seja um dia de sorte. Hoje e todos os outros dias,  não vá o azar bater-nos à porta...

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Corte e costura...


Esta foto, que incide sobre uma noticia que, por via da Internet, acabo de ter conhecimento, contém um trecho que vem inserido na página em que DN Economia anuncia o seguinte:


E demais assustadora semelhante  informação, pois a um velho "Técnico Contabilista Bancário", que, em conjunto com outros Colegas. igualmente Técnicos Bancários, contribuiu para a fundação e desenvolvimento de um importante Banco, em Angola (Banco Totta-Standard de Angola) e, posteriormente, exercendo várias actividades de Chefia, em Empresas sediadas em Portugal, foi atirado para a prateleira dos Reformados, auferindo apenas uma única pensão de reforma, equivalente à de um Aprendiz da Banca - nível de admissão - equiparada ao custo de um computador portátil, marca Asus CI7-3537U K 56cB-XO246H, exposto numa montra da especialidade, em Olhão,  é  revoltante ...


Um Bancário é, como na engenharia civil. Um Engenheiro que abraçou a especialidade de manobrar, com precisão, negócios que movimentam todo o Mundo, que envolve, como fase final ... o Dinheirinho !

Não é em meia dúzia de dias que um Bancário adquire as capacidades de poder gerir, com competência, e eficiência, os valores monetários que chegam a atingir tanta  importância, e poder, que até provocam  guerras mundiais.

Não deixo de reconhecer, que o progresso contribuiu no sentido de se facilitarem certa transacções, que antes, chegavam a ser demoradas, como por exemplo, a movimentações por intermédio de cheques, agora pouco utilizados, e o novo impulso nas facilidades de aquisição do dinheiro por via dos Multibancos.

Embora já com a idade de ir para a cova, a experiência adquirida ao longo da vida, faz-me pensar, como reagir, sossegadamente, no dia em que uma forte  tempestade, e ruidoso temporal, inutilize o sistema eléctrico que alimenta toda a movimentação que acciona tais aparelhos, que a todo o momento, satisfaz a recolha  imediata das notas, denominadas... os "Euros"  ?...

Vão a casa dos Veteranos da Banca para atenderem o impulso e desnorteio dos clientes, face à estagnação do veiculo normal  de entrega e recolha  das cédulas monetárias ? Ou que tipo de engenharia, à ultima hora, viria a ser descoberta? Avançariam os braços e pernas, dos Vencidos da Vida Bancária... repousando  nas suas vivendas ?!...

Uma eventual aproximação dos trovões e das grandes chuvadas, dirão de sua Justiça !.

Em aditamento ao que acima exponho, e sem sentido de alguma presunção, mas apenas querendo evidenciar  o preconceito de igualdade e de justiça que sempre foi o meu tipo de actuação no campo laboral, exponho um episódio ocorrido, na nossa área, Bancários, que mereceu um despacho favorável, por parte das Entidade competentes, a uma reclamação submetida, por mim, a quem de direito, por, a determinados Empregados Bancários, por razões geográficas, não lhes ter sido, como aos restantes, o 14º mês, de subsidio, a que tinham  pleno direito. Fotocopiei a carta, então recebida da Assembleia da Republica, em resposta aos meus procedimentos, que, com todo o respeito, seguidamente transcrevo, parcialmente:

" ... 2. Como a situação referida é injusta e por que a solução só poderá ser encontrada no âmbito do regime da Contratação Colectiva, este Grupo Parlamentar encetou já o estudo da revisão de tal regime de forma a que, independentemente de qualquer negociação, seja obrigatoriamente extensivo a todos os reformados bancários a prestação adicional à pensão (14º. mês), bem como o principio da igualdade das pensões, em casos  idênticos de direito, em todo o território nacional"

(Nota - o sublinhado é meu.)

Fotocópia do documento em referência:

Nota: Efectivamente, o 14º mês em falta, foi, mais tarde creditado na  conta Bancária pessoal.

Tá?!...

Cruel destino ? Haja esperança...


Estamos na véspera do dia  13 de Setembro de 2013, sexta-feira, e, diz o  Povo que "sexta-feira  13" não combinam muito bem... Anseio que este tétrico simbolismo, não venha a alterar  o bom  clima  de pacifismo e "serenidade" com que o sol ardente nos tem beneficiado, ultimamente, com as suas altas temperaturas, convidativas a um bom mergulho nestas encantadoras e suaves praias do Algarve...

Diariamente, a meio da manhã, desloco-me a vasculhar a caixa do correio, onde a papelada propagandista se mistura com os envelopes que me são endereçados, contendo boas ou  menos boas noticias. Bem-hajam, Senhores Carteiros!

No embaralhado de papeis que encontro no recinto postal, destaca-se o jornal diário "Correio da Manhã", que começo a ler de seguida.

A primeira noticia que me põe petrificado, foi esta: "Portugal arrisca ser um dos países mais desiguais do mundo"  (Deduzo... miséria... mais miséria !,,.)



Sou, provavelmente, de entre os Leitores que também  pesquisam o conteúdo noticioso do dito jornal,  um dos que, apesar das catastróficas noticias, ainda  mantém a esperança  e acredita que,  milagrosamente,  venhamos, em breve, a ser agraciados e beneficiados com uma Luz  Divina, condutora a um  risonho e suave  futuro...
.
Os meus cabelos brancos (aliás, a minha careca) ainda sentem o desejo de vir a ter oportunidade de,  no próximo Natal - se eu lá chegar - colocar  uma velinha saudando a amizade, bom convívio e fraternidade  e  Paz, que a Todos tenha batido à porta ...


Que Nossa Senhora  de Fátima nos ajude... e que, no próximo Presépio, na época Natalícia, nos sapatinhos dos Filhotes, e nas botas encardidas dos Velhotes, surjam as melhores prendas que se podem  desejar a  Alguém  ... UMA BOA SAÚDE ...

Tá?!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Estudantes Universitários aventureiros.... e que aventuras!

Se há sustos que quaisquer Pais possam ter sofridos com as perigosas aventuras em que os seus  Filhos se metem, este foi  um deles...

Passou-se em Angola, mais precisamente na sua capital - Luanda.

Os jornais proporcionaram aos seus Leitores, os perigosos momentos por que passaram, no extremo Sul de África, um grupo de Alunos e Alunas que se aventuravam a "descobrir" o caminho marítimo para a Índia, mas, os "cardápios" trocou-lhes as voltas, enganando-os, pois quando deram por ela, estavam mas é a caminho  de um território, em que também  havia  ferozes leões, cobras, tigres, mosquitos e percevejos... Moçambique  !.

O autor deste blog também  chegou  a viver momentos de muita aflição, dado que integrada no Grupo Estudantil, contava-se uma sua Filha, também muito jovem.

No sentido de abreviar o que certa  imprensa dedicou  a este inesperado  "flagelo", algumas partes dos seus textos, vão seguidamente ser  transcritas.

"..A aventura, na coutada do Zinave, não foi nada agradável.  Mas a rapaziada levou as coisas para o lado desportivo. E. no final, tudo passado, ei-los, ontem à noite, de regresso a Luanda, sem terem perdido a boa disposição. Pelo contrário, até...."

"Como se sabe, três dezenas de estudantes  finalistas do Liceu Nacional de Salvador Correia, de Luanda, de visita a Moçambique, viveram no distrito da Beira, no Domingo, a 190 quilómetros daquela cidade, momentos de alguma apreensão. Faziam a viagem em viaturas, em plena zona do Zitumbo. Em determinada altura as viaturas enterraram-se.  E só houve uma alternativa: fazerem o resto do percurso a pé, durante a noite, até à localidade mais próxima, ao longo dos campos alagados pelas cheias do Buzi." "O que mais os preocupou foi saber que a zona estava infestada de animais selvagens, e esta preocupação prolongou-se durante três dias.."


Foi através da rádio que se procurou auxilio aos estudantes, pois já estavam a pensar no pior. Foram, socorridos  através de iniciativas com vista a ser solucionado  o grave problema.

Segundo  informação,  foi interpretada uma jovem finalista, Fernanda Ribas, que disse ter havido uma certa culpa da agência de viagens,  por não ter informado sobre o estado das estradas e por vezes viam-se repentinamente atolados, pois as chuvas eram intensas, acompanhadas por fortes trovoadas.

Foi prevista uma visita ás obras de construção do importante empreendimento de Cabora-Bassa.

O ambiente à chegada, ao regressarem a a  Luanda,  foi de alegria... pois do que se  livraram ...

E o susto não foi  tão pequeno como isso ! Livra !



Tá?!...

Regresso às aulas... dedicação !

Atravessámos o período "após férias", que agitou a classe estudantil (e não só...) com mergulhos nas praias, passeios pelas montanhas e desertos,  visitas a museus, corridas e desafios desportistas, reuniões de convívios, etc. etc, não esquecendo os agitados e semi-conflituosos encontros Benfica/Sporting, em que, no fundo, o outro bem  tinha razão em dizer que... o povo é sereno...

Passando à  história ex-contemporânea, sugiro, tanto aos que virão ocupar novas cadeiras  no   ensino como àqueles  que terão que repetir a mesma matéria incutida em ano anterior, que não desanimem, pois vou contar-vos o que  se passou comigo, quando fiz o exame de admissão aos Liceus, numa sala repleta de examinadores e examinandos, no Liceu Camões, em Lisboa, em que, pela primeira vez, li  num  placard,  à frente do meu nome a palavra REPROVADO !

Sempre fui um dedicado aluno, e tenho guardados, como recordação, diplomas em que provam ter sido, sempre, um excelente aluno, e muito  respeitador.

Constituía uma das principais  provas  para  apreciação e decisão final, para aprovar ou reprovar o examinando, a redacção que se basearia  nos desenhos formulados e comentários apresentados   no caderno  da  prova sob os quais haveria, por parte do aluno,  que  historiar  o significado que as ditas figuras  lhes parecesse , como sendo  o mais adequado. E aqui está a minha  inocente"burrice".

O desenho constava de um cão, já idoso, que pela boca, saia-lhe uma forte saliva e que a cauda estava estranhamento caída,  e que tinha  bem perto, um menino, que, pelo tamanho, deveria ter uns 10 anitos, a fazer festinhas, no focinho do bicho. E o que pensei e dei titulo a minha redacção, com base nas figuras desenhadas: "Não devemos fazer mal aos animais.."

E querem saber a razão pela qual   reprovaram-me , no exame ? Pois o titulo que pretendiam como o acertado ? Simplesmente porque errei  porque  em vez do titulo "não devemos fazer mal aos animais", deveria ter escrito,  antes, a palavra que me levaria a ser aprovado no exame: - "A RAIVA" !....

Sabia lá eu, naquela idade, saber qual o sentido e sintoma da doença canina ???...

O que mais me interessava era  aprender a matemática, e  saber escrever a língua portuguesa.

Ainda guardo, como recordação, alguns livros de ensino primário, em que o "F" escrevia-se "Ph" e já não chegarei a tempo de me habituar ao o novo acordo ortográfico.


No tempo das Caravelas de Vasco da Gama,  havia Alunos que desconheciam o que era uma bomba atómica, mas, presentemente  já  há Estudantes que, através de instrumentos escolares, como por exemplo, os Livros, que estudam o meio de eliminar  tais catástrofes destruidoras.

Tá?!

A máquina do tempo... passado!

Soneto da Mulher Ideal

Vinicius de Moraes

Pra fazer poesia
Tem que ter inspiração
Se forçar ..
Nunca vai ficar boa
Se não..
É como amar uma mulher só linda
E daí !??
Uma mulher tem que ter alguma coisa alem da beleza
Qualquer coisa feliz
Qualquer coisa que ri
Qualquer coisa que sente saudade
Um pedaço de amor derramado
Uma beleza ...
Que vem da tristeza
Que faz um homem que como eu sonhar
Tem que saber amar
saber sofrer pelo seu amor
E ser só perdão


Saudade... Palavra sentimento, estado de alma, bem portuguesa, que exprime a falta avassaladora de algo ou de alguém. Seu verdadeiro significado é impossível explicar por palavras, escritas ou faladas. Só quem sente, é que sabe. Mas quando sente, sente que é saudade.

Dizem-me que tal palavra apenas existe, com tal significado inexplicável,  na nossa língua portuguesa. Será a causa ou a consequência do eterno revivalismo de quem é português ? Não sei,  não sou entendedor e tais matérias, apenas sei o que sinto e o que sinto é saudade.

Saudade de ser jovem, saudade da força e energia de outros tempos, saudade dos tempos em que vivi no grande continente africano,  saudade
de Angola,  saudade de Luanda. Saudade sinto ainda daqueles que foram e já não voltam. Saudade da Mulher, Amiga, Confidente de mais de sessenta anos. Saudade, Saudade e mais Saudade. É a Lei da vida e da morte, mas que a saudade não reconhece.

Em Luanda,  fomos Padrinhos de casamento de  casal  amigo.
Mitigo o sentimento nas teclas já gastas. Olho para o passado através da janela do presente,  parecendo que o futuro já não está. Recordo, revivo, mais uma vez, com saudade.

Vivo hoje um dia de cada vez, consciente do passado, sabedor do dever cumprido. Sei que um dia, Esposa amada, nos vamos reencontrar. A inevitabilidade da natureza assim o dita. Até lá vivo o presente e vejo-te quando olho pela janela para o Céu azul brilhante, lá fora...

terça-feira, 10 de setembro de 2013

África...África !!!...

Mais de meio século atrás!... É o que me faz lembrar este velho álbum, ja esfarrapado. que, para limpeza,  fui, retirá-lo do armário , onde repousam algumas relíquias , que nunca poderão ser esquecidas, nem abandonadas,  porque retratam  tempos imemoriais de uma  feliz vivência ,  ceifada pela  farpa  que o tempo vai  ceifando  ,  ano... após anos...


Este casalinho, após o seu  feliz e encantador enlace matrimonial,  e enquanto os "filhotes" ainda se divertiam (à distância de, pelo menos nove  meses) com os Anjinhos que, mais adiante, iam sendo  "empurrados" para os nossos leitos maternos, sempre que as "trovoadas" consentiam, percorria   terras  Angolanas, de lés a lés, no seu "Morris Minor"... e posteriormente  de jeep.

E aqui vão algumas imagens das andanças percorridas por esse território,  rico em tudo,  e, para que chegássemos  às famosas  quedas de água do Duque de Bragança ( agora com outra denominação) , foi necessária a ajuda Divina, para  que lá chegássemos com  o corpo inteiro.. uma beleza surpreendente e de uma  grandeza  descomunal...



E as nossas paragens...






O Amor e uma cabana...




E, África ... adeus.

Outros Céus nos chamaram... o autor (ainda) vivendo em terra algarvia e a Santa Esposa, no Divino  acolhimento Celestial.... após sessenta anos de feliz e amoroso convívio familiar.

Tá?!...

Atordoante...

O 11 de Setembro, faz-nos recordar a colisão contra as Torres Gémeas, na cidade de Nova York,  provocada por dois aviões, comandados por suicidas, cujos ataques consumiram muitas vidas a inocentes, que, pacificamente iam tratando das suas ocupações e lides diárias.

O Mundo ficou aturdido, e estupefacto, com semelhantes ataques, numa expectativa dos horrores que  tais acontecimentos viriam a provocar, numa  possível conflagração mundial.


Conflitos armados, em todo o globo terrestre, não faltaram..resultando daí, que muitas covas e sepulturas,  para onde foram conduzidos muitos inocentes,  transportados ao som de fúnebres toques dos sinos, aos  Cemitérios.

Mas, também  houve  sobressaltos  que horrorosa mente  afligiram  milhares de cidadãos, que, em consequência de vários tipos de comportamentos (uns bons e outros menos bons) se viram perante o aspecto da morte, e, infelizmente o mundo ficou perplexo com certas atitudes maldosamente accionadas por mãos criminosas, tais como o atear de incêndios florestais, assaltos e ataques à mão armada, com o fim ilícito  de enriquecimento e riqueza de outros tipos, altamente  condenáveis pela Sociedade.

Neste  Mundo, há mantos religiosos , que diferem , uns dos outros,  tanto na forma de condução nas suas preces, actos e  articulação sentimental, de índole pessoal.  Mas o fim é Comum. a Todos... uma oração de espírito para uma comum "Salvação Santificada"...


Em Portugal, reza~se à Virgem Santíssima  não na  perspectiva de repetição do  milagre dos Pastorinhos de Fátima,  mas que a Sua Santa Imagem, repercuta em todos Nós, o sentimento da Bondade, Respeito, Solidariedade e Amor, e  para  que jamais sejamos atingidos  pelos os efeitos causados pela pólvora e agressividades litigiosas, causadas pelo próprio ser humano !.

Sejamos crentes e.. tenhamos  Fé, para que não sejamos vitimas  do  que  sai da boca dos  mortíferos canhões...e ... do coração dos odiados Maldosos, que, infelizmente, ainda existem sobre a Terra..


Senhora do Rosário de Fátima.

Tá?!...

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Sem prazo de validade...

Cortar o tempo

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente

 
O Autor, sessenta anos no passado
 
 
Mas que raio é isso do Tempo? Procuro significado, encontro mais de nada... Parece uma pescadinha de rabo na boca; quanto mais pensamos, menos sabemos.

Deste dia não me lembro...
... apenas sei porque leio palavras há muito escritas


O tempo são dias, horas, minutos, segundos. Por vezes pode chegar a ser um ano ou mais, ainda,  quem sabe, um século.
 
Na vigia, atenta a tudo
 
São imagens,  cartas, memórias que se sucedem e que parecem não deixar espaço para mais nada.  Por vezes  iludem, as memórias, enganando quem hoje pensa  que o que aconteceu ontem vai também acontecer amanhã.  Não há dois dias iguais,  o segundo que acaba de passar diferente foi do segundo que agora virá.
 
Ainda se lembram disto ?


Palavras escritas, numa folha de papel amarelecida,  fotografias impressas em papel grosso, desenhos feitos em folhas de cartão. Momentos do tempo capturados, congelados, pedaços de ontem que hoje olhamos, pensando no que será  amanhã.
 

Palavras guardadas com corações... de ouro !





...e os anos vão passando...
 
 
 
Saudade,  um sorriso, a lágrima que teima em cair. Afiadas farpas que picam sem doer, que doem sem magoar e que magoam sem se ver. Assim são as relíquias que vamos guardando, com medo de esquecer, e que, de quando em quando,  nos chamam para que,  de novo, as olhemos, para hoje reviver o que foi ontem. Até porque, como dizia o outro, recordar também é viver...


domingo, 8 de setembro de 2013

Desportivamente Nautas...Relíquias...

Rejuvenescendo de uma  actividade desportiva, ligada ao mar oceânico que chegava a embriagar-nos  com estonteantes corridas em  motos-náuticas, como em exercícios  na captação de várias  espécies, na arte da pesca desportiva,  tanto na Ria Formosa, como em pleno alto mar, recordo fases em que, como  Associados do prestigiado  Grupo Naval de Olhão, chegávamos a ser vitoriosos no desempenho em  concorrência  em   competições que eram levadas a efeito, em épocas calorentas, já distanciadas.

Das instalações marítimas, onde se abrigavam , ancorados aos excelentes pontões, embarcações, tanto à vela, como motorizadas, partiam, sob comando dos respectivos Nautas, proprietários ,  com destinos e sulcando rumo aos diversos pontos, que previamente eram assinalados pelos   respectivos mapas de navegação marítima.

Este GNO - GRUPO NAVAL DE OLHÃO, era um  ponto de encontro, de variadíssimas  personagens, pois, as suas anteriores Direcções, bem como as que tive  a honra de pertencer,  (enquanto a saúde e a idade o permitiram) sempre  foram eficazes não só nos seus melhoramentos no aspecto náutico como na edificação de dignas instalações destinadas ao acolhimento de Turistas ansiosos de apreciarem a boa comida algarvia, que lhes era disponível por via da competência de Cozinheiros, e Cozinheiras, que o GNO passou  a dispor, nesta arte culinária. (passe a propaganda !)

Com a devida vénia, e respeito, aqui ficam, apenas - de entre outras - algumas Figuras que contribuíram para a grandeza deste estimado Clube, Grupo Naval de Olhão.

Tá?!...