segunda-feira, 16 de junho de 2014

Repórter oficioso...

O mérito a quem o  tem.  Já por várias vezes tive oportunidade de elogiar o espírito empreendedor em geral,   tendo também concretizado alguns exemplos em particular. O último destes exemplos foi o Kubo Caffé. Situado num bonito recanto da cidade de Olhão, com ampla e confortável esplanada (das verdadeiras e não um amontoado de cadeiras no passeio), alvo de profunda e notável,  pelo bom gosto demonstrado, remodelação,  promete ser um espaço  pronto a receber o mais ilustre dos visitantes. Na companhia da agradável sombra das árvores que se projectam sobre a esplanada,  recebido com a inesgotável simpatia dos seus donos e funcionários,  é local a visitar.  Tudo isto é testemunhado na primeira pessoa, por este que vos escreve,  alguém que ficou  fã incondicional do espaço.

Repito que  um investimento  como este,  numa altura onde todos temos medo do dia de amanhã,  só é possível pela coragem  de quem o realiza,  certamente baseado na auto-confiança, na crença num dia melhor e que  a sua ideia vai vingar. Depois, claro, há que tudo fazer para que as melhores perspectivas se concretizem.

Sem me querer armar em repórter  oficial ou sequer oficioso do Kubo Caffe,  tive oportunidade de ser convidado para inauguração no passado dia 14 de Junho. Tirei algumas fotografias, publicadas neste blog, e realizei algumas filmagens. Não se pense que tenho algum interesse egoísta ou sede de protagonismo ou publicidade. Nada disso ! É apenas esta a forma que encontrei para destacar um acto de empreendedorismo que me toca pois permite a este vosso amigo ter  um agradável espaço de convívio perto da sua residência, o que, para quem vai a caminho dos noventa é sempre bom.Obrigado pela coragem e votos de boa sorte e felicidades para este projecto.

Já agora,  abaixo, fica um pequeno filme. Não será digno de um Óscar mas mostra um pouco daquilo que tenho falado. Vejam lá se não é verdade...

T

domingo, 15 de junho de 2014

Visões "estapafúrdias.."...

 15 de Junho de 2014 "DOMINGO da Santíssima Trindade * Perdido por cem, perdido por mil".
 (Transcrição do BORDA  D`ÁGUA para 2014, almanaque acessível em qualquer parte do País, contendo dados astronómicos e religiosos e muitas indicações úteis de interesse geral.

À hora em que estou ouvindo uma solene Missa transmitida pela televisão, estranhamente veio ao meu pensamento,  uma visita  que fiz a uma exposição que um Centro comercial tornou pública, sobre um Concurso de Maquetas (Materiais Reciclados), organizado pelo Departamento das Ciências Sociais e Humanas - Grupo Disciplinar de História e de Geografia.

Um dos trabalhos expostos, executados por Alunos Estudantes, houve um que me despertou particular  curiosidade, e atenção, e é sobre esse mesmo trabalho que me disponho a reflectir, um pouco, alvejado pela ressonância  do tal dito do almanaque "Perdido por cem, perdido por mil".

O que me despertou particular atençãopor qualquer  estranho motivo, foi a reconstituição catastrófica do Terramoto de Lisboa de 1755. E pensei, para comigo: ... e se algum dia vier a surgir uma repetição  do que foi o 1755 ?  Creio que ninguém possa garantir que isto não venha  a repetir-se durante os  nossos dias... Que Deus nos livre de  mais esta desgraça.!...


O desmoronar de uma grande cidade... Lisboa - 1755.








Tá?!...

sábado, 14 de junho de 2014

Kubo Caffe

Esta imagem fotografada na tarde do dia 14 de Junho de 2014, vem expressar um simbolismo,  insignificante para uns, mas que para outros vem revelar ao que está sujeita a velhice, após a labuta pela vida, e se sente atirada  para o "caixote do lixo"
.

Segundo um historial já contado nestas páginas da Internet, no capitulo dos blogs, em tempos idos um Senior de idade avançada, foi "expulso", pelo proprietário de um estabelecimento, com o argumento de que tinha que abandonar imediatamente o lugar em que se sentara por não estar a fazer despesa nem a consumir nada, pois aquilo era um negócio. Perante este tipo de razão que o indivíduo se baseara, a resposta do Sénior, foi esta, que o enfureceu: "O Senhor acaba de dar um chuto à Terceira idade. Isso não se faz..."

Que bela esplanada...
Claro que depois desta cena, nunca mais me sentei em cadeira alguma, de sua pertença.

Mas há  um velho rifão que diz "Elas cá se fazem... e cá se pagam ... Deus não dorme!"
 
Acaba de ser inaugurado um estabelecimento, de fornecimento de chavenas de café e outros no género  que acolhe, e serve, na sua ampla  esplanada, clientes que se sentem felizes  atendendo à forma Cordial  e Atenciosa como são recebidos e bem  tratrados, sem discriminações supérfulas.

Tem esta aparência e é largamente escolhida pelo seu bom trato - Denomina-se "Kubo Caffé"- Olhão.

Se bem que por ser o primeiro dia em que se satisfazem os desejos dos clientes, não deixa de ser meramente saudável, a atenção dispensada à Clientela, pois, para além de uma garrafinha com champanhe, que foi oferecido aos Primeiros  Clientes (e que foram muitos), houve também a gentileza da oferta gratuita de uma fatia do bolo da inauguração Fui o segundo a ser escolhido pela Gerência para tal acto de simpatia e gentileza. Obrigado.


































Como é possível ver pelas fotos o novo espaço é magnífico. Acolhedor,  moderno,  funcional e decorado com bom gosto, tem tudo para ser uma mais valia para a cidade,  ainda para mais situado numa das portas de entrada e passagem de muitos locais e forasteiros.

Acredito que vai ser um empreendimento comercial de sucesso. Melhor ainda,  estou certo disso. Os meus sinceros votos de felicidades, pelo acto de coragem,  ao investir em Olhão, no Algarve, em Portugal,  numa altura em que muitos têm medo do bicho papão a que chamam Crise. Muito obrigado, já nos encontraremos para um cafézinho no Kubo Caffé.

Tá?!.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A máquina do tempo ...

Desde há muitos anos que conheço a figura do professor José Hermano Saraiva.  Primeiro,  ainda durante o regime de Salazar,   no papel de Ministro da Educação,  depois como Divulgador e Comunicador da História de Portugal e,  à sua maneira,  contador de histórias. Recordo os seus programas emitidos durante anos consecutivos na RTP que via com prazer e curiosidade  graças ao estilo inconfundível do Professor,  o qual,  literalmente,  nos transportava pelos corredores da história. Lembro-me de uma das minhas netas,  encantada pela narrativa do Professor,  recriando diálogos,  descrevendo cenários,  ter perguntado:
- Oh Avô,  mas ele esteve lá ?
Espantada com o detalhe das descrições, a criança pensou que tal só seria possível  a alguém que tivesse estado presente nesses momentos  históricos. Era a História Viva,  saída da boca de quem a conhecia de trás para a frente e da frente para trás.

Havia também os seus detratores,  que não apreciavam a personificação e recriação  de episódios da História de Portugal, clamando por "seriedade"  e  "rigor",  alegando que tal liberdade de criatividade não era aceitável e muito menos apoiada nos factos. Recordo de uma Senhora  Amiga,  Professora de história,  crítica assumida  do historiador,  que frequentemente o apelidava de " aldrabão".

A verdade é que, aprecie-se  ou não o estilo, o contributo do Professor José Hermano Saraiva  para a divulgação da história de Portugal e da grandeza  deste maravilhoso País é inquestionável,  tendo atravessado gerações e marcado muitos de nós. Orgulhoso do seu País,  tinha prazer  em partilhar esse orgulho e quem o ouvia não ficava indiferente. Houvera mais portugueses assim e poderíamos  estar noutra situação,  mais de acordo com a gloriosa  história deste nosso grande País que é Portugal.

Aqui fica a recordação para que todos possam apreciar. Ouçam,  vejam e desfrutem deste conjunto histórico de vídeos, uma homenagem ao Senhor História de Portugal.



quarta-feira, 11 de junho de 2014

Uma terra de contrastes...

Todos os dias sou confrontado com as caracteristicas muito peculiares dos  olhanenses,  naturais de uma terra onde  "caí" sem saber muito bem como após um processo de exílio forçado pela independência de Angola,  de onde sou natural e onde trabalhei a maior parte da minha vida, sempre fazendo da seriedade e da honestidade as minhas bandeiras. Devo dizer que este amontoado de palavras que,  espero,  formam frases não pretende constituir qualquer tipo de insulto aos olhanenses,  sendo apenas uma verificação da realidade e constatação de factos.

O Olhanense é por natureza uma pessoa rude,  distante, de certa forma conflituoso e pouco dado a gestos de simpatia ou mesmo simples educação. É vulgar verificar a surpresa com que as pessoas nesta cidade encaram os gestos de boa vontade e mera simpatia educada, expressos na simples cedência do lugar na fila de uma caixa de supermercado,  a alguém com mobilidade reduzida ou com crianças. É também normal  constatar que as pessoas capazes de tais actos  beneméritos são estrangeiros ou  portugueses naturais de outras cidades. É público o estatuto negativo do olhanense face a cidades vizinhas. É normal ouvir,  quando revelamos que somos habitantes de Olhão,  o comentário malicioso " ah,  és de Olhão...".

Dizem que Olhão, fruto de políticas autárquicas  difíceis de compreender,  recebeu ao longo de muitos anos os "indesejados" provenientes de outras regiões e cidades algarvias. Famílias inteiras,  cujos membros,  na sua maioria,  não  fazem parte da população activa,  pelo menos  oficialmente,  deslocaram e fixaram-se  em Olhão, apoiadas pela autarquia. Estabeleceram-se em bairros sociais e acampamentos sem as minimas condições. Tal é assumido pela actual equipa camarária quando o actual Presidente afirma em entrevista ao jornal " O Olhanense" o seguinte:

"Quanto aos tendeiros, pretendo alterar a situação porque, de facto, reconheço que não é uma realidade agradável à vista. O difícil é conjugar esta situação com um hábito de mais de 20 anos"

Podiamos  estar aqui mais tempo a "bater no ceguinho" mas não  vale  a pena. Não se pretende ofender ninguém e se alguém se sentir ofendido é porque a carapuça lhe serve. Para além disso o verdadeiro olhanense tem também  pontos a seu favor: Amigo do seu  Amigo, a quem defende contra tudo e contra todos, fruto de uma teimosia que pode ser heróica,  capaz de tudo para atingir o objectivo a que se propõe e perseverante  no cumprir de missões que  outros julgariam impossíveis. Recorde-se os episódios do "Natália Rosa" e do Caíque "Bom Sucesso", entre outros,  reveladores da coragem  louca que o verdadeiro olhanense é capaz de revelar.

Afinal,  não há ninguém perfeito...

terça-feira, 10 de junho de 2014

Dia de Portugal.


"Juro, como  português e como militar,  guardar e fazer guardar a Constituição e as Leis da República,  servir as  Forças Armadas e cumprir os deveres militares.  Juro defender a minha Pátria e estar sempre pronto a lutar pela sua liberdade e independência, mesmo com o sacrifício da própria vida ".

Este juramento, que hoje, dia de Portugal, 10 de Junho,  2014,  voltou à minha memória,  quando pela Televisão assisti as comemorações  que se realizaram no País,  celebrando o  DIA DE PORTUGAL, de CAMÕES  e das COMUNIDADES PORTUGUESAS., presidido por Sua Excelência o Senhor Presidente da República Portuguesa,  Anibal Cavaco Silva...

Fiquei emocionado com a dignidade e postura  com  que foram festejados estes  dados  da  nossa História, embora tenham ja sido  decorridos 66 anos,   após  a data em que, perfilado, e  na respeitosa posição de sentido, fiz tal juramento à nossa Bandeira de Portugal.

Já a caminho dos 90 anos de idade, e como Português de Angola,  ainda sei entoar, respeitosamente, o nosso Hino Nacional. - A Portuguesa !

O Autor. enquanto jovem...


Tá?!...

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Agudezas de pensamentos ...

Após  o fim da segunda guerra mundial, que decepou milhares e milhares de vítimas espalhadas  pelo  mundo, e de que Portugal se livrou, seguiu-se um  período de reconciliação entre os beligerantes, que deu, depois, início à  recolha dos destroços resultantes do conflito, e de seguida  procedeu-se  a um  movimento de reconstituição do que fora destruído, com o acréscimo das novas invenções e descobertas que conduziram a uma estabilidade reconfortante e progressiva de uma feliz convivência, durante certo período,  que se presumia poder vir a ser duradoura. Infelizmente, os cálculos acabaram, depois, por saírem errados, como todos sabem!.....

O propósito desta "lenga-lenga" toda, advém de uma experiência de vida, prestes a contabilizar os noventa anos,  que me  leva a  um  raciocínio, talvez desajustado aos tempos normais.

Mercê do grande desenvolvimento tanto comercial, como industrial, que se vem notando nos últimos tempos, nesta terra (Olhão), em que caí de "pára-quedas", quando vim de Angola, têm surgido Empreendimentos espectaculares, que nos trazem grandes benefícios, reconfortantes, para toda a População. Dia-após-dia, vamos notando abertura de novas montras em estabelecimentos espectaculares, mas, também, na inversa, surgem, por vezes, de um momento para outro, e inesperadamente, o encerramento e cobertura das  montras, em certas lojas modernas. Razões ? Desconheço-as !

Fiquei um tanto pasmado, quando, ontem, ao passar perto de uma imponente loja, incorporada numa grande superfície comercial, em Olhão, uma linda jovem, sorrindo, a dois metros da entrada do  rico e vistoso estabelecimento, de  que era empregada, entregou-me o seguinte panfleto:


 Observei o  rico  recheio da loja em questão, e fiquei a pensar como era possível vender tanta  riqueza, à vista, no seu interior, "tudo a metade do preço" ?  Falência ? A Crise ? Dificuldade em remunerar o Pessoal ?... Falta de Clientela ? Fiquei incrédulo...

Se a moda pega, se é por falta de meios, ou  problemas com empregados, não creio que esta possa ser a  melhor via para se solucionar problemas graves desta natureza...

Sabemos que o Comércio atravessa um período em que estão envolvidos os Euros e, eventualmente,  por razões ocultas que motivam uma grave ausência de clientes.

Que me desculpem a comparação... mas a este tipo de negócio, abaixo, jamais  faltarão Clientes... Por isso, só neste caso, não se justificam quaisquer falências... ou espectaculares promoções.

(Anúncio publicado num  jornal local.)

 Tá?!...

domingo, 8 de junho de 2014

O estado real das coisas...

A minha  humilde e envelhecida "mioleira" anda sintonizada,  de  harmonia com  a atmofera que nos  rodeia , actualmente,   produto de uma fragilização ambiental , de nos pôr os cabelos em pé... Leiam-se os jornais diários que se publicam  e escutem -se os programas "causticantes", que são  emitidos, a toda a hora,   pelas  Televisões.locais!

Tive um passado laboral,  em que nos primeiros tempos. da minha  actividade  profissional , exercida, inicialmente  em Angola,  lidei, com  diversas,  correnes fiduciárias, tais como o "Angolar", o "Escudo Angolano", e por último  o "Escudo Português."

Os  tempos foram voando..voando... até que, por último, o "Escudo"  acabou  por dar lugar ao "EURO", como se sabe.

Acomodado a presente circulação monetária, ou seja o "Euro",  sempre mantive o palpite  que seria nesta moeda, "Euros" que seriam satisfeitos os encargos consequentes da minha próxima partida para o Céu,  pois perto dos noventa anos, já  não há perdão possível. ..

Surpreeende-me, no entanto, o espectáculo de cariz político, que se vai, mantendo, pelas estradas do País, que é demonstrado nesta foto:

.
Como assim ?

Num País esssencialmente católico, pois ainda hoje Domingo, fui conduzido a assistir a uma Missa, em Olhão,   em que os imensos  Fiéis/ Crentes, ocupando  todo o espaço interior da Igreja,  em momento algum ,  manifestaram  inicios  de descontentamento nesta matéria, então , se se vier  a justificar , no futuro, alguma mudança quanto ao enquadramento, nesta matéria, que seja  apoiado  em  Fontes cujas riquezas são, tambem, inabaláveis, como  os Kwanzas  ou os  Rands.

Estamos perante uma Sociedade, hoje constituida por pessoas muito idóneas,  entre Contentes e Descontentes,  sobressaindo , todavia,  os Jovens, que, mais tarde,  ou mais cedo, virão a ocupar os lugares dos que se vão reformando, na actualidade.  Veja-se, porém que, numa exposição popular recente,  foram os Jovens de hoje...  mas futuros engenheiros, médicos , enfermeiros,construtores, e de outras dignas profissões.... no amanhã, os Autores destes projectos. ...




- 1º andar do Ria Shoping - Olhão (Algarve)


O que estamos realmente necessitados, na acualidade,   é de... menos discursos  cheios  só de palavras de circunstância  e...sim, de um arregaçar de mangas,  para edificação de obras que estão em  estado de podridão ! Vamos trabalhar ... trabalhar .. no que é necessário. e mãos à obra !... Deixemo-nos de cantigas  ...

 Tá?!...

sábado, 7 de junho de 2014

Nuvens animadoras...

Publiquei ontem, sexta-feira, 6 de Junho de 2014, o meu blog  (Velho-Luandense.Blogspot.com) com o titulo "Por mares nunca dantes navegados", em que reportava, salientando que, no sul da região Algarvia situa-se uma das mais bonitas paisagens do mundo, repleta de esculturas  naturais que parecem desafiar a lógica e a própria natureza, de tirar a respiração, em  que , perto da cidade de Lagos, só em sonhos ousaria imaginar-se,  que são os arcos, grutas, autênticos salões de baile criados pela mão da nossa Mãe Natureza, onde peixes e aves deliciam os aventureiros visitantes, com as suas danças exóticas...

São riquezas destas, mais valiosas que o petróleo  e os diamantes nos deveriam abrir os olhos para as maravilhas que, entre muitas outras, temos, que são nossas, e só nossas, algo  que ninguém nos pode tirar.

Sou um velho caduco, Reformado, Português de Angola,que sempre amou e respeitou as cores da Bandeira Portuguesa,  e espera que seja partilhada por todos os portugueses a maravilha que têm em mãos e que é um valor a não esquecer em momento algum.

Uma nova riqueza, não material, mas humana, surge-nos de acordo com o que, numa secção diário "O Destak", na Internet  vem publicado, em termos elucidativos que...  A seleção portuguesa de futebol, ainda que sem o famoso  Ronaldo, venceu o México por 1-0, com golo nos descontos de Bruno Alves.

Numa altura em que se duvida de Portugal, em que os portugueses parecem pouco acreditar em si mesmos, não esqueçamos, porém,   e animemo-nos  que   existe ainda um "Farol", de esperança, que nos deslumbrará, com o seu  manto  divino , com a crença de que, finalmente, a Portugal chegará a hora de virmos a beneficiar, no futuro,   de um  verdadeiro clima de PAZ,  SOSSEGO, SOLIDARIEDADE  E  FRATERNIDADE.

A mensagem  que Todos nos esperamos, vinda de..

..                                            Nossa Senhora do Rosário de Fátima...

Tá?!..

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Por mares nunca dantes navegados...

No dia 31 de Maio de 2014, céu azul,  sol radiante, enfim, dia de Verão,  acompanhado por Família e Amigos aventurou-se o Autor deste blog numa viagem de descoberta, numa demanda por novos mundos,  mesmo aqui ao lado.

Não muito longe de onde o Infante Dom Henrique  planeou a descoberta do Mundo e a conquista de Novas Terras para a Pátria Lusitana, situa-se uma das mais bonitas paisagens do mundo,  repleta  de esculturas naturais que parecem desafiar a lógica e a própria natureza. Parece que  lá fora também há quem reconheça a beleza onde ela existe...

Graças a um inspirado convite foi,  quem vos escreve,  "arrastado" numa maré de aventura à laia dos antigos navegadores portugueses que deram a conhecer  o Mundo ao Mundo. Perto de Lagos,  Algarve,  foi encontrar outros intrépidos navegadores com quem foi conduzido a um caíque,  barco com vela bem típico da região.  Em marcha,  primeiro a motor e depois ao sabor do vento que enchia a grande vela,  transitou por paisagens que só em sonhos ousaria imaginar. Arcos,  grutas,  autênticos salões  de baile  criados pela mão da nossa Mãe Natureza,  onde peixes deliciavam os aventureiros com as suas danças exóticas. De tirar a respiração !

Numa altura em que se duvida de Portugal, em que os portugueses parecem pouco acreditar em si mesmos e naquilo que têm,  são riquezas destas,  mais valiosas que o petróleo e os diamantes por mais duradoura e amiga de um planeta que cada vez mais se aflige com poluições e afins,  que nos devem abrir os olhos para as maravilhas que temos,  que são nossas,  e  só nossas,  algo que  nenhuma Troika nos pode tirar.

Aproveitou este "repórter" para, como sempre, cristalizar para a posteridade os momentos que são já inesquecíveis. Porque não é egoísta,  português de Angola  que ama Portugal,  um País único e maravilhoso, mesmo com os seus defeitos (quem não os tem ?...), espera com esta partilha mostrar a todos a maravilha que têm em mãos e que é um valor a não esquecer em momento algum...