Como disse, e como nao encontro outro meio que consiga afugentar esta solidão, que a partida da minha saudosa e querida Esposa para o Céu, Alvarina, me causou, recorro a meus antigos apontamentos, em que alinhavei algumas histórias, mas nada há melhor que vir reproduzir blogs, directamente dos próprios originais, como segue:
Nota final- Ainda a minha querida Mulher era viva, ( a santa Alvarina Teresa), embora Ela não tivesse gostado, certa manhã apanhei o barco que faz travessias para a ilha da Culatra, e, após contactos com residentes na ilha, consegui entrar em contacto com o velho marinheiro, já aqui referido, Zé da Bateira, que me recebeu com grande satisfação. Relatou-me pessoalmente vários aspectos aqui referidos, e retenho em meu poder, uma filmagem que nos fizeram, onde tambem aparece a sua Esposa ( tambemjá pessoa idosa), que me facultaram documentos comprovativos desta aventura.
Esta entrevista, com o Zé da Bateira, filmada por pessoa amiga tambem esta registada em DVD,s( na Net)
Tá?!
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